Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»FERNANDO CALMON»Marcas mais vendidas no mundo: depende de quem faz estatísticas
    FERNANDO CALMON

    Marcas mais vendidas no mundo: depende de quem faz estatísticas

    Aquiles Emir3 de março de 2025013 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    CREATOR: gd-jpeg v1.0 (using IJG JPEG v62), quality = 87
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    MarkLines listou os maiores grupos produtores

    O levantamento feito pela consultoria japonesa MarkLines, que tem parceria com a revista Autoesporte no Brasil, é considerado um dos mais confiáveis em termos de registros oficiais de vendas mundiais de veículos. A empresa fundada em 2001, sediada em Tóquio, tem subsidiárias nos EUA, China, Tailândia, Alemanha, Índia e México.

    No começo deste mês listou os maiores grupos produtores de veículos leves, ao redor do mundo, em 2024.

    Reproduzo os que venderam mais de 1 milhão de veículos, com base na informação dos fabricantes (números em milhões de unidades):

    1) Toyota, 9,798; 2) Grupo VW, 8,529; 3) Hyundai-Kia, 6,629; 4) GM, 5,480; 5) Stellantis, 5,449; 6) Renault-Nissan-Mitsubishi, 5.205; 7) BYD, 4,512; 8) Ford, 4,097; 9) Honda, 3,814; 10) Grupo Geely, 3,331; 11) Suzuki, 3.099; 12) Grupo Chery, 2,883; 13) BMW, 2,273; 14) Mercedes-Benz, 2.133; 15) Changan, 2,071; 16) Tesla, 1,985; 17) GWM, 1,621; 18) Grupo Tata, 1,277 e 19) Mazda, 1,211.

    As vendas, suponho, devem ter incluído automóveis e comerciais leves, ou seja, somadas as picapes pelos números de GM, Stellantis e Ford, por exemplo. Contudo, talvez não considerem furgões de carga. Um exemplo: Mercedes indicou oficialmente as vendas de 1,983 milhão de unidades de automóveis e 406 mil furgões, o que a colocaria à frente da BMW, embora esta não fabrique furgões.

    No entanto, o site jornalístico americano especializado em notícias de veículos elétricos e energia limpa, Clean Technica, possivelmente, deu um jeitinho para que a BYD com forte posição em elétricos e híbridos (não produz mais veículos apenas com motores a combustão) subisse na classificação de sétimo para terceiro no mundo. O critério não está claro, pois os números divergem, talvez nem mesmo consolidados. Certamente desconsiderou conglomerado de marcas. Referência também em milhões de unidades.

    1) Toyota, 9,09; 2) VW, 4,93; 3) BYD, 3,80; 4) Honda, 3,74; 5) Ford, 3,69; 6) Hyundai, 3,69; 7) Nissan, 3,13; 8) Chevrolet, 3,03; 9) Kia, 2,91 e 10) Mercedes-Benz, 2,18.

    Chinesas: uma sai, outras duas entram no Brasil

    Era fácil de prever. Seres confirmou saída e Neta oficialmente afirma que não vai se despedir do Brasil, embora a situação da matriz na China seja periclitante, conforme noticiário internacional.

    No caso da primeira, os lançamentos, ou meras apresentações, foram fracos, o plano de negócios inconsistente, faltou capital e empenho e, acima de tudo, planejamento e visão do País. A Neta só tem uma concessionária, no Rio de Janeiro (RJ) e a próxima, em Brasília (DF). Apenas 19 carros foram emplacados até agora. Sabe-se que pontos de vendas em shopping centers, como são hoje, não se sustentam.

    Outras chinesas, ao contrário, adquiriram instalações industriais em Iracemápolis (SP) e Camaçari (BA), GWM e BYD, respectivamente. Há uma terceira, GAC, que está animada. Continua interessada na fábrica da Toyota, em Indaiatuba (SP), em processo de desativação. Sem unidade fabril no País e com o imposto de importação subindo para 35% em 2026, ficará bastante difícil qualquer marca de volume competir no Brasil.

    Já o grupo Chery foi o primeiro a construir uma fábrica aqui, em Jacareí (SP). A unidade fechou em 2022 depois que a empresa chinesa praticamente já tinha doado as instalações para a atual Caoa Chery. Há poucos dias, Caoa retribuiu ao ceder parte do terreno para que o grupo chinês volte a tentar se firmar industrialmente aqui, desta vez com a divisão Omoda & Jaecoo. Por enquanto, são dois modelos importados: SUV cupê elétrico Omoda 5, agora e o SUV híbrido plugável Jaecoo 7, mais adiante.

