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    Home»Negócios»Inflação de São Luís é a segunda maior do país, atrás apenas de Porto Alegre, segundo o IBGE
    Negócios

    Inflação de São Luís é a segunda maior do país, atrás apenas de Porto Alegre, segundo o IBGE

    Aquiles Emir11 de junho de 202404 Mins Read
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    Capital maranhense tem maior acumulado do ano

    A inflação de maio em São Luís, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi de 0,63%, apresentando aceleração quando comparada a abril, que foi de 0,46%. Das dezesseis regiões pesquisadas, em quinze houve quadro inflacionário e São Luís teve a segunda maior variação percentual de preços, atrás apenas de Porto Alegre (RS), afetada pelas enchentes, que foi de 0,87%, e a única deflação foi em Goiânia (GO): -0,06%.

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    A capital maranhense iniciou de 2024 com taxas elevadas de inflação, inclusive, nos cinco meses, a alta de preços ao consumidor de São Luís tem se mantido acima da média do Brasil. O índice do acumulado do ano atingiu a casa de 4,09%, acima da média do Brasil (2,27%).

    São Luís detém até o mês de maio a maior inflação acumulada em 2024 dentre as 16 áreas territoriais onde o IBGE faz o levantamento de preços ao consumidor. A menor inflação acumulada no ano até o momento é a de Rio Branco: 1,40%.

    Acumulada – A inflação acumulada em São Luís nos últimos 12 meses, ou seja, de junho de 2023 a maio de 2024, é de 4,27%, ao passo que a do Brasil foi de 3,93%. Nessa base de comparação temporal, a inflação acumulada em São Luís está abaixo apenas do que foi calculado para as regiões metropolitanas de Belo Horizonte (MG), 5,07%; de Belém (PA), 4,57%) e das capitais Aracaju (SE), 4,73%, e de Brasília (DF), 4,27%.

    A menor inflação acumulada em 12 meses até o momento foi observada no município de Goiânia (GO), 2,69%.

    O Banco Central do Brasil (BC) opera com meta inflacionária para o ano de 2024 na
    ordem de 3,00% e, o teto, 4,50%, ou seja, o IPCA de São Luís no acumulado em 12 meses (4,27%) está acima desse centro (3,00%), todavia abaixo do teto (4,50%).

    O IPCA do Brasil acumulado em 12 meses (3,93%) está também acima do centro da meta (3,00%), e, da mesma forma que em São Luís, abaixo do teto (4,50%) operado pelas autoridades monetárias.

    Crescimento – Desde outubro de 2023, a inflação acumulada de 12 meses, vinha em queda ininterrupta, mas em São Luís há um movimento de constante ascensão de preços em doze meses.

    Em todos os nove grupos de despesa que compõem o IPCA houve comportamento inflacionário, sendo que três deles foram responsáveis por 74,6% (3/4) da inflação de São Luís no mês de maio/2024.

    Em primeiro lugar, o grupo de despesa que mais impactou a inflação em São Luís foi alimentação e bebidas (0,97%), sendo esse grupo sozinho responsável por cerca de quase 40% pela inflação de 0,63%.

    Em São Luís, no mês de maio, os subitens de alimentação que mais contribuíram para a inflação nesse grupo de despesa foram:

    • Tomate (+5,11%)
    • Carne, como contrafilé (+3,94%) e costela (+2,62%)
    • Frutas como melão (+11,79%) e melancia (+6,17%)
    • Batata inglesa (+19,83%)
    • Lleite em pó (+3,17%)
    • Cebola (+4,02%)
    • Café moído (+3,23%

    Por outro lado, alguns subitens com peso no cálculo do IPCA dentro desse grupo, tiveram queda em São Luís, com destaque para pescados(-0,69%) e os subitens arroz (-0,64%), frango inteiro (-3,07%) e frango em pedaços (-1,52%).

    O grupo de despesa saúde e cuidados pessoais (0,92%) continuou tendo forte impacto para a alta de preços ao consumidor nessa região de pesquisa de São Luís. Os subitens com alta de preços ao consumidor com mais influência foram:

      • Perfume (+3,43%)
      • Medicação como hipotensores/hipocolesterolêmicos (+1,06%);
      • Dentista (+1,58%)
      • Artigos de maquiagem (+3,33%)
      • Produto para barba (+2,88%)
      • Absorvente higiênico (+2,64%).

    Transporte – O grupo de despesa transportes (0,57%), mais uma vez, contribuiu para a alta de preços em São Luís.  Os subitens que mais forte impacto tiveram na composição final da inflação foram a gasolina (+1,04%), conserto de automóvel (+2,50%), passagem aérea (+9,52%), emplacamento e licença de veículos (+0,82%) etc.

    O grupo vestuário (0,79%) teve a terceira taxa mais alta dentre os nove grupos de despesa componentes do IPCA. Contribuíram para o quadro inflacionário, roupa masculina (+0,88%), roupa feminina (+0,59%) e roupa infantil (+0,38%).

    Dos subitens, aqueles com maior força de impacto foram perfume (+3,43%), energia elétrica residencial (1,68%), gasolina (1,04%), conserto de automóvel (+2,50%), tomate (+5,11%), contrafilé (3,94%), melão (+11,79%) e batata inglesa (+19,83%).

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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