Na Arena da Baixada, em Curitiba, o Athletico recebe o Boca Juniors pela terceira rodada da fase da fase de grupos da Libertadores. Não bastasse a rivalidade futebolística, capaz de mudar a atmosfera quando brazucas e hermanos entram em campo, o duelo vale a liderança do Grupo G da competição. A bola rola às 21h30 (de Brasília).
O Furacão finalizou na tarde de segunda-feira (1º) a preparação para o duelo frente ao atual vice-campeão da Libertadores. Como tem utilizado a equipe de aspirantes no Campeonato Paranaense, o técnico Tiago Nunes não deve encontrar problemas na escalação. É bem provável que o treinador comece com o mesmo time que goleou o Jorge Wilstermann por 4 a 0 na rodada anterior.
O atacante argentino Marco Ruben, que já encarou o Boca Juniors em outras ocasiões, destaca a importância do triunfo: em segundo lugar com três pontos, o Rubro-Negro pode tomar a liderança do Boca (que soma quatro) caso vença.
“É fundamental. Nós queremos ser líderes do grupo e não podemos deixar escapar uma oportunidade como essa, porque é um grupo muito competitivo e em casa temos que fazer a diferença”, disse o jogador, ao site oficial do Athletico.
A torcida atleticana promete lotar a Arena da Baixada. Segundo última parcial divulgada pelo clube, restavam pouco menos de 5 mil ingressos à venda.
“Nós somos fortes em casa e isso é fundamental na Copa. Temos que demonstrar isso contra qualquer adversário, jogando da mesma forma que foi contra o Wilstermann. Em campo, somos 11 contra 11, e por mais nome que tenha o rival, a partida se faz em campo”, destacou Marco Ruben.
No dia 29 de janeiro de 1973, Athletico e Boca Juniors se enfrentaram pela Taça Atlântico Sul. O duelo teve como palco o Couto Pereira (na época Belfort Duarte). Com gols de Torino e Madureira, o Furacão superou de virada os argentinos por 2 a 1.
(CBF)




