Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    Maranhão Hoje
    Assinar
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Agronegócio»Produção de arroz no Maranhão caiu 68,5% da safra 2014 para a 2020, segundo dados da Conab
    Agronegócio

    Produção de arroz no Maranhão caiu 68,5% da safra 2014 para a 2020, segundo dados da Conab

    Aquiles Emir29 de setembro de 202004 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Estado passa a se concentrar na produção de milho e soja

    AQUILES EMIR

    Em dezembro de 2014, faltando vinte dias para tomar posse como secretário estadual de Agricultura, o hoje deputado estadual licenciado Márcio Honaiser (PDT), ao participar, em Arari, do início da colheita da safra 2014/15 transmitiu um recado do futuro governador, Flávio Dino (PCdoB). Diante dos números consolidados da safra 2013/14, que aponta para um volume próximo de meio milhão de toneladas para o arroz, disse que o governo não iria aceitar uma produção tão insignificante do grão.

    Segundo Honaiser, que hoje é secretário de Desenvolvimento Social, a meta do futuro governo para as próximas safras seria para colheitas de, no mínimo, 1 milhão de toneladas do grão, o que seria suficiente para abastecer tanto o mercado interno quanto exportar para outros estados e países.

    Pelos cálculos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), para abastecer o mercado local, são necessárias 628,2 mil toneladas/ano, e considerando o consumo médio de 95,6 kg/habitante/ano, logo a meta a ser atingida significaria dizer que iriam sobrar pelo menos 375 mil toneladas para exportação.

    Flávio Dino em Salangô, onde injetou R$ 3 milhões para aumentar produção de arroz, mas até bombas roubaram

    Queda – Uma das estratégias do Governo do Estado para atingir sua meta foi investir R$ 3 milhões no projeto de arroz irrigado de Salangô, no município de São Mateus, onde há um sumidouro de dinheiro desde os anos 1990.

    Na gestão anterior à de Dino, chegou a ser negociada transferência dese projeto para a iniciativa privada, mas o governo atual insistiu que ele funciona bem é com dinheiro público. Este ano, contudo, nem mesmo as bombas de irrigação estão funcionando porque as peças já foram roubadas.

    Passados sete anos desta previsão que mereceu aplausos dos agricultores presente ao evento de Arari, o quadro é totalmente diferente, pois os dados da Conab sobre a safra 2019/20 apontam que a colheita de arroz no estado será de, no máximo, 153,8 mil toneladas, ou seja, em vez de aumentar de aumentar 519 mil, diminuiu 336 mil toneladas, ainda assim o governador Flávio Dino não se constrangeu de opinar sobre a crise do arroz, quando saíram as primeiras notícias de aumento de preços e ameaça de desabastecimento do grão.

    “Nem adianta perguntar qual o caminho a Bolsonaro. Ele nada sabe e de nada entende, como já declarou várias vezes”, disse o governador em sua página no Facebook, sem entrar em detalhes porque no seu estado a produção não aumentou, e caiu. 

    Além do arroz, caiu também no Maranhão a produção de feijão, que em 2014 era de 36,7 mil toneladas e este ano chegou a 27,1 mil toneladas, o que representa uma diminuição de 27,1%.

    Participação – Ao contrário desses cereais, que são considerados essenciais para abastecer a mesa do maranhense, as produções de milho e soja subiram consideravelmente, quase todas elas destinadas ao mercado internacional.

    Soja responde por mais da metade da produção de grãos no estado

    Para que se tenha ideia, em 2014, quando a safra total do Maranhão foi de 3,818 milhões de toneladas, o milho, com 1,362 milhão de toneladas, tinha uma participação de 35,6% da colheita de grãos no Maranhão. Já em 2020, com a produção total chegando a 5,6 milhões de toneladas, o milho, com 2,195 milhões de toneladas, responde por 39,1%.

    Já a soja, que em 2014 participou com 49,6%, com uma colheita de 1,897 milhão de toneladas, nesta safra, com 3,130 milhões de toneladas, responde por 55,8%, ou seja, mais da metade da safra total de 5,6 milhões de toneladas.

    Para Luiz Figueiredo, consultor da Federação de Agricultura, não há mistérios, pois o agricultor vai para onde é mais lucrativo. O arroz, ensino, tem praticamente um tipo de cliente, o consumidor final, enquanto milho e soja são disputados por fabricantes de ração, óleo, etanol e diversos fabricantes de subprodutos, portanto há uma disputa para adquiri-los, e demanda sempre despertar aumentar a oferta. Além disso, os produtores locais de arroz enfrentam concorrência de países da África, Ásia e outros continentes.

    FIEMA
    Previous Article“Minha crescente popularidade importuna adversários e grande parte da imprensa”, diz Bolsonaro
    Next Article Ministério Público vai multar candidatos que provocam aglomerações em atos de campanha
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Agronegócio


    Em celebração dos 53 anos da Embrapa, Lula defende sofisticação e diversificação para agro conquistar mais mercados

    24 de abril de 2026
    Agronegócio


    Embrapa Maranhão realiza nesta quinta-feira dia de campo sobre manejo de arroz de sequeiro

    22 de abril de 2026
    Agronegócio


    Startup nordestina usa inteligência artificial para proteger agricultura das emergências climáticas

    17 de abril de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 1   +   10   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Apoio do presidente Lula nem sempre foi certeza de votos para seus aliados na política do Maranhão, como sonha o vice-governador Felipe Camarão no seu projeto para ser sucessor de Carlos Brandão.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    Eleições 2026

    Na sua opinião para onde deve ir o prefeito Eduardo Braide?

    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    MEI impulsiona entrada de trabalhadores autônomos no mercado formal e amplia oportunidades de renda no Maranhão

    1 de maio de 2026


    O acaso me trouxe aqui para testemunhar uma bela história de bom Jornalismo

    1 de maio de 2026


    Tampas de bueiros mal fixadas na Avenida Edson Brandão incomodam pelo barulho causado por veículos

    1 de maio de 2026

    Havan inicia vendas do álbum da Copa e comercializa mais de 70 mil pacotes de figurinhas no primeiro dia

    1 de maio de 2026


    Vasco assume liderança do Grupo da G da Sul-Americana ao derrotar Olimpia do Paraguai

    1 de maio de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.