Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Negócios»Maranhão tem o segundo maior índice de trabalhadores na informalidade, segundo IBGE
    Negócios

    Maranhão tem o segundo maior índice de trabalhadores na informalidade, segundo IBGE

    Aquiles Emir14 de fevereiro de 202004 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Desemprego cai em dezesseis estados, mas em vinte aumenta a informalidade 

    O Maranhão e o segundo estado com maior taxa de trabalhadores na informalidade, atrás apenas do Pará. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população ocupada também aumentou no Brasil (2%) e em 23 estados, totalizando 93,4 milhões de trabalhadores em 2019.

    Segundo a pesquisa, o percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 74,0% do total de empregados no setor privado do país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (87,7%), Paraná (81,2%) e Rio Grande do Sul (80,7%) e os menores, no Maranhão (47,2%), Piauí (52,5%) e Pará (52,6%).

    A taxa média de desocupação em 2019 teve queda em 16 estados do país, acompanhando a média nacional, que caiu de 12,3% em 2018 para 11,9% no ano passado. As maiores taxas ficaram no Amapá (17,4%) e na Bahia (17,2%), enquanto as menores foram registradas em Santa Catarina (6,1%) e nos estados de Rondônia, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, com 8% na média anual.

    Apesar da queda no desemprego, em 2019, a taxa de informalidade – soma dos trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar – atingiu seu maior nível desde 2016 no Brasil (41,1%) e também em 20 estados.

    A taxa média nacional de informalidade foi superada em 18 estados, variando de 41,2%, em Goiás, até 62,4% no Pará. Em 11 desses 18 estados, a taxa de informalidade ultrapassou 50% e apenas Distrito Federal (29,6%) e Santa Catarina (27,3%) tiveram taxas de informalidade abaixo de 30%.

    A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, explica que há uma relação entre o aumento da população empregada no país e o aumento da informalidade.

    “Mesmo com a queda no desemprego, em vários estados a gente observa que a taxa de informalidade é superior ao crescimento da população ocupada. No Brasil, do acréscimo de 1,819 milhão de pessoas ocupadas, um milhão é de pessoas na condição de trabalhador informal”, explica Adriana. “Em praticamente todo o país, quem tem sustentado o crescimento da ocupação é a informalidade”, observa.

    • Leia mais:
    • Taxa de desocupação no Maranhão recua pelo terceiro trimestre consecutivo, segundo o IBGE
    Taxa de informalidade da população ocupada (%)
    Localidade2016201720182019
    Brasil39,040,240,841,1
    Rondônia48,950,149,550,3
    Acre49,851,451,050,2
    Amazonas57,056,054,957,6
    Roraima42,844,045,047,1
    Pará60,861,861,462,4
    Amapá48,449,849,454,3
    Tocantins44,443,745,447,9
    Maranhão64,462,159,960,5
    Piauí59,458,758,859,5
    Ceará54,154,555,354,9
    Rio Grande do Norte45,346,848,348,4
    Paraíba52,152,153,153,1
    Pernambuco47,848,648,248,8
    Alagoas47,146,244,747,2
    Sergipe50,952,253,654,4
    Bahia54,554,654,354,7
    Minas Gerais37,939,840,040,1
    Espirito Santo37,540,542,241,6
    Rio de Janeiro33,336,237,137,5
    São Paulo27,429,731,632,0
    Paraná32,834,935,534,3
    Santa Catarina27,528,127,927,3
    Rio Grande do Sul32,934,234,234,0
    Mato Grosso do Sul36,536,337,137,8
    Mato Grosso38,338,639,140,7
    Goiás39,540,740,841,2
    Distrito Federal26,027,628,229,6

     

    Contribuintes para previdência – A pesquisa mostra também que, desde 2016, o país vem apresentando queda na proporção da população ocupada que contribui para instituto de previdência. A maior proporção encontra-se na região Sul (75%) e a menor, no Norte (44%). Entre os estados, a contribuição chega a 81,2% em Santa Catarina, sendo que no Pará esse percentual é de 38,4%.

    “A gente percebe que o crescimento da população contribuinte não está acompanhando o crescimento da população ocupada como um todo. Enquanto a população ocupada aumentou 2%, o contingente de contribuintes para a previdência só cresceu 1,7%”, aponta Adriana. “Como já vimos, o crescimento da população ocupada está calcado na informalidade. E, com o trabalho informal, diminui a contribuição previdenciária”, complementa.

    Previous ArticleUpcycling: Ideias para repaginar a fantasia do carnaval passado e arrasar novamente nos bloquinhos
    Next Article Financiamentos de veículos somam 534 mil unidades no mês de janeiro deste ano
    Aquiles Emir

      Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

      Você pode gostar

      Negócios


      Empresa do município de Imperatriz é uma das contempladas com incentivos fiscais pela Sudene

      17 de setembro de 2026
      Negócios


      Região Nordeste movimenta R$ 606,2 milhões em investimentos de mídia no primeiro semestre

      17 de setembro de 2026
      Negócios


      Federação das Indústrias e Ciema entregam “Mapa Estratégico da Indústria” a candidatos a governador

      16 de setembro de 2026
      Add A Comment
      Leave A Reply Cancel Reply

      Demonstre sua humanidade: 9   +   5   =  

      Conversa Franca – Aquiles Emir

      Impressionante: funcionários de Caixa Econômica e Correios fazem greve em protesto às condições de trabalho e salários, mas seus sindicatos estão em campanha para reeleger quem lhes estaria maltratando, o governo do PT.

      Compartilhar .share-buttons { display: flex; gap: 15px; margin-top: 10px; }.share-buttons .btn { width: 30px; /* Botões maiores */ height: 30px; border-radius: 50%; display: flex; justify-content: center; align-items: center; color: white; font-size: 22 px; /* Ícones maiores */ text-decoration: none; transition: transform 0.2s, opacity 0.2s; }.share-buttons .btn:hover { transform: scale(1.18); opacity: 0.9; }/* Cores dos botões */ .facebook { background: #1877F2; } .whatsapp { background: #25D366; } .x { background: #000000; } .telegram { background: #0088CC; }
      Compartilhe este vídeo:
      • Últimas notícias
      • Revista Maranhão Hoje


      Flávio Dino classifica de “preconceito regional, com matriz de racismo”, críticas a seus conhecimentos sobre Filosofia e Direito

      20 de setembro de 2026


      Avança Maranhão: união de segurança e renda

      20 de setembro de 2026


      Presidente Lula viaja aos Estados Unidos neste domingo para participar da assembleia geral da ONU na terça-feira

      20 de setembro de 2026


      População de São Bernardo é atendida por carreta de oftalmologia do Ministério da Saúde

      20 de setembro de 2026


      Saúde mental entra no radar das pequenas indústrias do Maranhão por iniciativa do Sesi

      20 de setembro de 2026

      MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

      6 de fevereiro de 2024

      MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

      30 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

      7 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

      2 de novembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

      29 de setembro de 2023
      Facebook Instagram YouTube WhatsApp
      Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

      Política de Privacidade / Termos de Uso

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.