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    Home»Poder e Política»Sem mencionar a conclusão da CPI do Crime Organizado, Flávio Dino critica investigação de membros do STF e da PGR
    Poder e Política


    Sem mencionar a conclusão da CPI do Crime Organizado, Flávio Dino critica investigação de membros do STF e da PGR

    Aquiles Emir14 de abril de 202602 Mins Read
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    Relatório cita Moraes, Gilmar, Toffoli e Gonet

    AQUILES EMIR

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu ao relatório da CPI do Crime Organizado, divulgado nesta terça-feira (14), que pediu o indiciamento de três membros da Suprema Corte e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. O parece foi lido na tarde desta terça-feira pelo relator da Comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE)

    “É uma irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros etc”, escreveu ele em sua conta no Instagram.

    De acordo com Flávio Dino, o Supremo Tribunal Federal tem um relevante conjunto de decisões judiciais contra o crime organizado no Brasil, nos limites de suas competências constitucionais, alcançando quadrilhas armadas, crimes políticos, facções em geral.

    “O mesmo pode ser dito quanto à Procuradoria Geral da República.
    É uma irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros etc”, acrescentou.

    Sem mencionar a CPI, disse que “atualmente há, por parte de alguns, o equívoco de apontar o STF como o maior problema nacional, o que, na sua opinião, seria “um imenso erro, para dizer o mínimo. Friso: gigantesco erro histórico, que exige uma melhor reflexão quanto às consequências”.

    Para Flávio Dino, críticas e investigações devem ser feitas, sem dúvida. Mas com respeito à dignidade das pessoas e com preservação das instituições da democracia, pois sem elas não existem direitos fundamentais nem futuro para a Nação.

    Ele lamenta estar impedido, em função do cargo que exercer aprofndar seus comentários sobre esse tema:

    “Infelizmente a minha condição de magistrado me impede de escrever mais sobre o tanto que o STF fez e está fazendo no combate ao crime organizado. Não me cabe falar, mas está nos autos”, mas não deixou de defender os mencionados no relatório da CPI:

    “Contudo, posso e devo registrar a minha SOLIDARIEDADE PESSOAL aos colegas alvo de injustiças”.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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