    Grupo BMW: X3 e MINI Aceman, simultaneamente

    O novo X3 M50 XDrive, na quarta geração, evoluiu bastante. Estilo mantém-se fiel à marca, inclusive as quatros saídas de escapamento funcionais. O SUV médio-grande tem 2.865 mm (mais 10 mm) de entre-eixos, 4.755 mm de comprimento (mais 34 mm), 1.920 mm de largura (mais 29 mm), 1.660 mm de altura (25 mm a menos), massa em ordem de marca acima de duas toneladas (exatos 2.057 kg) e ótimo porta-malas de 570 L.

    BMW optou por um sistema híbrido básico, de 48 V, 18 cv e 20,4 kgf·m. O pequeno alternador-motor, associado ao clássico e potente seis-cilindros em linha, 3-litros turbo a gasolina, entrega o total de 398 cv e 59,1 kgf·m. Há ainda o modo boost, muito útil em ultrapassagens. Aceleração de 0 a 100 km/h em convincentes 4,6 s.

    Suspensões são adaptativas, rodas de 21 pol. e freios bem dimensionados para a proposta de um SUV desse porte e desempenho, em viagem de primeira avaliação. Precisão do volante igualmente de alto nível, assim como as respostas do câmbio automático epicíclico de oito marchas. Nos modos Sport e Sport Plus não faz troca automática no limite de rotações do motor, mantendo a marcha, o que demonstra o caráter “M” do modelo.

    Navegação com realidade aumentada é bastante interessante, com ajuda de câmeras. Centralização de faixa de rolagem boa e precisa. Preço: R$ 624.950.

    MINI Aceman, um elétrico totalmente novo e de estilo atraente, oferece duas opções de motorização: 184 cv/29,6 kgf·m (R$ 254.990) e 218 cv/33,6 kgf·m (R$ 304.990). Apresenta dimensões compactas: comprimento, 4.075 mm; largura, 1.754 mm; altura, 1.507 mm; entre-eixos, 2.606 mm (portanto, pouco espaçoso) e porta-malas de apenas 300 L.

    A massa das baterias limita seu desempenho, especialmente em rodovias. Aceleração de 0 a 100 km em 7,6 s e 7,1 s, respectivamente. Alcances médios, padrão Inmetro, de 253 km e 270 km, impõem limites às viagens. Internamente, o mostrador único central tem seu charme, mas pouco prático. Navegação de realidade aumentada impressiona e suspensões bem calibradas desatacam-se.

    Picape Toro 2025 recebe motor novo

    Em substituição ao anterior turbodiesel de 2 litros, o novo 2,2-litros igual ao da Rampage e do Commander atende os novos limites de emissões em vigor desde janeiro. Agora entrega 200 cv e 45,9 kgf·m ante 170 cv e 35,7 kgf·m. Não houve nenhuma mudança visual em relação ao modelo 2024. Com essa atualização, a picape se tornou mais ágil e eficiente, para uma condução mais vigorosa e prazerosa. Primeira avaliação foi no Circuito Panamericano (pista de testes da Pirelli), em Elias Fausto/SP, a 111 km da capital paulista.

    No asfalto, a Toro mostrou a resposta ao acelerador mais imediata, o que torna ultrapassagens e retomadas mais seguras e ágeis. Com a nova motorização, passa a acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 9,6 s na versão Volcano e 9,8 s na Ranch, avanço considerável em relação ao modelo anterior. A evolução deve-se, sobretudo, ao turbocompressor com turbina de geometria variável, além claro de 10% de aumento da cilindrada. Velocidade máxima passou de 190 para 201 km/h.

    O câmbio automático de nove marchas da Toro também recebeu novo conversor de torque e teve a relação de diferencial alongada em 14%. Isso resultou em trocas mais suaves. A suspensão traseira foi ajustada com molas de pré-carga diferente, o que melhorou o comportamento em piso irregular. Diâmetro dos discos de freio passaram de 305 para 330 mm.

    Na avaliação off-road, o novo motor tornou a picape mais previsível, principalmente em saídas de curvas. O ganho de potência contribui significativamente para melhor controle de trajetória, em especial quando a frente da picape tende a sair. Consumo de combustível declarado, referência Inmetro: 10,5 km/l, cidade e de 13,6 km/l, na estrada.

    Preços: R$ 206.990 a R$ 224.990.

    O levantamento feito pela consultoria japonesa MarkLines, que tem parceria com a revista Autoesporte no Brasil, é considerado um dos mais confiáveis em termos de registros oficiais de vendas mundiais de veículos. A empresa fundada em 2001, sediada em Tóquio, tem subsidiárias nos EUA, China, Tailândia, Alemanha, Índia e México. No começo deste mês listou os maiores grupos produtores de veículos leves, ao redor do mundo, em 2024.

