Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Maranhão»Mortes provocadas pela polícia aumentam 41% no Maranhão, diz Anuário da Segurança Pública
    Maranhão

    Mortes provocadas pela polícia aumentam 41% no Maranhão, diz Anuário da Segurança Pública

    Aquiles Emir30 de outubro de 201704 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    As mortes causadas por policiais em serviço e de folga aumentaram 41,7% em 2016, na comparação com 2015, segundo dados da Anuário Brasileiro da Segurança Pública divulgado nesta segunda-feira (30), em São Paulo (SP), pelo Forum Nacional da Segurança Pública. No Brasil, este aumento foi de 25,8% e entre 2009 e 2016, chega a 21,9 mil o número de pessoas que perderam a vida por ação de agentes dessas corporações.

    De acordo com os números, as mortes decorrentes de intervenções policiais civis em 2016 foram três contra duas em 2015. Já as mortes em intervenções de policiais militares aumentaram de 85 para 122. O Anuário contabiliza ainda duas mortes praticadas por militares fora do serviço contra uma de 2015, não tendo sido registrado nenhum caso envolvendo policiais civis, enquanto em 2015 foi registrado um caso.

    Pelos números absolutos, em 2015 foram registrados 89 assassinatos provocados por policiais civis e militares em serviço ou fora dele, enquanto em 2016 esse número aumentou para 127 ocorrências. Para cada grupo de 100 mil habitantes, a taxa foi de 1,3 em 2015 e 1,8 em 2016, o que dá um aumento de 41,7%.

    Mortes – Segundo o Anuário, a quase a totalidade dos mortos por policiais em 2016 no Brasil eram homens (99,3%), sendo a maioria negros (76,2%). A maior parte das vítimas (65,2%) tinha entre 18 e 29 anos. Os adolescentes, entre 12 e 17 anos, representam 16,6% dos mortos por agentes civis ou militares.

    Em números absolutos, o Rio de Janeiro tem a maior quantidade de mortos por policiais, com 925 casos, 14,8% de todas as mortes violentas intencionais no estado (6,2 mil). Em São Paulo, foram registradas 856 vítimas de ações de policiais, o que significa 17% de todos os casos em que houve intenção de matar no estado (4,9 mil mortes violentas).

    “Aqui em São Paulo a gente conseguiu reduzir os homicídios de forma bastante expressiva desde o início dos anos 2000, mas a letalidade da polícia permanece em uma tendência de crescimento”, destacou a presidente executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, responsável pelo estudo.

    Violência naturalizada – De 2015 para 2016, o número total de mortes intencionais, que inclui latrocínios, assassinatos e lesões seguidas de morte, caiu de 5,2 mil para 4,9 mil em São Paulo. Por outro lado, as mortes causadas por policiais tiveram alta de 2,1%.

    O descompasso está ligado, na avaliação de Samira, à forma como as mortes causadas por policiais são encaradas no Brasil. “Quando a gente fala de letalidade da polícia, essa é a grande questão: assumir isso enquanto um problema institucional. Isso não tem acontecido no Brasil. A gente não tem políticas com foco no controle do uso da força letal, porque isso não é encarado como um problema”, ressaltou.

    “A gente está naturalizando a letalidade policial no Brasil”, acrescentou o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Rafael Alcadipani. “A sociedade está pedindo para matar e os comandos das polícias estão aceitando esse pedido da sociedade”, destacou.

    A opinião é semelhante à do presidente da Associação Nacional dos Praças, cabo Elisandro Lotin. “Para a sociedade hoje, qual é a lógica? Bandido bom é bandido morto. O policial somatiza isso e acaba externando. Na cabeça dele, ele está fazendo a coisa certa”, ressaltou.

    Por isso, ele também defende que o primeiro passo é reconhecer que a letalidade policial está em um patamar preocupante. “Os comandos das instituições policiais militares, os comandos da Polícia Civil têm de reconhecer que nós temos um problema. E, a partir desse problema, buscar solução.”

    Policiais mortos – O número de policiais assassinados também teve crescimento. De 2015 para 2016, o número de agentes civis e militares vítimas de homicídio passou de 372 para 437, uma alta de 17,5%. A maior parte dos mortos eram negros (56%) com idade entre 30 e 49 anos (63,6%).

    O cabo Lotin acredita que essas pessoas acabam sendo vítimas de uma política de segurança pública com foco no combate entre os agentes da lei e os criminosos. “A segurança pública se faz hoje na perspectiva do enfrentamento, belicista”, ressaltou. Além disso, ele destacou a precarização das condições de trabalho dos policiais, que são submetidos a “jornadas de trabalho extenuantes”.

    (Com dados da Agência Brasil)

    FIEMA
    Previous ArticleInep diz que candidatos que fraudaram o Enem serão eliminados
    Next Article Governo do Estado comemora queda nos números da violência na capital em 2016
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Maranhão


    Universitários do Maranhão disputam prêmio de R$ 10 mil com soluções para desafios de grandes eventos em São Luís

    17 de junho de 2026
    Maranhão


    São Luís ganha primeira microfloresta urbana em iniciativa da Heineken em parceria com Prefeitura Municipal

    16 de junho de 2026
    Maranhão


    Buriticupu recebe repasse de mais de R$ 2,3 milhões para obras emergenciais

    16 de junho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 9   +   7   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Instituto Cultural Vale oferece curso sobre patrocínio de projetos culturais pela Lei Rouanet, voltado para produtores culturais e artistas, que recebem orientações sobre a legislação, elaboração do projeto e orçamento, bem como a correta prestação de contas.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Atleta olímpico Leonardo de Deus investe em startup avaliada em R$ 13,8 milhões para ampliar cultura de alta performance

    17 de junho de 2026


    Será que a CBN pode providenciar um xarope expectorante para o seu apresentador Carlos Alberto Sardenberg?

    17 de junho de 2026

    Sicredi Veredas reforça presença no Maranhão com projeto de nova agência em São Luís

    17 de junho de 2026

    Estreia do Brasil na Copa muda rotina do varejo: e-commerce cresce 15,5%, enquanto lojas físicas recuam, aponta ICVA Cielo

    17 de junho de 2026


    Messi vira o maior artilheiro das copas e lidera Argentina na vitória sobre a Argélia nesta terça-feira

    17 de junho de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.