Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    Maranhão Hoje
    Assinar
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Maranhão»Defensoria Pública ameaça criar dificuldades para a implantação de porto da WTorre
    Maranhão

    Defensoria Pública ameaça criar dificuldades para a implantação de porto da WTorre

    Aquiles Emir21 de abril de 201703 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    O Núcleo de Moradia e Defesa Fundiária da Defensoria Pública do Estado promoveu encontro entre representante da empresa WTorres e vários moradores da comunidade Cajueiro, situada na região da Vila Maranhão, em São Luís, com o intuito de discutir a tentativa de implantação de um terminal portuário no local.
    A reunião foi conduzida pelo defensor público titular do Núcleo de Moradia, Alberto Guilherme Tavares, com a participação da assistente social Elizabeth Diniz, da Consult Modal, contratada para atuar na área de Projetos de Intervenção Social da WTorres, que apresentou proposta de conciliação entre as partes.“A empresa mudou a posição dela e tem a intenção de abrir diálogo com a comunidade para conhecer as expectativas das famílias. Nós já temos alguns projetos sociais no local e o meu papel é verificar as demandas da comunidade e de que forma podemos atendê-las. Já temos vários portos em São Luís e todos tiveram esses mesmos problemas e foram sanados”, ressaltou Elizabeth, afirmando que a discussão permeia a esfera social, não envolvendo o campo jurídico no embate.

    O defensor público Alberto Tavares explicou a situação à representante, ressaltando que, desde o ano de 2014, a empresa WPR São Luís, que representa a WTorres na capital, por várias vezes, utilizou expedientes ilegais e arbitrários para desocupação da área.

    “A relação sempre foi conflituosa, a chegada da WPR foi traumática e com o tempo essa relação foi ficando cada vez mais violenta, sobretudo após ameaças, intimidações, por meio da atuação de jagunços na área e agora através de empresa de segurança, e demolições abusivas de algumas casas. A comunidade se encontra irredutível da decisão de permanecer em suas posses”, enfatizou Alberto.

    O defensor informou ainda que parte dos moradores possui documento de propriedade, desde 1998, fornecido pelo governo estadual, sobre os mais 600 hectares da comunidade.

    O morador Clóvis Amorim, que faz parte do movimento de pescadores da comunidade, fez questão de afirmar que a maioria dos moradores continua com a mesma posição de antes da reunião. “Sabemos que a empresa por meio moral e legal não tem como se instalar no Cajueiro. Eles estão nos chamando de novo porque estão percebendo que não tem outra maneira de fazer o porto, a não ser que negocie com a gente. Mas não vamos aceitar os termos deles e a empresa não se instalará no local”, concluiu o pescador.

    Moradores mostram posição da comunidade Cajueiro mostram posição à representante da empresa

    A permanência da comunidade e o livre uso de suas áreas de posse estão atualmente garantidos por sentença, proferida pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos da capital, em Ação Civil Pública da Defensoria.

    Também presente ao encontro, o professor Horácio Antunes, do Grupo de Estudos sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente da UFMA, ressaltou que todo o processo de licenciamento ambiental do empreendimento apresenta irregularidades. “Para citar um exemplo, a audiência pública para discutir o projeto aconteceu no Comando da Polícia Militar, longe das comunidades diretamente afetadas e com nítido caráter intimidatório”.

    Além de várias ações individuais para reparação de danos causados pela empresa WPR São Luís, outras três ações coletivas, de autoria da Defensoria Pública Estadual, questionam a legalidade do processo de licenciamento ambiental, inclusive a localização do empreendimento, que estaria em desacordo com a atual lei de uso e ocupação do solo de São Luís, que silencia quanto à implantação de novos portos na área.

    (Da DPE)

    FIEMA
    Previous ArticleItaqui registra aumento em carga e descarga de fertilizantes e grãos no primeiro trimestre
    Next Article Governos da América Latina criticam onda de violência na Venezuela
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Maranhão


    Do desafio pessoal ao impacto social: Legendários promove novo encontro no Maranhão

    22 de abril de 2026
    Maranhão


    Senai abre 155 vagas gratuitas para cursos de qualificação profissional em São Luís

    22 de abril de 2026
    Maranhão


    Sesc autoriza nesta quarta-feira início das obras de sua nova e sede na cidade de Caxias

    20 de abril de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 8   +   3   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    No momento em que foi intensificado o debate no Brasil pelo fim da jornada de trabalho semanal de 6 x 1 para adoção de uma de 5 x 2, servidores públicos no Maranhão experimentam uma escala semanal de 3 x 4, com ponto facultativo na segunda folga na terça-feira pelo feriado do Dia de Tiradentes, mais o sábado e o domingo. Bom trabalho para quem pode gozar deste privilégio.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    Eleições 2026

    Na sua opinião para onde deve ir o prefeito Eduardo Braide?

    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Prêmio Academia Assaí abre inscrições gratuitas para nona edição com mais de R$ 1 milhão em prêmios

    22 de abril de 2026


    Empresários pedem equilíbrio sobre reserva extrativista que pode inviabilizar novos projetos industriais em São Luís

    22 de abril de 2026


    Embrapa Maranhão realiza nesta quinta-feira dia de campo sobre manejo de arroz de sequeiro

    22 de abril de 2026


    Do desafio pessoal ao impacto social: Legendários promove novo encontro no Maranhão

    22 de abril de 2026


    Vibra e Stock Car promovem ações de conscientização contra a violência sexual a crianças e adolescentes

    22 de abril de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.