Ketelen teve o mesmo tratamento recebido pelo menino Henry Borel
AQUILES EMIR
Agredida com os mesmos requintes de crueldade a que foi submetido o menino Henrique Borel, pelo casal hetero Dr. Jairinho (padrasto) e Monique (mãe), morreu na madrugada deste domingo (25), também no Rio de Janeiro, a menina Ketelen (06 anos) torturada pelo casal de lésbicas Brena Nunes (madrasta) e Gilmara de Farias (mãe). Ketelen Vitória Oliveira da Rocha foi agredida em sua casa, em Porto Real, no interior fluminense, pelas duas amantes.
Segundo informações do jornal Extra, a menina estava internada em estado grave, com quadro de politraumatismo e coma arreflexo, desde segunda-feira (19). O boletim médico do hospital diz que ela sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.
De acordo com a polícia, Ketelen foi espancada pela madrasta, Brena Luane Barbosa Nunes, de 25 anos, e pela mãe, Gilmara Oliveira de Farias, de 27 anos. As agressões começaram na sexta-feira (16) e se estenderam até a segunda (19).
O caso ganhou repercussão nacional por ter ocorrido dias após a morte de Henry Moreira, que residia na zona nobre do Rio de Janeiro.
Henry – No mês passado, a professora Monique Medeiros e seu amante, o vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior (sem partido), o Dr. Jairinho, foram acusados de submeterem Henry, filho dela, a torturas que resultaram em sua morte. Mãe e padrasto estão presos.
Henry, segundo apuração da polícia, era submetido a torturas constantes pelo vereador, que vinha sendo acobertado pela amante. Na noite em que a criança foi levada ao hospital, quase desfalecida, a alegação do casal para o caso foi uma queda da cama, hipótese descartada pelos médicos para a gravidade das lesões.
(Com informações da Istoé e CNN Brasil)





2 Comentários
Aqui é a Carla Da Silva, gostei muito do seu artigo tem
muito conteúdo de valor parabéns nota 10 gostei muito.
Deus ajude!!
Enfermeiro merece ser tratado como médico,pois eles q ficam na linha de frente.