Sem citar o nome, Bolsonaro critica ministro Roberto Barroso
AQUILES EMIR
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) falou com seus apoiadores que foram às ruas neste domingo (1°) pedir voto auditável impresso, remotamente. Do seu gabinete, no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, em Brasília (DF), mandou o recado de que “sem eleições limpas e democráticas não haverá eleição”.
“Parabéns ao povo brasileiro. Eleições democráticas somente com contagem pública dos votos”, ratificou, pelas redes sociais, o seu discurso.
Sem citar o nome, Bolsonaro voltou a criticar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, segundo ele, está tentando impor a sua vontade, ao se posicionar contra a impressão do voto e vir fazer articulação no Congresso Nacional contra o projeto de emenda constitucional para sua implantação. “Ninguém é dono da verdade”, disse Bolsonaro.
Ainda de acordo com o presidente, quem diz que o modelo atual de votação é auditável está mentindo e insinuou que estão montando um esquema para “trazer de volta seria roubalheira”.
O presidente fez quatro pronunciamentos ao vivo, que eram transmitidos em telões nos locais das concentrações. “Até o momento já me dirigi aqueles que estão se manifestando em Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Às 16h devo falar para aqueles que estão na Paulista. Pela contagem pública dos votos e possibilidade real de sua auditoria”, escreveu por volta do meio-dia.
Confira a fala do presidente




