Pastor é um dos maiores defensores do presidente Bolsonaro
AQUILES EMIR
O pastor Silas Malafaia postou em suas redes sociais uma crítica ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Pandemia, por ter tirado seu nome do relatório final. O texto foi lido na sessão desta quarta-feira (21), a última da comissão.
O religioso é um dos maiores defensores do presidente Jair Bolsonaro e chegou ter seu nome divulgado como um dos que teriam praticado crimes durante a pandemia, espalhando fake news, e estimulando aglomerações.
O nome de Malafaia foi retirado na reunião desta terça-feira (19) à noite, na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), quando o relator foi convencido a tirar também as acusações de homicídio e genocídio ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Renan não explicou por que incluiu o pastor entre is denjnciados e o que o teria feito mudar de ideia. Antes da leitura do relatório, Malafaia disse que se sentiria honrado em ser denunciado por quem, segundo ele, “é uma desmoralização para o Senado”.
“GRANDE HONRA ! Se o cretino , inescrupuloso relator da CPI da safadeza , Renan Calheiros, me incriminar no seu relatório, mostra como covarde ele é. Trabalhou para eu não ser convocado. FROUXO ! Uma verdadeira desmoralização para o Senado”.
Malafaia chegou a ser mencionado como integrante do “gabinete paralelo”, que “aconselhava” o presidente sobre medidas para o enfrentamento da covid-19.
Após saber da sua exclusão, ele voltou às redes sociais para protestar:
POXA! Renan me tirou do relatório final da CPI da safadeza .
— Silas Malafaia (@PastorMalafaia) October 20, 2021




