Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»Angola, Cabo Verde e Moçambique na lista de países com risco de insegurança alimentar
    Mundo

    Angola, Cabo Verde e Moçambique na lista de países com risco de insegurança alimentar

    Aquiles Emir13 de junho de 202203 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Relatório da ONU alerta para grave situação de fome

    A guerra na Ucrânia agravou o aumento constante dos preços globais de alimentos e energia, minando a estabilidade econômica em todo o mundo, alerta um relatório da ONU.

    O estudo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, FAO, e do Programa Mundial de Alimentos, PMA, aponta que o conflito levou a aumentos de preços, particularmente em áreas caracterizadas pela marginalização rural e sistemas agroalimentares frágeis.

    Corrida contra o tempo – As duas agências pediram uma ação humanitária urgente para salvar vidas e meios de subsistência e prevenir a fome em 20 áreas onde a necessidade deve aumentar até setembro. Três países de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde e Moçambique estão na lista de nações sob risco de insegurança alimentar.

    Em meio a várias crises alimentares provocadas por conflitos, choques climáticos, consequências da Covid-19, enormes encargos da dívida pública e a guerra da Ucrânia, as condições devem ser particularmente graves onde a instabilidade econômica e o aumento dos preços se juntam a queda na produção de alimentos induzida pelo clima.

    O diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, afirmou que está “profundamente preocupado com os impactos de crises sobrepostas que comprometem a capacidade das pessoas de produzir e acessar alimentos, levando milhões a níveis extremos de insegurança alimentar aguda”.

    Ele adiciona que a FAO está numa “corrida contra o tempo” para ajudar os agricultores nos países mais afetados, aumentando rapidamente a produção potencial de alimentos e aumentando sua resiliência diante dos desafios.

    Desastres climáticos – Além dos conflitos, o relatório conclui que choques climáticos frequentes continuam a causar fome aguda e mostra que entramos em um “novo normal”, no qual secas, inundações, furacões e ciclones dizimam repetidamente a agricultura e a pecuária, impulsionam o deslocamento da população e empurram milhões à miséria em países de todo o mundo.

    O diretor executivo do PMA, David Beasley, reforçou que a situação é uma terrível combinação e além de prejudicar os mais vulneráveis, também vai sobrecarregar milhões de famílias que até agora conseguiram encontrar formas de sobrevivência.

    Crianças deslocadas coletam água em Mekelle, capital da região de Tigray, na Etiópia.
    Crianças deslocadas coletam água em Mekelle, capital da região de Tigray, na Etiópia (UNICEF/ Esiey Leul)

     

    Ação rápida necessária – De acordo com o relatório, Etiópia, Nigéria, Sudão do Sul e Iêmen permanecem em “alerta máximo” como lugares com condições catastróficas. Afeganistão e Somália estão perto desta categoria preocupante desde o último relatório, divulgado em janeiro.

    Todos esses seis países têm partes da população enfrentando níveis de “catástrofe”, em risco de deterioração para condições catastróficas, com até 750 mil pessoas enfrentando fome e morte.

    De acordo com o estudo, 400 mil estão na região de Tigray, na Etiópia, arrasada pela guerra – o número mais alto já registrado em um único país, desde a fome na Somália em 2011.

    Primavera Árabe – A República Democrática do Congo, Haiti, Sahel, Sudão e Síria estão em situação de “alta preocupação”, como na edição anterior deste relatório, com o Quênia agora adicionado à lista.

    Angola, Líbano, Madagascar e Moçambique também continuam sendo foco de fome. Sri Lanka, Benin, Cabo Verde, Zimbábue, Guiné e Ucrânia entraram na classificação na publicação atual.

    O chefe do PMA alerta que as condições agora são muito piores do que durante a Primavera Árabe, em 2011, e a crise dos preços dos alimentos de 2007 a 2008, quando 48 países foram abalados por distúrbios políticos, tumultos e protestos.

    (ONU News)

    Previous ArticleUso do molibdênio na cultura do feijão-caupi é tema de dia de campo no Maranhão
    Next Article Michelle Bachelet insere Brasil em um grupo de trinta situações críticas
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Mundo


    Como Brasil e Índia estão aprofundando cooperação em setores estratégicos

    11 de agosto de 2026
    Mundo


    China critica sanções dos EUA contra Cuba por colaboração com Pequim e Moscou

    11 de agosto de 2026
    Mundo


    Brasil nega visto para servidores dos Estados Unidos que queriam monitorar urnas

    26 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 1   +   6   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    CONVERSA FRANCA Por que será que algumas pessoas insistem em continuar numa atividade onde seu capital é deteriorado? No site da Justiça Eleitoral, diversos políticos em busca de reeleição informam que seus bens diminuíram depois de investidos em cargos para os quais foram eleitos há quatro anos ou mais.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    BNDES amplia aprovações de crédito para o Maranhão com transferência de R$ 945,6 milhões

    13 de agosto de 2026


    Presidente do Supremo manifesta solidariedade a Flávio Dino, mas defende princípio constitucional do sigilo da fonte

    13 de agosto de 2026


    Polícia Federal deflagra operação para investigar fraudes em licitações e desvio de recursos públicos no Maranhão

    13 de agosto de 2026


    São Luís recebe pela primeira vez o principal congresso de genética médica do país

    13 de agosto de 2026


    Vila Aty inaugura Espaço Moriá, novo local para eventos em Atins nos Lençóis Maranhenses

    13 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.