Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Negócios»Centro-Oeste e Sudeste puxam queda da taxa de desocupação do país no segundo trimestre
    Negócios

    Centro-Oeste e Sudeste puxam queda da taxa de desocupação do país no segundo trimestre

    Aquiles Emir31 de agosto de 202105 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Taxa de desocupação do Sudeste passou de 15,2%, no primeiro trimestre, para 14,5%, e no Centro-Oeste, de 12,5% para 11,6% 

    A taxa de desocupação no Brasil recuou para 14,1%, no segundo trimestre deste ano, impactada, principalmente, pela redução do desemprego no Sudeste e no Centro-Oeste. As demais grandes regiões ficaram estáveis no período. No Sudeste, a taxa de desocupação passou de 15,2%, no primeiro trimestre, para 14,5%, enquanto no Centro-Oeste, o indicador caiu de 12,5% para 11,6%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    “No Centro-Oeste, a queda da taxa de desocupação se deve à retração de 6,7% no número de pessoas procurando trabalho na região. Já no Sudeste essa queda foi principalmente impulsionada pelo aumento expressivo da população ocupada, ou seja, há um quantitativo maior de pessoas trabalhando do que havia no trimestre anterior”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

    Em São Paulo, a população ocupada aumentou em cerca de 478 mil pessoas. Com isso, o nível de ocupação do estado chegou a 52,7%, o maior desde o início da pandemia, que foi registrado no primeiro trimestre do ano passado (58,0%). No Rio de Janeiro, a taxa de desocupação caiu 1,5 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre e chegou a 18,0%. A população ocupada do estado cresceu 7,2% nesse período.

    Por outro lado, dos dez estados com maior taxa de desocupação no país, nove são do Norte ou do Nordeste. Em Pernambuco, o indicador cresceu 6,5 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a 21,6%, recorde na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, e a maior taxa entre as unidades da Federação. Já frente ao primeiro trimestre deste ano, a taxa de desocupação e o número de ocupados e desocupados ficaram estáveis.

    Dos 3,2 milhões de pessoas ocupadas no estado, 33,9% trabalham por conta própria. Além disso, a taxa de informalidade chegou a 51,4% no segundo semestre e quase metade da população do estado em idade de trabalhar (47,6%) está fora da força de trabalho. São 3,7 milhões de pessoas acima de 14 anos que não estão ocupadas nem procurando emprego.

    A taxa de informalidade do Norte (56,4%) e do Nordeste (53,9%) também ficou acima da média nacional, que foi de 40,6%. Beringuy explica que o mercado de trabalho das duas regiões é marcado pelo grande percentual de trabalhadores informais, que são a soma dos trabalhadores sem carteira (incluídos os trabalhadores domésticos), trabalhadores por conta própria, empregadores sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

    “Os estados das regiões Norte e Nordeste têm, historicamente, as maiores taxas de desocupação, de informalidade e de subutilização da força de trabalho. Ainda que eventualmente haja quedas nessas taxas, ou seja, uma melhoria nos números, eles partem de estimativas muito altas, fazendo com que essas regiões permaneçam com indicadores de mercado de trabalho mais desfavoráveis”, diz.

    A população ocupada do país chegou a 87,8 milhões de pessoas no segundo trimestre e era composta por 65,1% de empregados, 4,3% de empregadores, 28,3% de pessoas que trabalharam por conta própria e 2,3% de trabalhadores familiares auxiliares. No Norte (34,3%) e no Nordeste (32,2%), o percentual de trabalhadores por conta própria foi superior ao das demais regiões. As duas regiões também tinham percentual menor de empregados do setor privado com carteira assinada em relação à média nacional (75,1%). No Norte, foi de 60,1% e no Nordeste, 58,4%.

    “Todas as grandes regiões tiveram uma tendência de crescimento da informalidade no segundo trimestre. Quando observamos por grupamento de atividade, há expansão na ocupação na construção, por exemplo, em que há participação grande de trabalhadores informais, assim como nos serviços domésticos, em que a maior parte dos trabalhadores não tem carteira assinada”, destaca Beringuy.

