GIRO ECONÔMICO
Para Lula é preciso incomodar os adversários
Num perigoso discurso, o ex-presidente Lula sugeriu no encontro com membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Paulo, segunda-feira (04), uma operação para infernizar a vida de deputados governistas e, de sobra, seus familiares, mulheres e filhos.
“Quando a gente está dentro do Plenário, a gente não sabe se está chovendo lá fora, se está caindo canivete aberto, se está caindo granizo, a gente não sabe se estão xingando a gente ou xingando o presidente. Você só vai saber dos atos quando chegar em casa e ligar a televisão”, disse ele para sugerir novo tipo de protesto.
“Então, se a gente (…) pegasse, mapeasse o endereço de cada deputado e fossem 50 pessoas para a casa desse deputado… Não é para xingar, não, é para conversar com ele, conversar com a mulher dele, conversar com o filho dele, incomodar a tranquilidade dele. Eu acho que surte muito mais efeito do que a gente vir fazer manifestação em Brasília.”
Trabalho sem máscara
O uso de máscaras em ambientes de trabalho não é mais obrigatório. Uma portaria publicada no Diário Oficial na última sexta-feira (1º) liberou a exigência do uso e fornecimento de máscaras pelas empresas em estados ou municípios que não exigem mais a utilização em ambientes fechados. Segundo decisão do Governo Federal, a atualização se deve à melhora do cenário epidemiológico, mas a medida pode ser reavaliada em caso de aumento de casos da Covid-19.
Isso ocorre em locais que registrarem nível de alerta considerado alto ou muito alto, ou seja, a partir de 151 casos a cada 100 mil habitantes. O uso de máscaras era obrigatório desde abril de 2020.
Depois de dois anos usando, a servidora pública Deborah Achcar não se sente confortável ainda para abandonar a proteção. Ela é moradora do Distrito Federal, uma das unidades da federação onde a máscara deixou de ser obrigatória para a circulação em ambientes fechados.
Canteiro Escola
Executivos da Rio Tinto, empresa que integra o Consórcio Alumar, visitaram, quinta-feira (31 de março), a sede do Programa Canteiro Escola, na Praia Grande. A vice-presidente de saúde, segurança, meio ambiente e comunidades da Rio Tinto Alumínio, subsidiária do Canadá, Nina Mankovitz, elogiou o projeto.
“Apoiar as pessoas que serão capacitadas para crescer profissionalmente e poder colaborar com a cidade é realmente gratificante. É um lindo projeto e agradeço a oportunidade de conhecê-lo”, disse.
Feira do Empreendedor
O presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), Edilson Baldez, representou as entidades empresariais (Fiema, CDL, FCDL, ACM e Fecomércio) na abertura da Feira do Empreendedor, realizada de quinta-feira (31 de março) a domingo (03 de abril), promovida pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão (Sebrae-MA).
Baldez ressaltou a satisfação de participar da Feira, que simboliza o momento de retomada dos negócios depois da turbulência da covid-19.

Estudo sobre abacaxi
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), órgão vinculado ao Sistema Fiema, está elaborando projeto para produção sustentável do famoso abacaxi de Turiaçu. O objetivo é cadastrar e habilitar produtores com o Certificado de Produção Orgânica até o ano de 2025, além de dotar os produtos com máquinas e equipamentos.
Otimismo com Brandão
É grande, tanto no meio político quanto empresarial, o otimismo com o governo de Carlos Brandão (PSB), que foi empossado sábado (02). Segundo ele, sua administração será focada no municipalismo e no desenvolvimento econômico.
Brandão já manifestou que, apesar de focado na sustentabilidade, pretende diminuir a burocracia para liberação de projetos, diminuir a pressão sobre produtores rurais, ou seja, dentro da legalidade, é possível garantir a defesa do meio ambiente e estimular o empreendedorismo.
Prorrogação de cobrança
Pela quarta vez, a Secretaria Estadual de Fazenda prorrogou o prazo para contribuintes com débitos de natureza tributária e não tributária aproveitarem a redução de multas e juros, que agora é até 29 de abril.
Quem aderir terá redução de 90% dos juros, multas e demais acréscimos legais para pagamento a vista ou redução escalonada para pagamento parcelado dos débitos, sendo 85% de duas a dez parcelas; de 70%, para pagamento em 11 a 20 parcelas; e de 55% para pagamento em 21 a 60 parcelas.




