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    Home»Negócios»Pressionado pela gasolina e passagens aéreas, IPCA de julho registra um aumento de 0,38%
    Negócios

    Pressionado pela gasolina e passagens aéreas, IPCA de julho registra um aumento de 0,38%

    Aquiles Emir9 de agosto de 202403 Mins Read
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    Transportes e Habitação sobem alimentação cai

    Em julho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi a 0,38%, ficando 0,17 ponto percentual (p.p.) mais alto que o de junho (0,21%). Essa elevação do índice foi puxada pelos preços da gasolina, que subiu 3,15%, e também pelas passagens aéreas, que subiram 19,39%. Outra contribuição para a alta do IPCA veio das tarifas de energia elétrica residencial (1,93%).

    O gerente do IPCA, André Almeida, observa que “em julho temos férias escolares, o que concorreu para o aumento das passagens aéreas. Além disso, neste mês passou a vigorar a bandeira tarifária amarela para a energia elétrica residencial, que acrescenta R$1,885 a cada 100kwh, ocasionando elevação de preços”.

    No ano, o IPCA acumula alta de 2,87% e, nos últimos 12 meses, de 4,50%, acima dos 4,23% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

    Alimentação em queda – Em julho, houve alta de preços em sete dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IPCA. A maior variação (1,82%) e também o maior impacto (0,37 p.p) sobre o IPCA de julho veio do grupo dos Transportes, com Habitação a seguir (0,77% e 0,12 p.p.).

    Por outro lado, os preços do grupo Alimentação e Bebidas recuaram 1,00% e foram responsáveis pelo impacto negativo mais intenso sobre o IPCA de julho (-0,22 p.p.). Dentro desse grupo, a alimentação no domicílio caiu 1,51% em julho.

    André lembra que o recuo de preços da alimentação no domicílio ocorreu “após nove meses consecutivos de alta. O aumento da oferta de diversos produtos agrícolas contribuiu para a redução dos preços”.

    As principais quedas foram nos seguintes itens:

      • Tomate (-31,24%)
      • Cenoura (-27,43%)
      • Cebola (-8,97%)
      • Batata inglesa (-7,48%)
      • Frutas (-2,84%).

    Entre as 16 localidades onde o IBGE coleta preços para o cálculo do IPCA, as maiores altas de preços foram em São Luís e Rio Branco (0,53%, ambas), sob influência das altas da gasolina (5,78% e 2,43%, respectivamente). Por outro lado, os recuos na Alimentação no Domicílio, principalmente no Tomate, fizeram com que as regiões metropolitanas de Salvador e Aracaju tivessem as menores variações (0,18%, ambas).

    INPC estável – Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) foi a 0,26% em julho, ficando 0,01 p.p. acima do resultado de junho (0,25%). No ano, o INPC acumula alta de 2,95% e, nos últimos 12 meses, de 4,06%.

    Os produtos alimentícios caíram 0,95% em julho, depois de subirem 0,44% em junho. Já os produtos não alimentícios aceleraram de 0,19% em junho para 0,65% em julho.

    Mais sobre as pesquisas – O IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, enquanto o INPC, as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. Acesse os dados no Sidra. O próximo resultado do IPCA, referente a agosto, será divulgado em 10 de setembro.

    (Agência IBGE)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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