Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»Brasileiros que vivem na fronteira temem clima tenso entre Venezuela e a Guiana
    Mundo

    Brasileiros que vivem na fronteira temem clima tenso entre Venezuela e a Guiana

    Aquiles Emir2 de dezembro de 202304 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Comércio com guianeses cresceu com a economia do país vizinho

      Bonfim, em Roraima, é uma cidade pequena, com apenas 13 mil habitantes. Mas, se não chama atenção pelo tamanho, ou por qualquer atrativo turístico, destaca-se por ser a única conexão viária terrestre do exterior com a Guiana, nosso vizinho sul-americano que teve a maior taxa de crescimento econômico mundial, em 2022 (62,3%), segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).

    A Guiana faz fronteira com Brasil, Venezuela e Suriname. Além do Brasil, apenas Suriname tem posto fronteiriço com o território guianês, mas, ali, a travessia entre os dois países é feita de barco, diferentemente de Bonfim, onde uma ponte liga os dois países..

    Bonfim e a guianesa Lethem são cidades irmãs, consideradas um arranjo populacional internacional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todos os dias, vários brasileiros cruzam a fronteira para fazer compras nas lojas mais baratas da Guiana, para trabalhar ou para fazer negócios com a nova revelação da economia mundial.

    Rio Tacutu divide as cidades de Bonfim, no Brasil, e Lethem, na Guiana
    Rio Tacutu divide as cidades de Bonfim, no Brasil, e Lethem, na Guiana ( Vitor Abdala)

    Nascido em Minas Gerais, Robero Osme já morou na capital da Guiana, Georgetown, antes de se estabelecer há três anos em Bonfim. Há mais de uma década, mantém um hotel no município brasileiro, que vive desse trânsito entre as duas cidades.

    “Ninguém vem passear em Bonfim. Aqui não tem ponto turístico, não tem nada. As pessoas passam aqui para fazer negócio, vão para a Guiana. Aqui é uma porta de saída [para o país vizinho]”, explica Osme.

    Assim como outros moradores, ele tem receios em relação ao aumento das hostilidades entre Venezuela e Guiana, uma vez que o governo venezuelano realizará um referendo neste domingo (03), a fim de consultar a população sobre a redefinição da fronteira entre os dois países de modo a anexar 75% da Guiana.

    “Se a fronteira fechar” – Segundo ele, um dos receios imediatos é o fechamento da fronteira entre Brasil e Guiana, composta por uma ponte que atravessa o rio Tacutu.

    “Nós sofremos aqui com a covid. Ficamos fechados aqui durante quase dois anos [devido ao fechamento da fronteira]. Nós não tínhamos dinheiro nem para pagar a energia. E isso pode acontecer novamente. Se fechar a fronteira, acabou”, afirmou o dono do hotel.

    Um possível fechamento da fronteira também preocupa Tarcísio Bezerra Almeida, dono de uma loja de materiais de construção em Bonfim.

    “O principal medo da gente que empreende aqui é a questão do fechamento da Fronteira. Existe boato da possibilidade de haver um fechamento. Isso impactaria diretamente nossa mercadoria”, afirma o brasileiro, que vende produtos de construção, como tijolos, para clientes em Lethem. 

    Almeida disse que, nos últimos dias, tem presenciado um aumento da fiscalização na fronteira entre Brasil e Guiana.

    “Hoje em dia, a fronteira da Guiana está aquecida. A Guiana está com um poder de compra muito grande e passa muita mercadoria lá para dentro. A gente tem uma fábrica de tijolos e nosso caminhão todo dia vai para Lethem. A gente manda mercadoria até para Georgetown”, conta ele.

    Ambos empresários não desejam ver uma mudança de soberania em Lethem. “Do jeito que está, está ótimo. Não desejo que haja uma mudança não. Mas também não acredito que haverá essa mudança”, disse Almeida.

    “Hoje nós temos como vizinhos o país que mais cresce no mundo. O comércio está incrementando muito. [Se Lethem passar à administração venezuelana] vamos passar a ter como vizinho um país que não cresce”, ressalta Osme.

    “De cinco a oito anos para cá, o comércio com a Guiana cresceu assustadoramente. E agora pode simplesmente zerar”.

    O Ministério da Defesa brasileiro informou que tem acompanhado a situação e que intensificou suas ações na “fronteira ao norte do país”, com um aumento da presença de militares na região.

    Já o Ministério das Relações Exteriores defende que Venezuela e Guiana busquem uma solução pacífica para a controvérsia.  

    Venezuela reivindica 75% do território da Guiana
    Venezuela reivindica 75% do território da Guiana (Arte EBC)

    (Agência Brasil)

    FIEMA
    Previous ArticleUma releitura da história do Rei Sebastião, o protetor das terras e dos mares
    Next Article Atlético derrota o São Paulo e evita título antecipado do Palmeiras neste domingo
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Mundo


    Candidato direitista surpreende e vence eleição na Colômbia e esquerda não quer reconhecer resultado

    22 de junho de 2026
    Mundo


    Sentido cheiro da derrota para Keiko Fujimori, Roberto Sanchez convocada protestos

    18 de junho de 2026
    Mundo


    Para Lula, Reunião do G7 possibilita discutir tanto equilíbrio quanto desequilíbrio na ordem política, econômica e social

    17 de junho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 10   +   10   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Adolescente de dezesseis ou dezessete anos não pode responder pelos crimes que comete, mas pode tirar CNH para dirigir? Dois projetos em tramitação na Câmara Federal aquecem a polêmica.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Caixa adia sorteios de loterias previstos para esta quarta-feira devido ao jogo do Brasil x Escócia pela Copa do Mundo

    24 de junho de 2026


    Artigos de luxo, como bolsas de até R$ 200 mil, exibidos por esposas de jogadores viram febre nas redes sociais

    24 de junho de 2026


    Mulher que enviou Ovo de Páscoa envenenado a família do ex-namorado é condenada a mais de sessenta anos de prisão

    23 de junho de 2026


    César Sampaio lembra Brasil x Escócia de 1998 e diz que seleção vai precisar ser relisiente para vencer os europeus

    23 de junho de 2026


    Justiça Federal nega recurso de construtora e mantém suspensão de condomínio dentro dos Lençóis Maranhenses

    23 de junho de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.