    Reproduzo os que venderam mais de 1 milhão de veículos, com base na informação dos fabricantes (números em milhões de unidades):

    1) Toyota, 9,798; 2) Grupo VW, 8,529; 3) Hyundai-Kia, 6,629; 4) GM, 5,480; 5) Stellantis, 5,449; 6) Renault-Nissan-Mitsubishi, 5.205; 7) BYD, 4,512; 8) Ford, 4,097; 9) Honda, 3,814; 10) Grupo Geely, 3,331; 11) Suzuki, 3.099; 12) Grupo Chery, 2,883; 13) BMW, 2,273; 14) Mercedes-Benz, 2.133; 15) Changan, 2,071; 16) Tesla, 1,985; 17) GWM, 1,621; 18) Grupo Tata, 1,277 e 19) Mazda, 1,211.

    As vendas, suponho, devem ter incluído automóveis e comerciais leves, ou seja, somadas as picapes pelos números de GM, Stellantis e Ford, por exemplo. Contudo, talvez não considerem furgões de carga. Um exemplo: Mercedes indicou oficialmente as vendas de 1,983 milhão de unidades de automóveis e 406 mil furgões, o que a colocaria à frente da BMW, embora esta não fabrique furgões.

    No entanto, o site jornalístico americano especializado em notícias de veículos elétricos e energia limpa, Clean Technica, possivelmente, deu um jeitinho para que a BYD com forte posição em elétricos e híbridos (não produz mais veículos apenas com motores a combustão) subisse na classificação de sétimo para terceiro no mundo. O critério não está claro, pois os números divergem, talvez nem mesmo consolidados. Certamente desconsiderou conglomerado de marcas. Referência também em milhões de unidades.

    1) Toyota, 9,09; 2) VW, 4,93; 3) BYD, 3,80; 4) Honda, 3,74; 5) Ford, 3,69; 6) Hyundai, 3,69; 7) Nissan, 3,13; 8) Chevrolet, 3,03; 9) Kia, 2,91 e 10) Mercedes-Benz, 2,18.

    Chinesas: uma sai, outras duas entram no Brasil

    Era fácil de prever. Seres confirmou saída e Neta oficialmente afirma que não vai se despedir do Brasil, embora a situação da matriz na China seja periclitante, conforme noticiário internacional.

    No caso da primeira, os lançamentos, ou meras apresentações, foram fracos, o plano de negócios inconsistente, faltou capital e empenho e, acima de tudo, planejamento e visão do País. A Neta só tem uma concessionária, no Rio de Janeiro (RJ) e a próxima, em Brasília (DF). Apenas 19 carros foram emplacados até agora. Sabe-se que pontos de vendas em shopping centers, como são hoje, não se sustentam.

    Outras chinesas, ao contrário, adquiriram instalações industriais em Iracemápolis (SP) e Camaçari (BA), GWM e BYD, respectivamente. Há uma terceira, GAC, que está animada. Continua interessada na fábrica da Toyota, em Indaiatuba (SP), em processo de desativação. Sem unidade fabril no País e com o imposto de importação subindo para 35% em 2026, ficará bastante difícil qualquer marca de volume competir no Brasil.

    Já o grupo Chery foi o primeiro a construir uma fábrica aqui, em Jacareí (SP). A unidade fechou em 2022 depois que a empresa chinesa praticamente já tinha doado as instalações para a atual Caoa Chery. Há poucos dias, Caoa retribuiu ao ceder parte do terreno para que o grupo chinês volte a tentar se firmar industrialmente aqui, desta vez com a divisão Omoda & Jaecoo. Por enquanto, são dois modelos importados: SUV cupê elétrico Omoda 5, agora e o SUV híbrido plugável Jaecoo 7, mais adiante.

    Grupo BMW: X3 e MINI Aceman, simultaneamente

    O novo X3 M50 XDrive, na quarta geração, evoluiu bastante. Estilo mantém-se fiel à marca, inclusive as quatros saídas de escapamento funcionais. O SUV médio-grande tem 2.865 mm (mais 10 mm) de entre-eixos, 4.755 mm de comprimento (mais 34 mm), 1.920 mm de largura (mais 29 mm), 1.660 mm de altura (25 mm a menos), massa em ordem de marca acima de duas toneladas (exatos 2.057 kg) e ótimo porta-malas de 570 L.

    BMW optou por um sistema híbrido básico, de 48 V, 18 cv e 20,4 kgf·m. O pequeno alternador-motor, associado ao clássico e potente seis-cilindros em linha, 3-litros turbo a gasolina, entrega o total de 398 cv e 59,1 kgf·m. Há ainda o modo boost, muito útil em ultrapassagens. Aceleração de 0 a 100 km/h em convincentes 4,6 s.

