Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Poder e Política»Presidente Lula recua e decide manter isenções dos impostos federais sobre os combustíveis
    Poder e Política

    Presidente Lula recua e decide manter isenções dos impostos federais sobre os combustíveis

    Aquiles Emir2 de janeiro de 202305 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Presidente havia recomendado suspensão do benefício

    Após tomar posse no Congresso Nacional e subir pela terceira vez a rampa do Palácio do Planalto, neste domingo (1º), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu posse a 37 ministros e assinou os primeiros atos do novo governo. Na cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, foram assinados 13 despachos, entre decretos e medidas provisórias (MPs).A primeira MP foi a que cria a nova estrutura ministerial. Também foi assinada MP que viabiliza a manutenção do Bolsa Família no valor de R$ 600 por beneficiário, mais R$ 150 por criança de até 6 anos de idade. Promessa de campanha do presidente, a medida só foi possível após a aprovação, pelo Congresso Nacional, de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que excluiu os gastos com o programa social da regra de teto de gastos.

    Lula assinou também medida que mantém a desoneração de impostos federais PIS/Cofins sobre os combustíveis, além de um decreto sobre armamentos. Segundo a Presidência da República, trata-se do início do processo de reestruturação da política de controle de armas no país. Lula assinou ainda despacho determinando que a Controladoria Geral da União (CGU) reavalie, em 30 dias, as decisões que impuseram sigilo indevido sobre informações da administração pública.

    Na área ambiental, foram assinados alguns atos, incluindo um decreto que restabelece o combate ao desmatamento na Amazônia, e outro que restabelece o Fundo Amazônia, com recursos de R$ 3 bilhões em doações internacionais para combater o crime ambiental. Também foi assinado um despacho que determina que o Ministério d Meio Ambiente e Mudança do Clima proponha, em 45 dias, nova regulamentação para o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

    Outros atos assinados por Lula no primeiro dia de mandato foram: despacho que determina aos ministros que encaminhem propostas para retirar de programas de desestatização empresas públicas como Petrobras, Correios e Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e outro que determina que a Secretaria-Geral da Presidência da República elabore propostas de recriação do Pro-Catadores, programa de apoio a catadores de materiais recicláveis.

    Os atos serão publicados em edição extra do Diário Oficial da União.

    Veja o resumo da lista dos primeiros atos assinados pelo presidente Lula no governo:

    • Assinatura da MP que modifica a estrutura do governo e os ministérios;
    • Assinatura da MP que garante R$ 600 de Bolsa Família para os mais pobres;
    • Assinatura da MP que desonera os combustíveis no Brasil;
    • Assinatura do decreto de armamentos, que inicia o processo de reestruturação da política de controle de armas no país;
    • Assinatura de decreto que restabelece o combate ao desmatamento na Amazônia;
    • Assinatura de decreto que restabelece o Fundo Amazônia e viabiliza R$ 3 bilhões de doações internacionais para combater crimes ambientais;
    • Revogação de decreto que incentivava garimpo ilegal na Amazônia;
    • Inclusão de pessoas com deficiência na educação: decreto que extingue a segregação;
    • Decreto que remove impedimentos à participação social na construção de políticas públicas;
    • Despacho que determina que a CGU reavalie em 30 dias as decisões que impuseram sigilo indevido sobre informações da administração pública;
    • Despacho que determina a ministros encaminhem proposta para retirar de programas de desestatização empresas públicas como Petrobras, Correios e EBC;
    • Despacho que determina que ministro de estado elabore propostas de recriação do Pro-Catadores;
    • Despacho para que Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas proponha, em 45 dias, nova regulamentação para o Conama.

    Na cerimônia de posse dos novos ministros, depois da assinatura do documento por eles e pelo presidente, a equipe posou para a foto oficial. A nova estrutura de governo é composta por 37 ministérios.

