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    Home»PONTO DE VISTA»Teremos paz de deixar os nossos filhos na escola?
    PONTO DE VISTA

    Teremos paz de deixar os nossos filhos na escola?

    Aquiles Emir24 de abril de 202303 Mins Read
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    São Paulo (SP), 28/03/2023 - Alunos da escola estadual Thomazia Montoro e secundaristas do movimento estudantil prestam homenagens às vítimas do ataque, na porta da escola, em Vila Sônia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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    De 2011 para cá são 39 mortes até o momento

    *Assistente social, mestre em Serviço Social e Política Social pela Universidade Estadual de Londrina, professora e tutora dos cursos de pós-graduação em Serviço Social da Uninter.

    *POR RELLY AMARAL RIBEIRO 

    Deixar o filho na escola não é mais a mesma coisa. Não agora, após os acontecimentos dos ataques de março e abril de 2023. O Brasil, antes país conhecido por ser amigável, pacífico e solidário, recentemente estampa manchetes sujas de sangue inocente em veículos de mídia nacional e internacional, com os atentados nas escolas espalhadas por nosso território. Tal fato, antes tão frequente em países como os EUA, passou a também fazer parte da realidade brasileira, nos últimos anos. Foram ao menos 16 casos de 2002 até hoje, sendo que 10 deles ocorreram nos últimos 12 meses.

    O mais impressionante é que em dois casos recentes, além de extremamente violentos -com uso, inclusive, de facas e outros objetos cortantes, que exigem uma ação corporal intensa e mais sádica do que o uso de arma de fogo- tiveram apenas 9 dias de diferença entre um ato e outro – em São Paulo, onde um aluno de 13 anos atacou 2 alunos e 4 professoras, matando uma delas. E em Blumenau-SC, onde um homem de 25 anos pulou o muro da creche para atacar e matar crianças pequenas com o uso de uma faca e uma machadinha.

    Somente de 2011 para cá são 39 mortes, até o momento. Em reportagens sobre as possíveis razões que estão levando a estes ataques,  especialistas apontam 5 fatores culturais e sociais que podem estar relacionados ao aumento de tais fenômenos de violência gratuita:  o avanço da intolerância e valorização da cultura da violência; o crescimento e radicalização de grupos de ódio na internet e o acesso a tais conteúdos por indivíduos cada vez mais jovens;  o distanciamento nas relações e enfraquecimento do afeto; a piora da saúde mental da sociedade, principalmente após a pandemia; o efeito contágio – crescimento de atos violentos motivado por outros crimes semelhantes, após intensa divulgação midiática.

    É imprescindível a tomada de providências, enquanto sociedade: da mídia, dos órgãos gestores públicos nas áreas de educação e segurança pública, assim como das instituições de ensino privadas. E tais medidas devem abarcar ações que vão além da simples presença ostensiva de guardas ou policiais. É preciso pensar e implementar planos de contingência em caso de atentados:  medidas emergenciais como alarmes ou botões de pânico, além de mudanças e adaptações arquitetônicas de saída e entrada – portas e portões mais seguros, pontos de fuga rápida ou saídas de emergência.

    Também pontuo aqui a necessidade de treinamento – cursos e palestras de orientação ao corpo docente, discente, pais e responsáveis, na identificação de atitudes suspeitas e estratégias de enfretamento à violência.Para além do enfrentamento das possíveis razões que motivam tal barbárie, não podemos agir enquanto comunidade escolar e gestores como era há 20 – 30 anos.

    Não vivemos mais naquela sociedade e o tempo urge. Vidas tem se perdido e crianças, adolescentes, professoras morreram. Será que essas mortes já não serviram como um alerta suficiente?Sugiro que cada um, enquanto eleitor e cidadão, cobre dos candidatos nos quais votou, principalmente do poder executivo, atitudes e providências imediatas que tragam maior segurança às instituições de ensino e comunidade escolar. Precisamos ter paz ao deixar nossos filhos na escola. 

    FIEMA
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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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