Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    Maranhão Hoje
    Assinar
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Brasil»Secretários questionam Plano Nacional de Segurança
    Brasil

    Secretários questionam Plano Nacional de Segurança

    Aquiles Emir17 de janeiro de 201704 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Secretários de segurança pública de todo o país cobraram hoje (17) do governo federal qual será a fonte de recursos para implementar o Plano Nacional de Segurança Pública. Representantes das 27 unidades da Federação estiveram reunidos com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para tratar da crise do sistema penitenciário que já atingiu, até o momento, pelo menos cinco estados brasileiros – Amazonas, Roraima, Paraná, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. Após a reunião, eles também defenderam que o plano seja mais amplo e estratégico em relação à segurança pública.

    Na avalaição do secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, Rogers Jarbas, os estados como um todo têm se solidarizado com o plano, mas disse que o conjunto de ações trata os efeitos e não as causas da crise do sistema penitenciário brasileiro e da guerra entre facções em diversos presídios do país.

    “Precisamos mudar esse cenário e começar a atacar as causas verdadeiras de tudo isso que vem acontecendo: o tráfico de drogas e de armas. Nós temos que desestabilizar as facções retirando os recursos financeiros. Temos que combater o tráfico de armas e drogas nas fronteiras. A atividade de inteligência tem que ser integrada. Temos que criar uma rede de inteligência. Acima de tudo, pontuei ao ministro, que é necessário o compartilhamento do banco de dados, envolvendo todas as instituições, não só os estados, mas a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal. Não estamos aqui falando só de integração. Integração é proximidade. Interação é quando todos trabalham com um objetivo único.”

    Recursos – Após a reunião, o Ministério da Justiça anunciou o repasse de R$ 295,4 milhões aos estados, sendo R$ 147,6 milhões para a aquisição de bloqueadores de celular, R$ 70,5 milhões para scanners e R$ 77,5 milhões para tornozeleiras. Na ocasião em que o plano foi lançado, também foi divulgado o investimento de R$ 200 milhões para a construção de cinco novos presídios federais – um em cada região do país.

    O secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, também defendeu que a crise do sistema penitenciário no país gira “quase que exclusivamente” em torno do tráfico internacional de entorpecentes e que as ações propostas pelo governo federal precisam avançar. “O plano não esgota toda a discussão”, pontuou.

    “O que foi muito cobrado foi o custeio dessas ações. Já há delineadas várias ações, inclusive de construção de presídios. Ações conjunturais, para a gente apagar os incêndios que estão acontecendo agora”, destacou. “Fomos a primeira unidade da Federação que teve uma rebelião grande, mas outras rebeliões já vinham ocorrendo. Nós já estávamos nos preparando para isso. Infelizmente, foi maior do que nós esperávamos”, disse.

    Para o secretário de Segurança Pública do Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa, é necessária uma presença “mais firme e marcante” por parte do governo federal no monitoramento e controle das regiões de fronteira, sobretudo no que tange o tráfico de armas e drogas.

    “No nosso estado, 40% dos presos são oriundos do tráfico, do crime transnacional, e são custeados exclusivamente pelo estado do Mato Grosso do Sul. Estamos cobrando que haja a federalização do cumprimento de penas no regime fechado ou, pelo menos, que o crime transnacional seja assumido pela União.” O secretário do Mato Grosso destacou que é importante a construção de novas vagas em presídios, mas disse que também é prioridade ter a definição do custeio do sistema prisional.

    “Os estados não têm condição de fazer face a essas necessidades sem que tenhamos garantia. Nesse aspecto, é um sentimento unânime dos secretários a necessidade de que tenhamos a inclusão de garantia constitucional de verba para a segurança pública, tal qual ocorre na saúde e na educação”, defendeu.

    O secretário de Segurança Pública de Rondônia, Lioberto Caetano de Souza, também defendeu que a discussão em torno do plano seja mais ampla e vá além das mais recentes rebeliões em penitenciárias brasileiras.  “Como o plano é um plano de ação imediata, foi discutido o repasse de recursos. A reunião da tarde, mais técnica e operacional, vai nos dizer que recursos são esses e a gente vai validar ou não esse entendimento. A nosso ver, faltam alguns argumentos e uma discussão maior sobre uma coisa um pouco mais estratégica: o combate ao tráfico internacional de drogas, que é a grande demanda”, defendeu.

    (Agência Brasil)

    FIEMA
    Previous ArticlePresidente Michel Temer autoriza soldados das forças armadas atuarem dentro de presídios
    Next Article INSS vai fazer “pente fino” para revisar 2 milhões de benefícios
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Brasil


    Operações do Governo Federal prendem 5.238 suspeitos de crimes contra mulheres e reforçam ações do Pacto contra o Feminicídio

    8 de março de 2026
    Brasil


    Polícia Federal prende banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a mando do ministro André Mendonça do STF

    4 de março de 2026
    Brasil


    Polícia Federal sequestra na cidade de Imperatriz bens de grupo responsável por fraudes eletrônicas

    3 de março de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 5   +   6   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    A partir de abril, pela terceira vez, São Luís poderá ser governada por uma mulher, Esmênia Miranda, que assumiria o cargo numa possível desincompatibilização do prefeito Eduardo Braide, se decidir concorrer ao Governo do Estado.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    Eleições 2026

    Na sua opinião para onde deve ir o prefeito Eduardo Braide?

    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Maranhão ultrapassa 14 mil leitos em funcionamento e acompanha maior crescimento sustentado do SUS na década

    10 de março de 2026


    Inteligência Artificial Aplicada à Refrigeração” foi tema de palestra na Federação das Indústrias

    10 de março de 2026


    Especialistas explicam objetos intactos na exumação dos membros da banda Mamonas Assassinas

    10 de março de 2026


    Senai abre seletivo para contratação de instrutores em cinco municípios do Maranhão com remuneração de até R$ 5,7 mil

    10 de março de 2026


    Animação maranhense Marias do Maranhão resgata a trajetória de Maria Firmina dos Reis e Maria Aragão

    10 de março de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.