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    Home»Negócios»Fiema apresenta oportunidades de investimentos a embaixadores de países europeus
    Negócios

    Fiema apresenta oportunidades de investimentos a embaixadores de países europeus

    Aquiles Emir5 de abril de 202405 Mins Read
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    Visita visa a fortalecer cooperação econômica e comercial

    As cadeias produtivas de grãos, pecuária, avicultura e minerais; a expansão da geração de energias renováveis; as indústrias de base florestal; a exploração de petróleo e gás natural e o uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) foram algumas das oportunidades de investimentos apresentadas pela Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema) a embaixadores da União Europeia reunidos em São Luís. O objetivo da entidade é fortalecer a cooperação econômica e comercial do Maranhão com a UE, o que inclui questões no âmbito do Acordo Mercosul-União Europeia.

    Além da embaixadora da União Europeia (EU) no Brasil, Marian Schuegraf, integraram a comitiva os embaixadores da Bélgica, Polônia, Lituânia, Grécia, Itália, Países Baixos, Eslováquia, Malta, Finlândia, Croácia, Alemanha, Portugal, Eslovênia, República Tcheca, Suécia e Espanha. Além da Fiema, participaram do evento o governador Carlos Brandão; a vice-prefeita de São Luís, Esmênia Miranda; secretários estaduais e municipais, além de representantes da Fecomércio, Sebrae, FAema, ApexBrasil, Confederação Nacional da Indústria (CNI) e outros órgãos de classe.

    Marian Schuegraf disse que o Maranhão é um estado excepcionalmente rico em natureza, cultura, tradição e gastronomia.

    “Viemos porque o Maranhão é um estado com muito potencial e estou segura de que vamos inaugurar uma nova era que enfoca a sustentabilidade e de transformação econômica.  Nesse contexto é muito importante desenvolver novas parcerias. O estado tem projetos muito importantes de infraestrutura que poderiam se tornar um projeto global da UE, que aqui encontra condições especialmente boas”, afirmou a embaixadora. Ela falou ainda de cooperação na área aeroespacial, de mais inovação, de geração de valor agregado para as exportações e no trabalho com a academia. A comitiva ainda visita esta semana o CLA e os Lençóis Maranhenses.

    Potencialidade – O presidente da Fiema, Edilson Baldez, deu as boas-vindas aos integrantes da missão oficial que teve caráter técnico, científico, econômico, cultural e turístico. Ele reforçou que o Maranhão tem potencialidades para indústrias de base florestal (madeira, celulose papel, embalagens), siderurgia, construção naval e produção de carne bovina para exportação.

    “Temos ainda grande potencial de geração de energia renovável: eólica, solar, biomassa, maremotriz e hidrogênio verde”, destacou Baldez, antecipando dados da apresentação realizada pelo coordenador do Observatório da Indústria do Maranhão, da Fiema, Carlos Jorge Taborda.

    Os principais produtos da pauta exportadora do Maranhão são grãos, óxido e hidróxido de alumínio, madeira e celulose, cereais e minérios. Os maiores compradores são China, Canadá, Estados Unidos, Espanha e Coreia do Sul. Em 2023, ainda de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/COMEXSTAT), os principais destinos das exportações maranhenses na União Europeia foram Espanha, Países Baixos (Holanda), Itália, França e Noruega, em ordem decrescente de representatividade na pauta.

    Projetos estruturantes – Durante a visita da comitiva, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Programas Estratégicos, José Reinaldo Tavares, reforçou em apresentação aos embaixadores que o Maranhão possui um ambiente favorável para novos empreendimentos. Tavares destacou que o estado tem uma posição privilegiada; excelente infraestrutura portuária; abundância de água, um dos requisitos para produção de hidrogênio verde; assim como a exploração de gás natural e fabricação de etanol, celulose, alumínio, aço verde, cimento e pelotização de minério de ferro.

    O Governo do Estado tratou ainda dos projetos Grão-Pará e Maranhão, que prevê a construção do Terminal Portuário de Alcântara e de 540 km de ferrovia que se conectará à Ferrovia Norte-Sul; da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), que está em fase final de aprovação e prevê R$ 15 bilhões em investimentos nos próximos cinco anos; da construção de um gasoduto em São Luís; da viabilidade de produzir fertilizantes e da exploração das bacias Pará-Maranhão e de Barreirinhas, na Margem Equatorial do país, que é considerada o “novo pré-sal” devido ao potencial de reservas de gás natural e petróleo.

    O governador Carlos Brandão disse que o estado vive um momento importante com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e que é preciso fortalecer as negociações. “Temos o que oferecer e atrair investidores com segurança jurídica”, destacou.

    Já o representante da ApexBrasil para a Região Nordeste, Sérgio Ferreira, falou da atuação da agência brasileira para negócios internacionais. Ele disse que em 2023 o Brasil recebeu US$ 10.2 bilhões em investimentos estrangeiros diretos e realizou US$ 140 bilhões em exportações pela ApexBrasil. “Apoiamos mais de 17 mil empresas e mais de 80 entidades parceiras. Por meio do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) foram capacitadas mais de 2.500 empresas, sendo 55% micro e pequenas, 664 municípios e 61 centros de treinamento. As empresas são do setor industrial, agronegócios, cooperativas e serviços (games e Tecnologia da Informação)”, resumiu.

    Acordo – Em 2012, a União Europeia perdeu para a China a posição de principal destino das exportações brasileiras. E entre 2002 e 2022, houve uma queda de 6,7 pontos percentuais na participação das exportações brasileiras de bens de alta e média-alta complexidade tecnológica à UE. Nesse contexto, Marcus Silva, analista da Gerência de Comércio e Integração Internacional da CNI, falou sobre “Perspectivas do Acordo de Associação Mercosul–União Europeia”, que remonta a 1995 e atualmente encontra-se em negociação do Instrumento Adicional.

    Marcus disse que a rede brasileira de acordos preferenciais e de livre-comércio em vigor totaliza apenas 8% das importações mundiais de bens e que se o Acordo com a UE estivesse em vigor, esse valor saltaria para 37%. Ele aponta cinco benefícios com a concretização do acordo: diversificação das exportações brasileiras; fomento a uma economia mais dinâmica com a criação de empregos; sustentabilidade ambiental, climática e social; acesso a novos mercados e cooperação internacional em áreas como política multilateral, segurança, meio ambiente, clima e energia.

    “A CNI tem sido vocal e proativa em defender a conclusão do Acordo com a União Europeia, sem reabertura das negociações concluídas em 2019”, frisou Marcus, acrescentando que o acordo seria uma ferramenta importante para que mais indústrias maranhenses pudessem se internacionalizar e isso traria efeitos multiplicadores para a economia. Além do Brasil, integram o Mercosul a Argentina, Paraguai e Uruguai.

     

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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