Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Agronegócio»Incentivos econômicos podem reduzir desmatamento na região do Cerrado
    Agronegócio

    Incentivos econômicos podem reduzir desmatamento na região do Cerrado

    Aquiles Emir28 de maio de 202402 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Remuneração financeira pode diminuir pressão sobre vegetação 

    Evitar o desmatamento no Cerrado – não só o ilegal, mas também o que é previsto pelo Código Florestal brasileiro – se mostra cada vez mais necessário: o desmatamento no Cerrado aumentou 68%, atingindo mais de 1 milhão de hectares em 2023 e superando, pela primeira vez, as perdas registradas na Amazônia.
      ‏   
    Savana mais biodiversa do mundo, o bioma também é considerado o berço das águas do Brasil, abrigando nascentes de oito das doze principais bacias hidrográficas brasileiras, distribuindo água em direção aos demais biomas. Suas árvores possuem raízes capazes de armazenar grandes quantidades de carbono, que voltam à atmosfera quando a vegetação é suprimida.
      ‏   
    A implementação de incentivos econômicos podem ser fundamentais para proteger a vegetação do Cerrado e os serviços ecossistêmicos prestados por ele necessários a todos – inclusive para a produção agropecuária.
      ‏   
    Exemplo disso é o CONSERV, mecanismo que compensa médios e grandes produtores rurais por conservarem o excedente de vegetação nativa. Desenvolvido pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) em parceria com o Woodwell e com o EDF (Environmental Defense Fund), o projeto possui 22 contratos firmados no Estado de Mato Grosso e um no Pará, somando 20.707 hectares de vegetação protegida que poderia ser legalmente suprimida.
      ‏   
    “O CONSERV surgiu com o intuito de provar a tese de que, através de uma compensação, os proprietários rurais podem renunciar ao seu direito de desmatar. Essa tese está comprovada. Agora, é preciso dar escalabilidade”, afirma o diretor executivo do IPAM, André Guimarães.
      ‏   
    Para isso, segundo Guimarães, é preciso que governo, setor financeiro, empresas e o agronegócio estejam mobilizados.

    “A urgência em mitigar as mudanças climáticas requer voltarmos também o olhar para o desmatamento legal”, conclui.
      ‏   
    Uma segunda fase do projeto CONSERV está sendo realizada, desta vez em parceria com o setor privado. Além de remunerar produtores por seus excedentes de vegetação nativa, o projeto irá, em parceria com a Produzindo Certo, avaliar as áreas para apoiar na melhoria da produtividade.
     

    Previous ArticleUemasul cria Cursinho Popular para mulheres em situação de vulnerabilidade
    Next Article Defensoria Pública abre inscrições para estágio com bolsa no valor de R$ 1,4 mil
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Agronegócio


    Embrapa Maranhão participa da Agricultura Familiar em São Luís com palestras técnicas

    12 de agosto de 2026
    Agronegócio


    Declaração do imposto sobre imóveis rurais pode ser feita por internet

    10 de agosto de 2026
    Agronegócio


    Altas temperaturas nos próximos dias exigem atenção ao manejo dos rebanhos em parte do Brasil

    7 de agosto de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 8   +   7   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Eleitor deve desconfiar do político que ao fazer registro de sus candidatura mente à Justiça Eleitoral, omitindo informações sobre seus bens e não justificando sua evolução patrimonial. Esses dados deveriam servir como cartão de visita para a população saber com quem está se relacionando.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Jornal da Band critica medidas de ministros do Supremo Tribunal Federal que violam atividade jornalística

    12 de agosto de 2026

    Pneustore expande sua atuação no Maranhão com inauguração de loja física na cidade de Imperatriz

    12 de agosto de 2026


    Embrapa Maranhão participa da Agricultura Familiar em São Luís com palestras técnicas

    12 de agosto de 2026


    Braide seria eleito no primeiro turno se eleição fosse hoje, segundo pesquisa do Instituto IPPI desta quarta-feira

    12 de agosto de 2026

    O avanço da IA e os limites da humanidade

    12 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.