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    Home»Brasil»“Ação, Justiça, Esperança”: navio ativista do Greenpeace chega a Belém para a COP30
    Brasil

    “Ação, Justiça, Esperança”: navio ativista do Greenpeace chega a Belém para a COP30

    Aquiles Emir5 de novembro de 202505 Mins Read
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    Rainbow Warrior vem se somar às vozes dos povos tradicionais 

    Carregando em seu mastro a mensagem “Ação, Justiça e Esperança”, o navio símbolo do ativismo do Greenpeace, o Rainbow Warrior, chegou a Belém, no Pará, nesta quarta-feira (5), para marcar presença durante a Conferência do Clima da ONU, a COP30. Neste momento decisivo para o clima do planeta, o navio retorna à Amazônia ao lado dos povos tradicionais e movimentos sociais para pressionar os líderes globais por metas climáticas ambiciosas, pelo fim do desmatamento global até 2030 e pela transição energética justa já!

    A bordo do Rainbow Warrior e segurando cartazes com mensagens que pedem respeito pela Amazônia estavam as lideranças indígenas Dinamam Tuxá, coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Cacique Megaron Txucarramãe, liderança do povo Kayapó, Angela Kaxuyana, representante da Coordenação dos Povos Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), e diretora executiva do Greenpeace Brasil, Carolina Pasquali. 

    “A nossa presença aqui representa a Re-União dos povos tradicionais pela vida. Estamos juntos para garantir um futuro para as próximas gerações. Na COP30, o que queremos mostrar é que nós, povos indígenas, somos os verdadeiros responsáveis por manter a Amazônia e outros biomas em pé. As terras indígenas são a solução mais eficaz para proteger a natureza e enfrentar a crise climática”, afirmou o Cacique Megaron a bordo do navio, a caminho de Belém.

    “Chegamos à COP30 com uma mensagem clara: não há futuro possível sem os povos indígenas no centro das discussões globais. O enfrentamento da crise climática passa pelo reconhecimento, garantia e proteção dos territórios indígenas e o reconhecimento das contribuições dos povos indígenas para a manutenção do equilíbrio climático. A resposta somos nós!”, disse Angela Kaxuyana.

    “A chegada do Rainbow Warrior à Amazônia, neste momento histórico da COP30, simboliza a união entre as lutas globais e as lutas ancestrais. Os povos indígenas estão aqui para lembrar ao mundo que não existe justiça climática sem justiça para os territórios. A proteção do clima depende da defesa de todos os biomas, Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica e Pampas porque cada um deles é parte essencial da vida no planeta. Somos guardiões dos biomas, das águas e da biodiversidade, e é tempo dos governos escutarem e agirem junto conosco, com coragem e compromisso real com o futuro do planeta”, afirmou Dimanam Tuxá

    Ancorado durante a conferência no pier da Universidade Federal do Pará, o Rainbow Warrior traz a mensagem de que só com esperança transformada em ação e mobilização coletiva será possível construir um mundo mais verde, digno e justo para todas as formas de vida.

    A coragem que guia as ações ativistas do Greenpeace em alto-mar, a bordo do Rainbow Warrior, chega a Belém para se somar à mobilização das organizações, povos e movimentos sociais. Acreditamos que as soluções reais para a crise climática estão no chão das florestas, nos territórios e na sabedoria dos povos tradicionais. Isso precisa ser ouvido e considerado pelos líderes na COP30, que têm a responsabilidade de transformar a esperança em ação!”,  defende a diretora executiva do Greenpeace Brasil, Carolina Pasquali.

    Navio lendário – Símbolo de ativismo ambiental, o Rainbow Warrior é reconhecido mundialmente desde a década de 1970 por participar de manifestações pacíficas, bloqueios e mobilizações em defesa do planeta, do Ártico à Amazônia.

    O navio que está em Belém, o Rainbow Warrior III, foi construído pelo Greenpeace com a colaboração de mais de 100 mil doadores ao redor do mundo. Foi inaugurado em 14 de outubro de 2011, na celebração dos 40 anos da rede global do Greenpeace, e desde então, já navegou mais de 322 mil quilômetros e passou por cerca de 55 países.

    A chegada também marca a inauguração do “Trapiche Ribeirinho” da Universidade Federal do Pará (UFPA). A construção do pier é uma parceria entre a universidade, a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) e o Greenpeace Brasil.

    COP30 precisa manter viva a principal meta de 1.5C

    Após a ancoragem no porto da UFPA – Campus Básico, o Greenpeace apresentou as demandas e expectativas da organização para a COP30.

    “Os líderes presentes na COP30 precisam avançar, ao mesmo tempo, na eliminação dos combustíveis fósseis e na proteção das florestas, assim como garantir financiamento climático público suficiente para os países em desenvolvimento. O Greenpeace está em Belém para pressionar os líderes globais a implementarem metas claras para zerar o desmatamento e reverter a degradação florestal até 2030 e para acelerar a transição energética justa para longe dos fósseis. Conectar essas duas agendas e garantir o respeito aos povos tradicionais é urgente, e é o que pode fazer da COP30 a conferência que manteve viva a meta de 1,5°C”, explica Carolina Pasquali.

    Sobre o Greenpeace Brasil – O Greenpeace Brasil é uma organização ativista ambiental sem fins lucrativos, que atua desde 1992 na defesa do meio ambiente. Ao lado de todas as pessoas que buscam um mundo mais verde, justo e pacífico, a organização atua há mais de 30 anos pela defesa do meio ambiente denunciando e confrontando governos, empresas e projetos que incentivam a destruição das florestas

     

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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