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    Home»Esporte»Seleção Brasileira poderá ter o quarto técnico estrangeiro de sua história
    Esporte

    Seleção Brasileira poderá ter o quarto técnico estrangeiro de sua história

    Aquiles Emir3 de abril de 202504 Mins Read
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    Há muito tempo o comando é de técnicos daqui

    Com a demissão de Dorival Júnior, dois técnicos estrangeiros estão bem cotados para assumir o comando da Seleção Brasileira. E os jogos de futebol hoje mostram a urgente necessidade de o Brasil acertar nessa escolha. Os vitoriosos Carlo Ancelotti e Jorge Jesus, ao que tudo indica, são os prováveis candidatos para assumir o comando da Canarinho, embora Filipe Luís também tenha sido especulado.

    É fato que o Brasil está há muito tempo sendo comandado apenas por técnicos daqui, mas, ao longo da história, três estrangeiros já treinaram a seleção. O primeiro deles foi há exatamente 100 anos: em 1925, o uruguaio Ramón Platero, que teve sucesso dirigindo alguns gigantes brasileiros, como Vasco, Fluminense, Palmeiras (à época Palestra Itália) e São Paulo, assumiu o posto.

    Platero comandou a Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano de 1925, que terminou sendo conquistado pela Argentina. O Brasil ficou com o vice-campeonato, mas o uruguaio não teve vida longa no comando da “amarelinha”.

    Quase vinte anos depois, em 1944, foi a vez do português Joreca dirigir a Seleção Brasileira. E sua passagem foi ainda menor que a do uruguaio Platero, tendo durado apenas dois jogos.

    Por fim, em 1965, foi a vez do argentino Filpo Núñez, que fez história no Palmeiras, assumir o comando do Brasil. E se a passagem de Joreco foi curta, a de Núñez durou apenas uma partida: ele treinou a equipe na vitória por 3 a 0 contra o Uruguai, em jogo ocorrido no Mineirão.

    Brasil voltará a ser comandado por um estrangeiro?

    Portanto, cinquenta anos depois de Filpo Núñez ter comandado a Seleção Brasileira, poderemos ver um estrangeiro voltando a ocupar o cargo. Os dois favoritos são Carlo Ancelotti, desejo antigo da CBF, e Jorge Jesus, que se tornou uma figura quase mítica por aqui após sua passagem extremamente vitoriosa pelo Flamengo.

    Quando Tite deixou o cargo de treinador do Brasil, Carlo Ancelotti chegou a ser dado como nome certo pela CBF. Segundo divulgado à época, ele assumiria a função na metade de 2024, após a temporada europeia terminar.

    Isso, entretanto, não aconteceu, e a Seleção Brasileira passou a ser comandada por Dorival Júnior, que em nenhum momento conseguiu esboçar um time competitivo.

    Agora, volta a circular a informação de que a CBF, novamente, foi atrás de Ancelotti. Mas, ao que parece, o italiano tem uma concorrência real, a de Jorge Jesus. E tudo indica que o português está muito mais entusiasmado pela perspectiva de assumir a Seleção Brasileira do que o italiano.

    Desafios do Brasil – Se 15 anos atrás dirigir a Seleção Brasileira seria um sonho para qualquer um, hoje é uma tarefa um tanto inglória. Claro que, pela história e por tudo o que representa para o futebol mundial, é uma proposta tentadora, mas os craques do passado já não existem e hoje a realidade é muito mais modesta.

    Atualmente, o Brasil ocupa a quarta colocação nas Eliminatórias Sul-Americanas, com 21 pontos, 10 a menos que a líder Argentina. Além disso, a Canarinho vem de seguidas campanhas ruins na Copa do Mundo e, portanto, a edição de 2026 terá uma boa dose de pressão nos ombros do novo comandante.

    Jorge Jesus já mostrou, ao longo de sua carreira, que tem personalidade forte, o que é excelente para lidar com o momento atual do Brasil. Outra vantagem dele em relação a Ancelotti é que o português é sua língua nativa – e isso pode ser um diferencial gigantesco para criar conexão com os jogadores.

    A Seleção Brasileira terá alguns meses intensos até a chegada da Copa do Mundo de 2026. O cenário atual é bastante adverso e, se quiser ser competitiva no torneio, a CBF precisa acertar em cheio na escolha do novo treinador. Não há mais espaço – nem tempo – para improvisos.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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