Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    Maranhão Hoje
    Assinar
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»Médicos Sem Fronteiras atende vítimas dos conflitos armados na República Democrática do Congo
    Mundo

    Médicos Sem Fronteiras atende vítimas dos conflitos armados na República Democrática do Congo

    Aquiles Emir29 de janeiro de 202504 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Intensos confrontos tomaram o centro da cidade de Goma, causando pânico e impactos devastadores para a população civil

    Um grande fluxo de pessoas feridas pelos confrontos na República Democrática do Congo (RDC) continua chegando ao hospital Kyeshero em Goma. As equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) estão atendendo os pacientes, mesmo com os conflitos armados e a insegurança, que atingiram a cidade nos últimos dias. A organização foi afetada por vários incidentes desde o início da semana, alguns dos quais limitaram a sua capacidade de fornecer às pessoas os cuidados médicos de que necessitam. Neste momento, MSF está se preparando para enviar mais profissionais para Goma, mas precisa que o acesso humanitário seja garantido por todas as partes envolvidas.

    Os combates entre o M23, o exército congolês e seus respectivos aliados chegaram ao centro de Goma no início desta semana, deixando a cidade em estado de pânico, com um impacto devastador sobre a população. Por vários dias, a região foi isolada do resto do mundo, e as vítimas dos conflitos continuam a chegar nas instalações médicas.

    Instalações humanitárias e médicas não foram poupadas

    “No hospital Kyeshero, uma bala perfurou o telhado da sala de cirurgia durante uma operação”, relata Virginie Napolitano, coordenadora de emergência de MSF em Kivu do Norte. “Vários de nossos equipamentos e medicamentos foram saqueados, comprometendo nossa assistência médica dentro e fora de Goma. Saques realizados por homens armados também afetaram nossos colegas na cidade. Um deles foi ferido à bala em sua casa durante um ataque. Outras organizações e instalações médicas também foram atacadas. Não podemos aceitar que isso aconteça”, conclui Virginie.

    Apesar da situação, uma equipe de MSF continua trabalhando no hospital de Kyeshero, em apoio ao hospital de Ndosho, onde as equipes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) estão recebendo um fluxo ainda maior de feridos.

    Desde quinta-feira (23/01), foram tratados 142 pacientes. Somente na terça-feira (28/01), MSF recebeu 37 pessoas feridas, a maioria mulheres. A maior parte das lesões foram causadas por estilhaços, outros pacientes sofreram ferimentos à bala.

    Desde sexta-feira (24/01), a população teve que lidar com cortes contínuos de água e eletricidade. O fornecimento de refeições de MSF para os pacientes e suas famílias atualmente está ameaçado, pois a insegurança, o risco de saques e o fechamento de estradas estão impedindo nossas equipes de reabastecer os estoques de alimentos, que duram apenas de dois a três dias.

    Impacto na população civil é enorme

    A insegurança crescente e os combates intensos forçaram MSF a reduzir temporariamente o número de equipes ativas em Goma e nos acampamentos para pessoas deslocadas internamente nos arredores da cidade. Enquanto isso, as necessidades médicas e humanitárias na cidade e em seus arredores só irão aumentar. Nas últimas semanas, dezenas de milhares de pessoas se juntaram às 650 mil pessoas que já viviam em acampamentos ao redor de Goma por mais de dois anos. Os combates também atingiram áreas ao redor dos acampamentos, fazendo com que as pessoas fugissem mais uma vez.

    “O impacto deste conflito na população civil é enorme. Além dos feridos e mortos, estamos recebendo relatos devastadores de acampamentos de pessoas deslocadas internamente onde nossas equipes não podem mais ir”, alerta Stephan Goetghebuer, coordenador de projetos de MSF em Kivu do Norte.

    “No local de pessoas deslocadas internamente de Kanyaruchinya, o centro de saúde que apoiamos continua em funcionamento, mas a equipe viu duas crianças morrerem esta semana porque não puderam ser transferidas para nenhum hospital”, completa Goetghebuer.

    É preciso garantir o acesso humanitário à região

    MSF está se preparando para enviar equipes de volta a Goma para avaliar qual resposta pode ser fornecida e qual a melhor forma de aumentar suas atividades, após o saque dos últimos dias. A organização quer repor seus estoques e ampliar o atendimento de emergência o mais rápido possível. Uma maneira possível de mover novas equipes e equipamentos para Goma seria através da Grande Barreira, que separa a RDC de Ruanda. Isso requer facilitação e garantias das partes envolvidas.

    À medida que a situação continua a se deteriorar, MSF apela às partes em conflito para que façam mais para proteger os civis. Elas também devem respeitar as regras mais básicas do direito humanitário internacional e garantir o acesso humanitário, para que a assistência médica essencial possa ser fornecida às pessoas.

    As equipes de MSF ainda estão presentes em outras áreas afetadas pelo conflito nas províncias do Kivu do Norte e do Sul.

    FIEMA
    Previous ArticleMinha Casa, Minha Vida destina 350 novas moradias para o Maranhão
    Next Article Corregedoria de Justiça implanta projeto Moda Legal no 14º Juizado Cível
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Mundo


    Homem atira durante jantar de Donad Trump com correspondentes em Washington

    26 de abril de 2026
    Mundo


    “Portugal pode ser a grande porta de entrada dos interesses empresariais brasileiros na Europa”, diz Lula em Lisboa

    21 de abril de 2026
    Mundo


    “A Alemanha é um parceiro indispensável para o Brasil”, diz Lula durante 42º Encontro Econômico Brasil–Alemanha, em Hanôver

    20 de abril de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 0   +   7   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Epitácio Cafeteria sempre era bem votado na “filial do inferno”, como Renan Santos classificou o bairro Coroadinho. E os moradores dessa comunidade tratava como vizinhos porque morava numa mansão do conjunto Sitio Leal que ficava nas imediações.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    Eleições 2026

    Na sua opinião para onde deve ir o prefeito Eduardo Braide?

    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Flamengo e Fluminense vencem seus jogos e se mantêm na vice-liderança atrás do Palmeiras

    27 de abril de 2026


    Sistema Federação do Comércio lança obras para construção da nova sede do Sesc no município de Caxias

    27 de abril de 2026


    Ainda sem vencer na Série D, Sampaio é derrotado neste domingo pelo Parnahyba

    27 de abril de 2026


    Palmeiras vence mais uma e se mantém isolado na liderança com seis pontos à frente do segundo colocado

    26 de abril de 2026


    irmãs se reinventam e constroem negócio de referência em soluções interiores na cidade de São Luís

    26 de abril de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.