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    Home»Mundo»Papa Francisco lança “Querida Amazônia” em que defende os povos indígenas
    Mundo

    Papa Francisco lança “Querida Amazônia” em que defende os povos indígenas

    Aquiles Emir13 de fevereiro de 202004 Mins Read
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    Papa Francisco na Basílica de São Pedro, no Vaticano.
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    O Papa Francisco publicou nesta quinta-feira (13) a “Querida Amazônia,” sua resposta ao sínodo dos bispos sobre a Amazônia. Nela, o Papa Francisco endossa fortemente o papel dos povos indígenas como guardiões da criação. Ele diz que “Às operações económicas, nacionais ou internacionais, que danificam a Amazônia e não respeitam o direito dos povos nativos … há que rotulá-las com o nome devido: injustiça e crime.”

    O endosso do pontífice ao papel dos povos indígenas tem ressonância especial, pois vem logo após o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, propor que as áreas indígenas sejam abertas à exploração de mineração, petróleo e agricultura, entre outras indústrias extrativas. A proposta do presidente Bolsonaro foi recebida com forte resistência por grupos indígenas.

    Retomando o tema do seu pontificado e do sínodo da Amazônia, o Papa Francisco diz que “Os indígenas, quando permanecem nos seus territórios, são quem melhor os cuidam.”

    Falando diretamente aos povos indígenas, o Papa Francisco diz, “Aos membros dos povos nativos, agradeço e digo novamente que … Vós sois memória viva da missão que Deus nos confiou a todos: cuidar da Casa Comum.”

    O sínodo dos bispos para a região pan-amazônica ocorreu em outubro de 2019 em Roma. Durante o evento de quase um mês, bispos e outros líderes de todo o mundo discutiram os dons e os desafios da Amazônia, considerando tanto sua situação única quanto a maneira como ela reflete questões culturais maiores. Na conclusão do sínodo, os padres sinodais emitiram uma declaração final.

     A declaração do Papa Francisco, oficialmente chamada de exortação apostólica, é sua resposta aos padres sinodais. Em sua declaração, o Papa Francisco diz que “A Igreja, com a sua longa experiência espiritual … deseja, por sua vez, prestar a sua contribuição para o cuidado e o crescimento da Amazônia.”

     Esta visão não se limita ao Papa Francisco. Uma pesquisa feita com católicos, realizada às vésperas do sínodo, revelou que 85% dos brasileiros católicos vêem a destruição da Amazônia como um pecado. A grande maioria dos católicos do Brasil apoia firmemente o sínodo dos bispos e os esforços do papa para proteger a Amazônia.

     Nos meses antecedentes ao sínodo, a administração do presidente Bolsonaro tentou retratar divisões entre a Igreja em Roma e os fiéis no Brasil, e admitiu monitorar as comunicações dos bispos católicos no Brasil.

    A ecologia tem sido uma pedra angular do papado do papa Francisco. 2020 marca o aniversário de cinco anos de sua encíclica Laudato Si’, que se concentra na ecologia e nas mudanças climáticas. A encíclica tem sido amplamente creditada com a síntese de décadas de ensino da Igreja sobre o meio ambiente no contexto de uma grave crise planetária. O sínodo da Amazônia foi visto como a primeira aplicação prática da “ecologia integral”, um conceito-chave da encíclica, para um determinado local.

    Segundo Dom Roque Paloschi, presidente da CIMI, Conselho Indigenista Missionário da Conferência Episcopal do Brasil, e membro especial do conselho do sínodo dos bispos para a região pan-amazônica, “a Exortação é uma palavra de ânimo, um caminho, e não uma resposta final.” Ele ainda disse, “É imperativo que a Igreja tenha uma voz profética e o compromisso incondicional na defesa dos mais pobres e vulneráveis. A Amazônia é ameaçada em sua integridade física, cultural, territorial, sobretudo os povos indígenas isolados, os mais vulneráveis por grandes grupos econômicos, ações do crime organizado e a omissão do estado.”

    Tomás Insua, Diretor Executivo do Movimento Católico Global pelo Clima, disse, “Como católicos, cremos que a vida abundante na Amazônia é um dom, e que os povos indígenas que a protegem merecem nosso maior respeito. A crise ambiental cresce a cada dia. Precisamos desenvolver com urgência as soluções para esta crise, e não acelerá-la ainda mais. Nós, católicos, estamos de todo o coração com o Papa Francisco e com nossos irmãos e irmãs indígenas.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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