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    Home»Negócios»Região Nordeste lidera redução no preço da cesta básica com São Luís apresentando queda de 3%
    Negócios

    Região Nordeste lidera redução no preço da cesta básica com São Luís apresentando queda de 3%

    Aquiles Emir16 de setembro de 202502 Mins Read
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    Aracaju é a capital com menor preço na região

    A Região Nordeste apresentou a maior redução (-2,98%) no preço da cesta básica do país no mês de agosto, em relação ao mês anterior. Para comprar os 13 alimentos que compõem a cesta básica, o nordestino pagou R$ 643,00, em média.

    O levantamento é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de pesquisas do BNB, com base em estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Em São Luís, a cesta básica ficou em R$ 644,21, em agosto. Queda de 3,06%.

    De acordo com a pesquisa, quatro capitais nordestinas apresentaram as maiores reduções no preço da cesta básica no Brasil:

    • Maceió (AL): -4,10%
    • Recife (PE): -4,02%
    • João Pessoa (PB): -4,00%
    • Natal (RN): -3,73%.

    Em agosto, Aracaju (SE) foi a capital com o menor preço da região (R$ 558,16), e Fortaleza (CE) teve o maior (R$ 723,06).

    Dos treze alimentos pesquisados, doze registraram queda no valor de compra no Nordeste, com destaque para o tomate (-16%), o arroz (-3,1%), o feijão (-2,2%) e o café (-1,3%). O único alimento com aumento no preço foi a banana (0,8%).

    No ano, três produtos respondem pelas principais reduções: o arroz (-22,9%), o feijão (-8,4%) e o leite (-6,1%). Outros três alimentos registraram as maiores altas desde janeiro: café (47,3%), tomate (46,8%) e banana (14,3%). Em doze meses, o tomate (+72,4%), o café (+67,4%) e a carne (+23%) respondem pelas principais variações.

    “É interessante observar a redução progressiva dos preços dos alimentos na região. Destaco o caso da carne, que representa um terço da cesta básica nordestina e registra variação acumulada de 23%, mas apresenta queda de -0,91% em agosto. Como a maioria dos produtos sofreu reduções no mês, à exceção da banana, talvez se inicie uma inflexão para baixo, reduzindo ainda mais a variação em doze meses. Um dos problemas se encontra no café, que pode ser resiliente a baixas mais significativas”, disse o economista e coordenador de pesquisas do Etene, Ricardo Vidal.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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