Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Poder e Política»CCJ do Senado aprova relatório de emendas à PEC da Previdência, que segue para o Plenário
    Poder e Política

    CCJ do Senado aprova relatório de emendas à PEC da Previdência, que segue para o Plenário

    Aquiles Emir1 de outubro de 201904 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Por 17 votos a 9, os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovaram, nesta terça-feira (1º), o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) às emendas apresentadas em Plenário para modificar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019. Pelo acordo firmado entre os líderes, o texto segue para votação em primeiro turno no Plenário do Senado, o que deve ocorrer ainda nesta terça.

    Partidos da oposição pediram votação destacada de seis emendas, como a que mantinha o direito dos trabalhadores que recebem até dois salários mínimos mensais de continuar sendo beneficiado com o abono salarial uma vez por ano, mas todos os destaques foram derrotados ou retirados.

    O senador Paulo Paim (PT-RS) chegou a apresentar um voto em separado, um texto alternativo com alterações mais significativas na própria PEC 6/2019, o que obrigaria o retorno da proposição à Câmara dos Deputados. No entanto, ele nem chegou a ser analisado pelos senadores, foi apenas lido por Paim.

    Mudança – Em relação ao texto do relatório apresentado por Tasso na última reunião, houve uma alteração. A única emenda que o relator havia acatado — para eliminar um dispositivo e não prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens que variam de acordo com o desempenho no serviço público — de supressiva tornou-se de redação.

    A nova redação sugerida pelo senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e acatada por Tasso foi negociada até mesmo com o Ministério da Economia e representantes de servidores públicos interessados, para permitir que esses funcionários remunerados com gratificações por desempenho — que já estavam no serviço público até o fim de 2003 — consigam levar para a aposentadoria integral o salário baseado nesse extra.

    O texto da PEC 6/2019 encaminhado pelo Executivo ampliava dos atuais cinco para dez anos o total de tempo que o servidor deveria receber a gratificação para conseguir leva-la para a aposentadoria. A alteração feita na Câmara passou a exigir 30 anos para mulheres e 35 para homens. A emenda de redação atenua essa regra para os poucos servidores estaduais que estão nestas condições. Rodrigo Pacheco lembrou ser essencial que a PEC paralela (PEC 133/2019, com adendos à PEC principal) retome o texto original do Executivo.

    “Há outro compromisso do governo que eu quero deixar claro e público, que é em relação à PEC paralela, se colocar o texto que foi proposto originalmente pelo governo federal na reforma da Previdência”, lembrou Rodrigo.

    Discursos – O texto da PEC 6/2019 foi bastante criticado pelos senadores da oposição. Para eles, a reforma da Previdência prejudica os trabalhadores mais pobres do Brasil, que já é um dos países mais desiguais do mundo. “Temos que deixar claro que o trabalhador de baixa renda está sendo, sim, atingido”, disse o senador Weverton (PDT-MA).

    Segundo os senadores Paulo Paim e Fabiano Contarato (Rede-ES), as mulheres serão especialmente sacrificadas, pois precisarão trabalhar até os 62 anos e, em sua maioria recebedoras das pensões por morte, verão o valor do benefício cair quase à metade do que têm direito hoje.

    Flavio Arns (Rede-PR) e Zenaide Maia (Pros-RN) lembraram da situação dos trabalhadores com deficiência, que precisarão cumprir regras de idade como todos os trabalhadores ditos normais para conseguir se aposentar.

    O senador Eduardo Braga (MDB-AM) anunciou o voto favorável apesar de seu desconforto com vários pontos. “Essa reforma não dá prazer a nenhum de nós em votar, porque são medidas amargas, que vão alcançar o povo brasileiro, seja da iniciativa privada, seja do setor público. Mas votamos porque a situação fiscal brasileira lamentavelmente não suporta mais esse modelo atual de Previdência”, disse.

    Tasso Jereissati frisou que a reforma não atinge principalmente os mais pobres. Para ele, o ajuste fiscal vai exigir mais sacrifício dos estados mais ricos e dos brasileiros com renda mais alta, em especial os servidores públicos, que serão sete vezes mais atingidos do que um segurado do Instituto Nacional de Seguridade Social.

    “É preciso que a gente tenha muito cuidado ao falar de pobreza e riqueza sem atentar com muito cuidado e zelo para os números que estão aí. Nosso propósito foi esse, evitar impacto sobre os mais pobres, transferindo [o impacto] para os de maior faixa de renda da população”, assegurou o relator.

    (Agência Senado)

    Previous ArticleNa comemoração dos seus 40 anos, MRV lança uma nova identidade
    Next Article José Leite é reconduzido ar cargo de procurador-chefe da República no Maranhão
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Poder e Política


    Maranhense Hertz Dias inicia sua campanha a presidente da República em São Paulo

    17 de agosto de 2026
    Poder e Política


    Eduardo Braide e Felipe Camarão abrem campanha com carreatas em São Luís e Orleans Brandão vai ao interior

    16 de agosto de 2026
    Poder e Política


    Relatório de Flávio Dino diz que senador Weverton Rocha tentou dificultar no STJ investigação sobre assassinato

    14 de agosto de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 10   +   2   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Os políticos estão de volta às comunidades periféricas, pois começa mais uma campanha para eleição de quem vai resolver todos os problemas da população.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    TSE acata ação do Novo contra o presidente Lula pelo desfile em sua homenagem da Acadêmicos de Niterói no carnaval deste ano

    17 de agosto de 2026


    Na Feira do Empreendedor, prefeita Esmênia Miranda fala sobre força di pequeno negócio em São Luís

    17 de agosto de 2026


    Flávio Dino determina afastamento do presidente do Tribunal de Contas do Maranhão, Daniel Brandão

    17 de agosto de 2026


    Premiação vai reconhecer práticas que transformam a aprendizagem no ambiente escolar maranhense

    17 de agosto de 2026


    Tribunal de Justiça participa da Feira do Empreendedor com orientação ao cidadão

    17 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.