    Suspensões são adaptativas, rodas de 21 pol. e freios bem dimensionados para a proposta de um SUV desse porte e desempenho, em viagem de primeira avaliação. Precisão do volante igualmente de alto nível, assim como as respostas do câmbio automático epicíclico de oito marchas. Nos modos Sport e Sport Plus não faz troca automática no limite de rotações do motor, mantendo a marcha, o que demonstra o caráter “M” do modelo.

    Navegação com realidade aumentada é bastante interessante, com ajuda de câmeras. Centralização de faixa de rolagem boa e precisa. Preço: R$ 624.950.

    MINI Aceman, um elétrico totalmente novo e de estilo atraente, oferece duas opções de motorização: 184 cv/29,6 kgf·m (R$ 254.990) e 218 cv/33,6 kgf·m (R$ 304.990). Apresenta dimensões compactas: comprimento, 4.075 mm; largura, 1.754 mm; altura, 1.507 mm; entre-eixos, 2.606 mm (portanto, pouco espaçoso) e porta-malas de apenas 300 L.

    A massa das baterias limita seu desempenho, especialmente em rodovias. Aceleração de 0 a 100 km em 7,6 s e 7,1 s, respectivamente. Alcances médios, padrão Inmetro, de 253 km e 270 km, impõem limites às viagens. Internamente, o mostrador único central tem seu charme, mas pouco prático. Navegação de realidade aumentada impressiona e suspensões bem calibradas destacam-se.

    Picape Toro 2025 recebe motor novo

    Em substituição ao anterior turbodiesel de 2 litros, o novo 2,2-litros igual ao da Rampage e do Commander atende os novos limites de emissões em vigor desde janeiro. Agora entrega 200 cv e 45,9 kgf·m ante 170 cv e 35,7 kgf·m. Não houve nenhuma mudança visual em relação ao modelo 2024. Com essa atualização, a picape se tornou mais ágil e eficiente, para uma condução mais vigorosa e prazerosa. Primeira avaliação foi no Circuito Panamericano (pista de testes da Pirelli), em Elias Fausto/SP, a 111 km da capital paulista.

    No asfalto, a Toro mostrou a resposta ao acelerador mais imediata, o que torna ultrapassagens e retomadas mais seguras e ágeis. Com a nova motorização, passa a acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 9,6 s na versão Volcano e 9,8 s na Ranch, avanço considerável em relação ao modelo anterior. A evolução deve-se, sobretudo, ao turbocompressor com turbina de geometria variável, além claro de 10% de aumento da cilindrada. Velocidade máxima passou de 190 para 201 km/h.

    O câmbio automático de nove marchas da Toro também recebeu novo conversor de torque e teve a relação de diferencial alongada em 14%. Isso resultou em trocas mais suaves. A suspensão traseira foi ajustada com molas de pré-carga diferente, o que melhorou o comportamento em piso irregular. Diâmetro dos discos de freio passaram de 305 para 330 mm.

    Na avaliação off-road, o novo motor tornou a picape mais previsível, principalmente em saídas de curvas. O ganho de potência contribui significativamente para melhor controle de trajetória, em especial quando a frente da picape tende a sair. Consumo de combustível declarado, referência Inmetro: 10,5 km/l, cidade e de 13,6 km/l, na estrada.

    Preços: R$ 206.990 a R$ 224.990.

    Previous ArticleSão Luís passa a contar com uma nova opção de transporte por aplicativo
    Next Article Sistema S traça estratégias para fortalecer pequenos negócios na região do Munim, Lençóis e Delta
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    FERNANDO CALMON

    Mercado continua a crescer, mas tende a se acomodar

    7 de agosto de 2026
    FERNANDO CALMON

    Excesso de confiança nos recursos de segurança pode aumentar acidentes

    2 de agosto de 2026
    FERNANDO CALMON

    Fiat comemora 50 anos e anuncia cinco lançamentos em cinco anos

    24 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 6   +   5   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Livro narra a história de um dos mais importantes importantes empresários do Maranhão, Luiz Noranha, que, além de outros negócios, foi representante da General Motors, pela Comave e Servepeças, sendo um dos responsáveis pela ampliação e dinamização do setor autorizo no mercado maranhense.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje

    Lojas de shopping centers são as preferidas para se comprar de presentes do Dia dos Pais

    8 de agosto de 2026


    Roberto Alencar é distinguida pela CNI com a Medalha do Mérito Industrial

    8 de agosto de 2026


    Eduardo Braide diz como recebeu do antecessor Edivaldo Holanda Júnior, o Hospital da Criança

    7 de agosto de 2026


    Ministério Público realiza nesta sexta-feira audiência para debater medidas para enfrentar violência nos estádios do Maranhão

    7 de agosto de 2026


    Hotel Collection Ópera traz programação de jantar com música erudita uma vez por semana para São Luís

    7 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.