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    Home»Esporte»Após 31 anos, Brasil volta a sediar Campeonato Mundial de Clubes de Voleibol Feminino
    Esporte


    Após 31 anos, Brasil volta a sediar Campeonato Mundial de Clubes de Voleibol Feminino

    Aquiles Emir9 de dezembro de 202503 Mins Read
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    País contará com dois clubes participando
    O Campeonato Mundial de Clubes de Voleibol Feminino será realizado desta terça0feira (09) a domingo (14), em São Paulo (SP). Organizado pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), o torneio acontece no recém-reformado ginásio do Pacaembu, na capital paulista, e marca o retorno da competição ao país após 31 anos.

    O formato prevê a participação de oito equipes de diversas partes do mundo, divididas em dois grupos de quatro times, com confrontos em turno único na fase de grupos. Além de sediar a competição, o Brasil contará com dois clubes participando, o anfitrião Osasco São Cristóvão Saúde e o Dentil Praia Clube, atual campeão sul-americano.

    Ao analisar diretamente as duas equipes brasileiras que participarão do torneio, o Osasco São Cristóvão Saúde e o Dentil Praia Clube, o estado de São Paulo investiu mais de R$ 7 milhões em atividades relacionadas à modalidade contra R$ 3 milhões de Minas Gerais. Contudo, os 25 projetos desenvolvidos por Minas Gerais tiveram um valor médio maior que aqueles do estado de São Paulo, segundo análise realizada pelo Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva da Universidade Federal do Paraná (IPIE/UFPR). 

    Ainda de acordo com o levantamento do Instituto Inteligência Esportiva, o estado de São Paulo beneficia 7.596 pessoas por meio de projetos educacionais relacionados ao vôlei, mostrando que os projetos paulistas têm um viés de formação educacional e de base social. Já os projetos desenvolvidos no estado de Minas Gerais são focados em grupos específicos, resultando em 466 pessoas atendidas.

    Além disso, São Paulo concentra 1/3 de todas as bolsas atleta dedicadas ao vôlei feminino do país (33%), seguido por Minas Gerais (21%) e Rio de Janeiro (18%). Esses dados, confirmam a centralização do desenvolvimento de atletas de alto nível da modalidade na região Sudeste. Dessa forma, os valores destinados a atletas residentes em São Paulo e Minas Gerais somam mais de 50% do valor distribuído.

    Em relação à captação de recursos e valores investidos, o time Osasco São Cristóvão Saúde foi mais eficiente financeiramente, captando R$ 1,6 milhão por meio de 2 projetos. Já o Dentil Praia Clube, apesar de ter aprovado 3 projetos, captou R$ 708 mil. Contudo, deve-se também levar em conta as diferenças estruturais entre os dois. Enquanto o Osasco se volta exclusivamente a esta modalidade, o Praia Clube possui diferentes projetos com captação para o vôlei e outras modalidades juntas.


    O Brasil possui uma trajetória marcante no Mundial de Clubes Feminino de Vôlei, especialmente nas primeiras décadas da competição. Nos anos 1990, o país viveu seu momento mais dominante, começando com o Sadia, campeão em 1991, e seguido pelo título do Leite Moça/Sorocaba, em 1994, ambas edições realizadas no Brasil. Já nos anos 2000, após um hiato do torneio, o voleibol brasileiro voltou a figurar no topo do pódio com o Osasco, campeão mundial em 2012 no Catar.
    A edição de 2025, porém, traz um novo cenário e renova expectativas. Com São Paulo sediando o torneio no ginásio do Pacaembu, o Brasil retorna ao papel de anfitrião da competição após três décadas. A força da Superliga, a crescente profissionalização dos elencos e a qualidade das atletas que atuam no país também podem contribuir para resultados positivos no torneio.
    FIEMA
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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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