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    Home»Agronegócio»Rebanho de bovinos no Maranhão reduz em mais de 100 mil reses em dois anos
    Agronegócio

    Rebanho de bovinos no Maranhão reduz em mais de 100 mil reses em dois anos

    Aquiles Emir7 de outubro de 201704 Mins Read
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    AQUILES EMIR

    Apesar de ainda continua sendo o segundo maior rebanho do Nordeste, com um plantel estimado acima de 7,6 milhões de reses, o Maranhão, atrás apenas da Bahia, que conta com mais de 10,3 milhões, o Maranhão teve uma perda superior a 100 mil animais, nos anos de 2015 e 2016. De acordo com os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2014 o rebanho maranhense era de 7.758.352 animais e no passado baixou para 7.653.870, ou seja, uma diminuição de 104.482 animais.

    Para que se tenha ideia do que isto representa, a quantidade perdida supera os rebanhos de duas unidades da Federação: Distrito Federal (96.265) e Amapá (76.379). Segundo o IBGE, com essa quantidade de bovinos, o estado fica em 12º rebanho do país, atrás do Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rondônia, São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná e Tocantins.

    Quanto aos suínos, o Maranhão, com um rebanho estimado em 89.945, tem o maior plantel nordestino, ficando ainda em segundo lugar entre os criadores de equinos, na região, com 197.529 animais.

    Brasil – O IBGE diz que a produção brasileira de carne bovina manteve a trajetória de crescimento, enquanto a piscicultura teve a maior expansão entre as criações da pecuária. O efetivo de bovinos brasileiros chegou a 218,2 milhões de cabeças no ano passado, o maior patamar já registrado pela Pesquisa da Pecuária Municipal.

    Rebanho de suínos do Maranhão é o maior do Nordeste, segundo IBGE

    Com crescimento de 3,3%, acima da média nacional, a principal região criadora de bovinos continua sendo o Centro-Oeste, com 34,4% do rebanho. O Norte manteve a segunda colocação, com aumento de 1,7%. Segundo a pesquisadora do IBGE Mariana Oliveira, o baixo custo da terra e a boa disponibilidade hídrica têm permitido o crescimento na região. São Félix do Xingu, no Pará, é o município brasileiro com o maior efetivo de bovinos, e Marabá, no mesmo estado, está na quinta colocação.

    A pesquisa mostra que em 2016 houve uma retração na produção de leite de 2,9% e um aumento de 15,2% no preço, que atingiu média nacional de R$ 1,17 por litro. De acordo com Mariana, o aumento de preço pode incentivar um novo crescimento da produção de leite, com mais produtores investindo no efetivo de fêmeas que são ordenhadas, que caiu 6,8% em 2016.

    A piscicultura brasileira cresceu 4,4% em relação a 2016, atingindo 507,1 mil toneladas. O aumento, na avaliação do IBGE, se deve tanto ao incremento da produção quanto à maior regularização do que é produzido. Quase metade da piscicultura brasileira (47,1%) corresponde à criação de tilápia, e 27% das criações de tambaqui.

    Rondônia é o principal estado produtor, com 19,1% do total nacional, e o município com a maior produção é Rio preto da Eva, no Amazonas, com 13,38 mil toneladas.

    As produções de suínos e galináceos também tiveram alta em 2016. O rebanho de suínos teve expansão de 0,4%, enquanto  os galináceos registraram aumento de 1,9%, influenciado pela perda de poder aquisitivo dos consumidores. Segundo o IBGE, a proteína do frango é considerada mais acessível do que a do bovino e suíno.

    Em 2016, o Brasil atingiu o maior número de galináceos – 1,35 bilhão, e Brasília concentrava o maior efetivo. As cidades de Bastos, em São Paulo, e Santa Maria do Jetibá, no Espírito Santo, ficam com a segunda e a terceira colocação.

    Os maiores rebanhos bovinos do Brasil:

    1. Mato Grosso – 30.296.096
    2. Minas Gerais – 23.637.803
    3. Goiás – 22.879.411
    4. Mato Grosso – 21.800.990
    5. Pará – 20.476.783
    6. Rondônia – 13.682.200
    7. Rio Grande do Sul – 13.590.282
    8. São Paulo – 11.031.408
    9. Bahia – 10.363.291
    10. Paraná – 9.487.999
    11. Tocantins – 8.652.161
    12. Maranhão – 7.653.870
    13. Santa Catarina – 4.499.505
    14. Acre – 2.998.969
    15. Ceará – 2.426.408
    16. Rio de Janeiro – 2.409.718
    17. Espírito Santo – 2.044.771
    18. Pernambuco – 1.895.185
    19. Piauí – 1.639.856
    20. Amazonas – 1.315.821
    21. Alagoas – 1.264.053
    22. Sergipe – 1.196.248
    23. Paraíba – 1.187.981
    24. Rio Grande do Norte – 840.847
    25. Roraima – 780.877
    26. Distrito Federal – 96.265
    27. Amapá – 76.379

     

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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