CONVERSA FRANCA
Violência depende de quem são as vítimas…
Muitas pessoas imaginam que quando algumas vozes se levantam contra violência a jornalistas, quem fala é realmente defensor da liberdade, da democracia.
Veja esses dois casos:
“A repórter da CNN Brasil Isadora Aires foi hostilizada enquanto trabalhava na cobertura da Conferência de Ação Política Conversadora (Cpac), domingo (8/7) em Balneário Camboriú (SC)”.
Ampla repercussão, até pedidos de condenação, prisão…
“A jornalista Maria Eduarda Romagna, da Band-RS, foi hostilizada quarta-feira (03), durante a cobertura de um evento oficial do Governo Federal, no Mercado Público de Porto Alegre (RS)”.
Silêncio total, até parece que não ocorreu.
Resumindo: a violência só se caracteriza dependendo de quem é o violentador e o violentado, e onde ela se deu.
Quem impede a imprensa de dar notícia da vizinhança?
Quem nos dias de hoje pressiona a imprensa a não noticiar fatos que possam contaminar as mentes dos brasileiros com ideias vindas de países vizinhos?
Grupo Laborarte
O Grupo Laborarte apresenta nesta sexta-feira (12) uma série de manifestações folclóricas pela cidade de São Luís.
A partir das 18h, no Festival Zabumbada, na Praça das Mercês (Desterro), apresenta o Tambor de Crioula do Laborarte; à noite, o Cacuriá Balaio de Rosas, a partir das 20h, no Arraial Vivendas do Turu, e às 21h30, no Arraial do Servidor, no Calhau.
Sábado (13), o Balaio de Rosas se apresenta em São José de Ribamar, no Parque Folclórico Terezinha Jansen, e no domingo (14), a partir das 19h, no Arraial do Ipem.