    Tomaram posse neste domingo:

    • Sônia Guajajara – Minstério dos Povos Indígenas
    • Rui Costa – Casa Civil
    • Flávio Dino – Ministério da Justiça e Segurança Pública
    • Fernando Haddad – Ministério da Fazenda
    • Simone Tebet – Ministério do Planejamento e Orçamento
    • Aniele Franco – Ministério da Igualdade Racial
    • Cida Gonçalves – Ministério das Mulheres
    • José Múcio Monteiro – Ministério da Defesa
    • Mauro Vieiria – Ministério das Relações Exteriores
    • Renan Filho – Ministério dos Transportes
    • Nísia Trindade – Ministério da Saúde
    • Margareth Menezes – Ministério da Cultura
    • Ana Moser – Ministério do Esporte
    • Carlos Fávaro – Ministério da Agricultura
    • Camilo Santana – Ministério da Educação
    • Alexandre Silveira – Ministério de Minas e Energia
    • André de Paula – Ministério da Pesca e Aquicultura
    • Luciana Santos – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
    • Marina Silva – Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas
    • Simone Tebet – Ministério do Planejamento
    • Esther Dweck – Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos
    • Carlos Lupi – Ministério da Previdência
    • Waldez Góes – Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional
    • Alexandre Padilha – Secretaria de Relações Institucionais
    • Daniela Carneiro – Ministério do Turismo
    • Silvio Almeida – Ministério dos Direitos Humanos
    • Margareth Menezes – Ministério da Cultura
    • Márcio França – Ministério dos Portos e Aeroportos
    • Paulo Teixeira – Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura familiar
    • Juscelino Filho – Ministério das Comunicações
    • Luiz Marinho – Ministério do Trabalho e Emprego
    • Márcio Macedo – Secretaria-Geral da Presidência da República
    • Vinícius Marques Carvalho – Controladoria-Geral da União (CGU)
    • Jorge Messias – Advocacia-Geral da União (AGU)
    • Gonçalves Dias – Gabinete de Segurança Institucional (GSI)
    • Geraldo Alckmin – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

    Antes de empossar os ministros e assinar as primeiras medidas de gestão, o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alcmkin, acompanhados das esposas, Janja da Silva e Lu Alckmin, receberam os cumprimentos de chefes de Estado e representantes de delegações estrangeiras.

    No último compromisso oficial da posse, o presidente recebe convidados e representantes estrangeiros em uma recepção no Palácio do Itamaraty.

    (Agência Brasil)

    Previous ArticleYorrane é o primeiro bebê nascido em 2023 em uma unidade de saúde do Maranhão
    Next Article Ao elogiar Lula por receber faixa presidencial do povo, Roseana diz que ela fez primeiro
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Poder e Política

    16 de agosto de 2026
    Poder e Política

    Ação da Mota Machado realiza evento Connect Empresarial Maranhão

    15 de agosto de 2026
    Poder e Política


    Timão suporta pressão na Argentina e segura empate com Rosário Central

    14 de agosto de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 1   +   7   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    CONVERSA FRANCA Se não há mais amparo constitucional, que sigilo da fonte jornalística seja revisado ou retirado da Constituição Federal, pois o Brasil não pode continuar com uma Carta Magna que tem um amontoado de artigos, parágrafos, alíneas e incisos como letras mortas, enquanto a interpretação do certo e do errado estiver somente nas cabeças privilegiadas de alguns juízes.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Federação das Indústrias e Fundação Aleixo Belov firmam parceria para mapear Economia do Mar

    16 de agosto de 2026

    Raimundo Gaspar é reeleito presidente do Sindicatos das Indústrias de Óleos

    16 de agosto de 2026


    Acusados de participar de morte do advogado Ronaldo Rego são condenados em Caxias

    16 de agosto de 2026

    16 de agosto de 2026


    Vitória do Fluminense sobre o Palmeiras diminui a distância do Flamengo para o vice-líder do Brasileirão

    16 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.