Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»JOÃO CONRADO»Novo arcabouço fiscal está coerente com a reforma tributária?
    JOÃO CONRADO

    Novo arcabouço fiscal está coerente com a reforma tributária?

    Aquiles Emir21 de julho de 202303 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

     

    • JOÃO CONRADO
    • conrado1959@gmail.com

    Há duas importantes decisões em tramitação no Congresso Nacional: a Reforma Fiscal, que pretende simplificar o sistema tributário brasileiro e eliminar o chamado “manicômio tributário” e o novo arcabouço fiscal, que quer alcançar a estabilidade econômica e o crescimento sustentável por meio de uma série de medidas que disciplinam o gasto público. Este artigo discute esses dois projetos e as críticas em torno deles.

    Historicamente, o Brasil convive com um déficit fiscal representado basicamente pela incapacidade das suas receitas conseguirem arcar com as despesas. Em outras palavras, o orçamento público já não cabe dentro da arrecadação, o que obriga o governo a gerenciar o problema por meio da redução de gastos, do contingenciamento de programas, da elevação da carga tributária, do endividamento etc. Até o presente momento, não se chegou a um resultado definitivo para resolver a questão.

    A reforma fiscal em tramitação caminha na direção de simplificar a arrecadação e a gestão tributária, unificando impostos em torno de um tributo sobre o valor agregado. Além disso, propõe uma gradual redução na tributação sobre a renda, tornando o país mais competitivo globalmente e encorajando novos investimentos. Entre idas e vindas, o projeto vai avançando com perspectivas de aprovação.

    Em paralelo, o governo Lula lançou a proposta para o Novo Arcabouço Fiscal, definindo regras para reduzir o déficit fiscal. Entre elas, o controle das despesas, limitadas à arrecadação. Nada mais óbvio, portanto, se a proposta não fosse elevar ainda mais os gastos na perspectiva de maior arrecadação. Por isso, o Novo Arcabouço Fiscal tem recebido muitas críticas, entre elas a impossibilidade de coordenar os diferentes níveis de arrecadação no Brasil.

    Além disso, a impossibilidade de ajustar os dois programas a um objetivo comum pode afetar exatamente a parcela mais vulnerável da população, aquela para quem o Governo Lula diz olhar com maior atenção. A redução no gasto público e as mudanças na estrutura fiscal pode provocar contenções nos programas destinados ao público de baixa renda. Acrescente que todas as mudanças em perspectiva acabam por despertar resistência de diferentes grupos de interesse, os quais, por meio de poderosos lobbies, vão lutar para impedir as reformas.

    Sinais de advertência não têm faltado. Muitos advogam que a reforma tributária, se não cuidadosamente calibrada, pode provocar turbulências de curto prazo na economia, impactando severamente em setores e regiões. Ademais, nenhum dos dois programas incluem questões estruturais que devem ser objeto do maior empenho, entre elas a necessária transparência com o gasto público, a eficiência na governança pública, o combate à corrupção e os investimentos em educação e desenvolvimento de habilidades e competências para formação de mão de obra que promova o crescimento da produtividade a longo prazo.

    Não há dúvidas da necessidade de promover a reforma tributária e o novo arcabouço fiscal como forma de garantir a estabilidade e o crescimento econômico. No entanto, é preciso levar em conta essas críticas e fazer as mudanças de forma cuidadosa, considerando o impacto social. A avaliação constante dos ajustes pode ser necessária para afinar metas e resultados, proporcionando melhorias para todos os brasileiros.

    Previous ArticleSete municípios no Maranhão recebem atenção especial para combater violência
    Next Article Você sabia que a cor do xixi pode falar muito sobre a sua saúde?
    Aquiles Emir

      Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

      Você pode gostar

      JOÃO CONRADO

      A sofrível logística do agronegócio

      1 de março de 2024
      JOÃO CONRADO

      Tudo como dantes…

      15 de fevereiro de 2024
      JOÃO CONRADO

      E la nave vá

      29 de dezembro de 2023
      Add A Comment
      Leave A Reply Cancel Reply

      Demonstre sua humanidade: 2   +   1   =  

      Conversa Franca – Aquiles Emir

      Paralisação dos bancários prejudica quem mais necessita de atendimento presencial nas agências bancárias: idosos, quem recebe benefícios sociais sociais, ou seja, os mais pobres.

      Compartilhar .share-buttons { display: flex; gap: 15px; margin-top: 10px; }.share-buttons .btn { width: 30px; /* Botões maiores */ height: 30px; border-radius: 50%; display: flex; justify-content: center; align-items: center; color: white; font-size: 22 px; /* Ícones maiores */ text-decoration: none; transition: transform 0.2s, opacity 0.2s; }.share-buttons .btn:hover { transform: scale(1.18); opacity: 0.9; }/* Cores dos botões */ .facebook { background: #1877F2; } .whatsapp { background: #25D366; } .x { background: #000000; } .telegram { background: #0088CC; }
      Compartilhe este vídeo:
      • Últimas notícias
      • Revista Maranhão Hoje


      Fiema e Ciema promovem debates com candidatos a governador do Maranhão na próxima terça-feira

      10 de setembro de 2026


      Dormiu pouco? Entenda porque o dia seguinte é tão difícil

      10 de setembro de 2026


      Mandato de doze anos para ministros do STF

      10 de setembro de 2026


      Sistema Fecomercio promove Diálogo Comercial com candidatos ao Palácio dos Leões

      10 de setembro de 2026


      Palmeiras derrota LDU e leva vantagem para jogo da volta na altitude de Quito e Corinthians arranca empate na Argentina

      10 de setembro de 2026

      MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

      6 de fevereiro de 2024

      MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

      30 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

      7 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

      2 de novembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

      29 de setembro de 2023
      Facebook Instagram YouTube WhatsApp
      Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

      Política de Privacidade / Termos de Uso

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.