Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Maranhão»Maranhão compromete 52,9% de sua receita com pessoal, mas abaixo do limite da LRF
    Maranhão

    Maranhão compromete 52,9% de sua receita com pessoal, mas abaixo do limite da LRF

    Aquiles Emir5 de abril de 201704 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Business man showing you brazilian money.
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    AQUILES EMIR

    O Maranhão é um dos 14 estados brasileiros que estão com os gastos de pessoal abaixo do limite máximo estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 58%. Segundo estudo Situação Fiscal dos Estados Brasileiros, divulgado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o governo maranhense compromete 45% de suas receitas com pessoal da ativa, porém na soma dos inativos, receitas da Previdência e outras despesas chega a 52,9% (veja tabela abaixo).

    No que diz respeito ao endividamento do Estado, o estudo da federação fluminense indica que 42% da receita são comprometidos para pagamento, o que deixa o estado na 16ª posição. Para que se tenha ideia, o Rio de Janeiro tem um dívida correspondente a mais 232% da sua receita.

    De acordo com a Firjan, os elevados gastos com pessoal associado à queda nas receitas têm gerado um desequilíbrio fiscal entre os estados.  O documento ressalta que o principal problema dos governos estaduais é o elevado comprometimento do orçamento com gastos com pessoal, especialmente por conta do grande desequilíbrio previdenciário.

    Das 27 unidades da Federação, 13 ultrapassam o limite para gasto com pessoal estabelecido pela Lei de responsabilidade fiscal (LRF), sendo que a situação de Minas Gerais, onde essas despesas comprometem 78% da RCL, é a pior. Em seguida, estão o Rio Grande do Sul (76,1%) e o Rio de Janeiro (72,3%). Em grande parte dos estados, o resultado é influenciado pelas despesas com inativos e pensionistas. Em 2016, o déficit das previdências estaduais somou R$ 102,4 bilhões.

    Como resultado dessa rigidez orçamentária, cada vez mais as administrações estaduais têm lançado mão dos restos a pagar, que postergam para o ano seguinte o pagamento das despesas, como forma de se financiarem. Um dos dados que indicam o agravamento desse cenário é a verificação de que cinco unidades federativas – Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Sergipe e Distrito Federal – encerraram 2016 com mais restos a pagar do que recursos disponíveis em caixa.

    “A diferença da dinâmica orçamentária da União para os estados e municípios é a capacidade de endividamento, pois estes últimos são proibidos, por lei, de contrair empréstimos. Por isso, os restos a pagar têm crescido e sido impeditivos para o funcionamento de alguns estados”, explicou Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da FIRJAN.

    Recuperação Fiscal – Para a Firjan, o atual modelo do acordo de recuperação fiscal dos estados, incluído na pauta de hoje da Câmara dos Deputados, é insuficiente para resolver o problema de caixa das unidades federativas. “Esse regime é importante. As contrapartidas da União são boas e bem-vindas, mas não são suficientes”, alertou Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Federação. A fim de evitar situações de solvência nos estados brasileiros, a Federação propõe medidas complementares, como a inclusão de servidores estaduais na Reforma da Previdência.

    Segundo Mercês, outro aspecto importante é o aumento da alíquota previdenciária, para combater o desequilíbrio entre as contribuições e o pagamento de benefícios, e a divisão da despesa de previdência entre os três poderes. O estudo da FIRJAN aponta que os déficits previdenciários estaduais somaram R$ 102,4 bilhões em 2016. “A reforma que inclua os estados é pré-condição para que as unidades federativas consigam equilibrar suas contas. Se não contemplar os servidores estaduais, o déficit será explosivo”, afirmou o gerente.

    Veja na tabela abaixo o comprometimento da receita maranhense com dívidas:

    Regras fiscais – A Firjan também defende a criação de duas novas regras fiscais. A primeira é a obrigatoriedade de as unidades federativas que aderirem à negociação da dívida com a União terem déficit total zero após o período de anistia e, para todos os estados, a obrigatoriedade de déficit primário zero, evitando que futuramente necessitem aderir a programas de recuperação fiscal.

    A segunda regra é estender para o período de vigência do mandato a regra da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que proíbe os governos de terem restos a pagar superiores aos recursos financeiros em caixa. Hoje a proibição só se aplica ao último ano de gestão.

    “É uma alteração de fundamental importância para evitar que os estados escondam desequilíbrios entre receitas e despesas”, explicou Mercês.

    (Com dados da Firjan)

    FIEMA
    Previous ArticleJustiça suspende contrato para fornecimento de combustíveis à Prefeitura de Pio XII
    Next Article Caixa antecipa para sábado pagamento de FGTS de contas inativas
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Maranhão


    São Luís ganha primeira microfloresta urbana em iniciativa da Heineken em parceria com Prefeitura Municipal

    16 de junho de 2026
    Maranhão


    Buriticupu recebe repasse de mais de R$ 2,3 milhões para obras emergenciais

    16 de junho de 2026
    Maranhão


    Balcão GOV.BR passa a funcionar no Viva Procon do São Francisco em São Luís

    14 de junho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 9   +   9   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Instituto Cultural Vale oferece curso sobre patrocínio de projetos culturais pela Lei Rouanet, voltado para produtores culturais e artistas, que recebem orientações sobre a legislação, elaboração do projeto e orçamento, bem como a correta prestação de contas.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    São Luís ganha primeira microfloresta urbana em iniciativa da Heineken em parceria com Prefeitura Municipal

    16 de junho de 2026


    Buriticupu recebe repasse de mais de R$ 2,3 milhões para obras emergenciais

    16 de junho de 2026

    Alexandre de Moraes pede esclarecimentos sobre arma de Bolsonaro apreendidos em blitz da PMDF

    16 de junho de 2026


    Num investimento superior a R$ 43 milhões, Sesi seleciona empresas para construção de escola e clínica

    16 de junho de 2026


    Festança junina Balaio de Sotaques do Sesc tem início nesta quinta-feira em São Luís

    16 de junho de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.