Presidente ainda não havia usado a palavra “terrorista”
Nesta sexta-feira (20), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez declarações sobre o conflito em Israel e, pela primeira vez, classificou o ataque do Hamas como “terrorista”, ao mesmo tempo que considerou “insana” a reação de Tel Aviv após o ataque.
“Hoje, quando o programa [Bolsa Família] completa 20 anos, fico lembrando que 1.500 crianças já morreram na Faixa de Gaza. Que não pediram para o Hamas fazer [o] ato de loucura que fez, de terrorismo, atacando Israel, mas também não pediram que Israel reagisse de forma insana e matasse eles. Exatamente aqueles que não têm nada a ver com a guerra, que só querem viver, que querem brincar, que não tiveram direito de ser criança”, disse Lula, segundo a Folha de S.Paulo.

“Não é possível tanta irracionalidade, não é possível tanta insanidade, que as pessoas façam uma guerra tendo em conta que as pessoas que estão morrendo são mulheres, pessoas idosas, crianças”, disse o presidente também se referindo ao conflito entre Rússia e Ucrânia.
Nesta sexta (20), os diplomatas brasileiros confirmaram uma sessão de emergência na Assembleia Geral da ONU, que reúne os 193 países-membros, para discutir a escalada do conflito no Oriente Médio, conforme noticiado.
O principal objetivo é discutir o veto dos Estados Unidos no Conselho de Segurança à criação de um corredor humanitário e a um cessar-fogo.
(Agência Sputnik)




