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    Home»Maranhão»São Luís está se transformando na única capital onde bancas de revista são proibidas de funcionar
    Maranhão

    São Luís está se transformando na única capital onde bancas de revista são proibidas de funcionar

    Aquiles Emir4 de outubro de 202084 Mins Read
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    Bancas que foram retiradas da Praça João Lisboa foram jogadas na Avenida Magalhães de Almeida
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    São Luís pode se tornar a única capital brasileira onde a venda de impressos poder ser proibida

    AQUILES EMIR

    Presentes nos cenários urbanos de todas os lugares do Mundo, as bancas de revistas estão ficando cada vez mais raras em São Luís, que é considerada uma das onde mais se cultua leitura e há, proporcionalmente à população, mais jornais em circulação. O problema principal é a ação do poder público, que, para embelezar e revitalizar praças e avenidas, principalmente na zona central, decidiu “proibir” esse tipo de atividade.

    Para que o leitor tenha noção do que isto representa, no circuito que vai da Praça Pedro II, em frente à Igreja da Sé, ao Complexo Deodoro, já desapareceram mais de vinte bancas e a situação mais dramática é dos resistentes proprietários das poucas que restaram na João Lisboa e Deodoro, pois estão jogados em locais insalubres, praticamente inibindo a aproximação de clientes, como se houvesse uma pressão para os jornaleiros desistirem em definitivo da atividade.

    A fim de abrirem um canal de negociação com as autoridades e fornecedores também, 52 proprietários de bancas de revistas, sebos e jornaleiros autônomos decidiram criar seu sindicato. Josenira da Luz, que tem uma banca nas proximidades do Hospital Universitário Presidente Dutra, é quem coordena o movimento, cujo objetivo principal garantir o direito desse segmento comercial continuar existindo.

    Crise agravada – A situação agravou-se mais ainda depois do isolamento social para combater covid-19, já que muitos não conseguiram retomar com seus negócios após vários meses de paralisação. Para completar, houve o encerramento das atividades da Dimapi, que representava as grandes editoras do país, e a substituta, Rota Log, não consegue abastecer as bancas com os produtos que são grifes no jornalismo impresso: Veja, Istoé, Época, Caras e outras revistas, já que os jornais de fora há muito não circulam em São Luís.

    Praça João Lisboa: após reforma, bancas foram retiradas

    Outro que participa do movimento é Cláudio Costa, proprietário de uma banca no bairro do Anil, em frente à Igreja Nossa Senhora da Conceição. Para ele, os jornais deveriam abraçar essa causa, pois está difícil manter a exposição desses veículos sem bancas para vendê-los.

    Ele destaca que, além de jornais, as bancas comercializam água, sorvetes, balas, cigarros, chips de celular, suvenires etc, isto é, prestam um grande serviço para quem está transitando pela cidade.

    Cláudio Costa diz que com em cada praça reformada, os jornaleiros foram expulsos, e lembrou que pior é a maneira como o poder público vem tratando os jornaleiros, pois os retiram para começar as obras e depois da reforma concluída não é permitido seu retorno, como aconteceu nas praças Pedro II, Benedito Leite, Odorico Mendes, Deodoro, Praça da Alegria e agora na João Lisboa e Largo do Carmo. “Dá pena ver como os donos de banca estão trabalhando”, reclama.

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    Banca de revista no Centro de Paris: direito de leitura garantido

    As bancas da João Lisboa foram jogadas antes para trás do abrigo, ao lado da Igreja do Carmo, e agora foram empurradas para a Avenida Magalhães de Almeida; na Deodoro, as bancas estão jogadas em frente ao Liceu Maranhense, onde hoje há uma espécie de feira livre.

    Padronização – De acordo com Cláudio Costa, os donos de bancas imaginavam que iria ser apresentado pela Prefeitura um modelo padrão, de acordo com a reforma do espaço, mas não, o projeto é matar o negócio. Ele diz que os jornaleiros têm até um modelo para iluminação com energia solar para evitar fiações, mas não têm a quem apresentar.

    O jornaleiro lamenta o silêncio dos vereadores e mais ainda dos candidatos a prefeito, pois nenhuma se dá conta desta situação, o que é um claro sinal de que a situação tende a piorar na futura gestão.

    Ele espera que após a fundação do sindicato, haja abertura de canais de negociação tanto com a Prefeitura quanto Câmara Municipal, Ministério Público, Defensoria Pública, Poder Judiciário e outros órgãos, pois São Luís, no seu entendimento, não pode se tornar a única capital brasileira (quem sabe, mundial) onde é proibido o funcionamento de bancas de revistas.

    FIEMA
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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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    View 8 Comments

    8 Comentários

    1. Ricardo on 22 de julho de 2025 18:22

      Boa noite. Obrigado pelas informações desta matéria. Realmente, a tendência é o desaparecimento das bancas de revista em São Luís. Em relação a este processo, lembro-me que existiram bancas de revistas da DIMAPI nos shoppings Tropical e São Luís, com uma grande variedade de títulos. Quando estas antigas bancas da DIMAPI foram retiradas dos dois shoppings? Em que ano ocorreu o encerramento definitivo das atividades da DIMAPI?

      Reply
    2. André Caciano on 12 de outubro de 2020 02:21

      Não precisa acabar, apenas revitalizar, fazendo uma banca decente, higiênica e moderna para atender o público que ali passa todos os dias, pois é de vital importância para às pessoas, no âmbito da informação. Obrigado pelo espaço. André Caciano.

      Reply
    3. Luis on 7 de outubro de 2020 08:26

      Sem leitura, sem cultura.

      Reply
    4. Joselio Carvalho on 4 de outubro de 2020 20:43

      Governador babaca todas as capital tem só esse governo do atraso esse governo acabou com o Maranhão

      Reply
    5. Rute on 4 de outubro de 2020 20:33

      Muito triste está situação .Espero que haja uma solução favorável à eles que possam volta a trabalhar .Vender as revistas e jornais impressos.

      Reply
    6. Romulo on 4 de outubro de 2020 20:06

      Madson o problema é o Prefeito que não quer as bancas. Falo com propriedade no assunto, pois sou proprietario de uma banca. Nos enganou durante 2 anos através de seu secretario, Madson Leonardo, dizendo que as bancas iriam voltar pra Deodoro. Disseram que o IPHAN não queria, fomos ate o órgão e o próprio Sr. Itaparary disse que isso não procede e inclusive as bancas estavam contempladas no projeto. Depois disseram que era a promotoria do meio ambiente (se eu não estiver enganado), e novamente comprovamos o contrario. Enfim, a prefeitura não quer as bancas. Isso é só o resumo da história.

      Reply
    7. João Silav on 4 de outubro de 2020 18:35

      Ninguém liga

      Reply
    8. Madson Moreira on 4 de outubro de 2020 17:22

      Cidade do retrocesso …acabar com bancas de revistas é o fim
      Todas capitais do país tem aqiii o governo do atrazo qr acabar com tudo.

      Reply
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    Conversa Franca – Aquiles Emir

    No momento em que foi intensificado o debate no Brasil pelo fim da jornada de trabalho semanal de 6 x 1 para adoção de uma de 5 x 2, servidores públicos no Maranhão experimentam uma escala semanal de 3 x 4, com ponto facultativo na segunda folga na terça-feira pelo feriado do Dia de Tiradentes, mais o sábado e o domingo. Bom trabalho para quem pode gozar deste privilégio.

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