A cesta básica de alimentos em São Luís aumentou 4,23% em comparação a janeiro e custou R$ 368,82, mas ainda assim foi a cidade com o segundo menor valor, entre as 18 pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE. Segundo o levantamento, em 12 meses, a variação foi de 3,39% e nos dois primeiros meses de 2019, de 4,36%.
Entre janeiro e fevereiro, sete produtos tiveram alta: feijão carioquinha (60,68%), banana (5,75%), manteiga (3,63%), leite integral (2,13%), óleo de soja (2,07%), açúcar refinado (1,84%) e arroz agulhinha (1,22%). Os demais itens sofreram redução: café em pó (-4,93%), farinha de mandioca (-3,48%), tomate (-0,67%), pão francês (-0,57%) e carne bovina de primeira (-0,46%).
Em 12 meses, 8 produtos acumularam alta: feijão carioquinha (106,59%), leite integral (16,36%), açúcar refinado (15,42%), arroz agulhinha (14,09%), óleo de soja (6,47%), pão francês (6,10%), carne bovina de primeira (5,37%) e manteiga (3,30%). Somente a farinha de mandioca (-30,84%), o tomate (-20,36%), o café em pó (-11,69%), e a banana (-1,90%) acumularam taxas negativas.
O trabalhador ludovicense cuja remuneração equivale ao salário mínimo necessitou cumprir jornada de trabalho de 81 horas e 18 minutos, em fevereiro de 2019, para comprar a cesta. Em janeiro, o tempo necessário foi de 78 horas e 00 minuto. Já em fevereiro de 2018, a jornada média foi de 82 horas e 16 minutos.
Em fevereiro de 2019, o custo da cesta em São Luís comprometeu 40,17% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários), percentual maior do que o de janeiro, quando ficou em 38,54%. Em fevereiro de 2018, representava 40,65%.
Custo e variação da cesta básica em 18 capitais
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