Diálogo aberto, mas com firmeza e interesse nacional
“Pode ter certeza de uma coisa: o dia que a minha intuição me disser que o Trump está disposto a conversar, eu não terei dúvida de ligar para ele. Mas hoje a minha intuição diz que ele não quer conversar. E eu não vou me humilhar”, declarou Lula.
Segundo o presidente, a intenção é debater o tarifaço com o BRICS — grupo de países em desenvolvimento do qual o Brasil faz parte, junto com a China, a Rússia e a Índia, dentre outros.
Segundo o líder brasileiro, o principal entrave na resolução da questão das tarifas é a interlocução com as contrapartes norte-americanas. “Não liguei porque ele não quer telefonema.”
Durante a entrevista, Lula destacou as ações que o governo federal tem empreendido para combater as tarifas, como o diálogo com as companhias brasileiras, a salvaguarda dos empregos brasileiros, a busca por novos mercados e o contato com os importadores norte-americanos, para que também pressionem a Casa Branca.




