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    Home»Maranhão»Procon garante que Odebrecht Ambiental fornece água no município de Raposa
    Maranhão

    Procon garante que Odebrecht Ambiental fornece água no município de Raposa

    Aquiles Emir29 de janeiro de 201704 Mins Read
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    O Governo do Estado, através da Secretaria de Comunicação e Articulação Política (Secap), distribuiu nota neste sábado (28), na qual o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) insiste que a Odebrecht Ambiental atua no município de Raposa, embora a empresa não tenha firmado contrato com esta Prefeitura pata atuar em seu território, estando presente, portanto, apenas em São José de Ribamar e Paço do Lumiar.

    O Procon enviou anexos sobre a polêmica. Num dele aparecem duas faturas sobre cobrança de água. A logomarca da empresa está bem visível na cobrança para um consumidor da comunidade Pirâmida, no município de Paço do Lumiar; na outra conta não aparece logomarca de quem expediu, mas o leitor pode verificar que até os modelos são diferentes, e esta refere-se a um consumo em Pirâmide, no município de Raposa.

    O Procon mostra ainda resultado de laudos laboratoriais sobre as coletas de água, em que as retiradas da Semus (Secretaria Municipal de Saúde) e da Escola Professora Maria Rosa Reis, ambas em Raposa, aparecem fora do padrão, mas não está claro quem forneceu a água.

    Eis a nota do Procon:

    Nota de esclarecimento caso Odebrecht

    O PROCON/MA informa que a multa aplicada na empresa Odebrecht teve por fundamento laudos realizados na qualidade da água colhida em três municípios da Grande Ilha: Paço do Lumiar, Raposa e São José de Ribamar. Sobre a amostra feita no município de Raposa, esta foi colhida no bairro Pirâmide, localidade atendida pela empresa sancionada.

    Os laudos da Vigilância Sanitária, que seguem no anexo 1 (página 4, item 5.1), apontam a coleta feita no referido residencial e o identifica como pertencente ao município de Raposa. Independentemente disso, a água que chega ao bairro é fornecida pela Odebrecht Ambiental, sendo de sua responsabilidade a prestação do serviço. O anexo 2 (Resultado das Análises Laboratoriais), marca em vermelho a abreviatura “N/C”, que indica não haver presença de cloro na água. Ainda no anexo 2, a observação deixa explícito que os indicadores em vermelho estão fora dos padrões de potabilidade.

    Quanto à alegação de que o processo teria sido encerrado em agosto de 2016, trata-se de uma informação inverídica trazida pela concessionária, pois nesse período houve tratativas para que fosse firmado um termo de ajustamento de conduta com a empresa sancionada, conforme e-mail no anexo 3, que não foi concretizado por falta de compromisso da concessionária. Por fim, ainda, segue os anexos 4 e 5 de faturas de reclamações que o Instituto recebeu de moradores do Residencial Pirâmide, onde se pode ver claramente a identificação do município de Raposa no anexo 4 e do município de Paço do Lumiar no anexo 5, confirmando mais este transtorno que os moradores enfrentam.

    O Procon/MA reitera seu compromisso com a vida, saúde e segurança dos consumidores, por isso a multa responde à demanda da população, que chegou a formalizar junto a este órgão de defesa do consumidor cerca de 1.000 reclamações contra a Odebrecht Ambiental. O órgão reafirma ainda seu compromisso com a seriedade de suas decisões, sempre embasadas em relatórios e critérios exclusivamente técnicos.

    Eis a nota da Odebrecht Ambiental:

    A Odebrecht Ambiental, responsável pelos serviços de água e esgoto de São José de Ribamar e Paço do Lumiar, não foi notificada oficialmente pelo PROCON quanto a aplicação de multa divulgada pelo mesmo órgão à imprensa.

    A empresa foi surpreendida pela acusação de falta de qualidade na água distribuída nos municípios de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa, sendo que neste último a Odebrecht Ambiental não possui nenhuma atuação.

    A concessionária estranhou também o fato do texto distribuído citar uma ação da Vigilância Sanitária realizada ainda em 2016 com amostras de água e análises de origem desconhecidas. Processo este que foi dito como encerrado pelo diretor do órgão, Duarte Junior (foto acima), em reunião realizada dia 09 de agosto de 2016 após a apresentação de análises realizadas pela Universidade Federal do Maranhão.

    Em agosto do ano passado ao ser questionada sobre a qualidade da água distribuída a partir de análises apresentadas pela Vigilância Sanitária, a concessionária enviou amostras de água da rede de distribuição à Universidade Federal do Maranhão – entidade idônea, isenta e com capacidade técnica para tal. Todos os laudos emitidos pela UFMA em 2016 atestaram que a água atende os mais rigorosos padrões de potabilidade exigidos pela legislação; e segundo as exigências de padrão internacional do Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater e da NBR9898.

    Assessoria de Imprensa

     

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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