    No Norte, a maior expansão da ocupação, em termos percentuais, ocorreu na atividade de Outros Serviços (12,2%), que engloba, entre outros, as atividades de profissionais como cabeleireiros e esteticistas. Já no Nordeste, os maiores crescimentos em ocupação vieram de Alojamento e alimentação (16,3%) e Agricultura (6,2%). No Sudeste, houve expansão de 5,4% na atividade de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.

    Piauí tem maior taxa de subutilização – A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que reúne os desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial, foi de 28,6% no segundo trimestre, o que representa 32,2 milhões de pessoas. No Norte, a taxa foi de 32,4% e no Nordeste, 41,7%. As demais ficaram abaixo da média nacional: no Sudeste foi 25,6%, no Centro-Oeste, 20,9%, e no Sul, 16,4%.

    Entre as unidades da Federação, a maior taxa de subutilização foi do Piauí, que chegou a 46,6%, seguido de Maranhão (46,3%) e Sergipe (44,1%). As 15 maiores taxas nesse indicador foram de estados do Norte ou do Nordeste. Já as menores foram verificadas no Rio Grande do Sul (17,7%), Mato Grosso (15,0%) e Santa Catarina (10,6%).

    Santa Catarina também é o estado com menor taxa de informalidade (26,9%), menor taxa de desocupação (5,8%) e maior percentual de trabalhadores com carteira no setor privado (90%).

    Nível de ocupação aumenta – O nível da ocupação apresentou expansão principalmente entre as pessoas de cor preta, cuja estimativa passou de 49,4% para 51,5% (2,1 pontos percentuais). Entre as pessoas de cor brancas (50,9%) e de cor parda (47,7%), o crescimento foi de 1,1 e 1,0 ponto percentual, respectivamente.

    Já a taxa de desocupação entre as pessoas brancas (11,7%) ficou abaixo da média nacional, enquanto entre os pretos (16,6%) e pardos (16,1%) ficou acima.

    (Com informações do IBGE)

    Previous ArticleMARANHÃO HOJE – ED. 100 – AGOSTO 2021
    Next Article Taxa de desocupados no Maranhão passa de 17%, segundo dados divulgados nesta terça pelo IBGE
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Negócios


    Compras devem ser antecipadas para este fim de semana, pois comércio não funcionará em São Luís na segunda-feira

    16 de outubro de 2026
    Negócios


    MRV firma parceria com Apae Brasil para capacitar pessoas com deficiência e ampliar inclusão no mercado de trabalho

    15 de outubro de 2026
    Negócios


    Governo anuncia perdão de dívidas e pacote de estímulo para microempreendedor individual

    14 de outubro de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 5   +   6   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional, mostrou que é bem fácil fazer o que Ulisses Guimarães, presidente da Assembleia Nacional Constituinte, dizia que seria quase impossível: emendar a Constituição Federal. Numa única sessão, modificou o regimento do Senado, fez duas votações para botar no texto da Carta Magna a nova jornada de trabalho, em atendimento aos interesses do Palácio do Planalto, lei-se projeto de reeleição do presidente Lula.

    Compartilhe este vídeo:
    ```
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Embrapa articula parcerias com comunidades rurais de São Luís para fortalecer a agricultura familiar

    20 de outubro de 2026


    Corinthians empata com Vitória e continua pressionado contra o rebaixamento

    20 de outubro de 2026


    Na declaração de bens apresentada ao TSE presidente Lula não menciona apartamento de R$ 1,5 milhão

    20 de outubro de 2026


    Caravana Muda Brasil reúne lideranças nacionais e representantes da política maranhense em São Luís

    20 de outubro de 2026


    A incerteza tributária e o sufoco de quem empreende no Brasil

    20 de outubro de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.