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    Home»Poder e Política»Weverton Rocha bate boca com João Alberto e Eunício Oliveira e tumultua sessão do Congresso
    Poder e Política

    Weverton Rocha bate boca com João Alberto e Eunício Oliveira e tumultua sessão do Congresso

    Aquiles Emir29 de agosto de 201714 Mins Read
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    Ewerton Rocha pediu a palavra para falar como líder de bancada

    A sessão do Congresso Nacional desta terça-feira (29) foi marcada por tensão entre parlamentares. Ainda pela manhã, deputados da oposição reclamaram da condução dos trabalhos pelo presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira. Quando Eunício abriu o painel eletrônico para a primeira votação, deputados argumentaram que não havia quórum suficiente.

    O deputado Bohn Gass (PT-RS) disse que a Constituição exige a presença de 256 deputados, mas só havia 156. O deputado Glauber Rocha (PSOL-RJ) também apresentou questão de ordem nesse sentido. “Salvo disposição constitucional em contrário, as deliberações de cada Casa e de suas comissões serão tomadas por maioria dos votos, presente a maioria absoluta de seus membros”, reclamou Glauber.

    Eunício respondeu que a votação não seria encerrada até que o quórum fosse atingido, mas o painel ficaria aberto para que os parlamentares iniciassem a votação. Ele citou decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) segundo a qual o quórum de uma votação só é computado com o resultado final. Os deputados anunciaram que iriam recorrer à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

    Liderança – À noite, novo tumulto. Pouco antes das 20h, o deputado Ewerton Rocha (PDT-MA) pediu a palavra para falar como líder durante um encaminhamento de votação. O senador João Alberto Sousa (PMDB-MA), que presidia na ocasião, negou o pedido e cortou o microfone. O tumulto começou depois que o deputado Weverton Rocha (PDT-MA) jogou um livro do regimento interno da Câmara dos Deputados na Mesa Diretora, revoltado pela condução da votação de um veto sobre a lei que institui o Cartão Reforma.

    Parlamentares da oposição subiram à Mesa para fazer uma reclamação contra a decisão de João Alberto. O presidente Eunício Oliveira, que reassumiu a presidência, suspendeu os trabalhos por dez minutos.

    Quando a sessão foi retomada, nova confusão. O presidente Eunício Oliveira questionou o comportamento de alguns parlamentares. “Essa Mesa não treme. Este presidente não tem medo de cara feia. Muito menos de gritos ou agressões. Não tem medo”, desabafou Eunício.

    O vice-líder da Minoria, deputado Silvio Costa (PTdoB-PE), classificou como “equivocada” a forma como Eunício Oliveira se dirigiu aos parlamentares. “Você precisa respeitar essa Casa. Não pode chegar de forma truculenta e tomar a fala de um líder partidário”, aracou.

    Foi a senha para o líder do PDT, deputado Weverton Rocha, fazer nova reclamação. Houve discussão com o presidente Eunício Oliveira. “Vossa excelência está se comportando como um ditador”, acusou Rocha.

    Eunício revelou então que, momentos antes, o deputado havia arremessado um livro contra a Mesa do Congresso. E anunciou providências. “Ditador é Vossa Excelência que jogou um livro aqui em cima. Vossa Excelência tem que respeitar a Mesa. Vossa Excelência será representado no Conselho de Ética”.

    Posteriormente, Eunício afirmou que não mais representaria contra o deputado Ewerton Rocha.

    Ocupação – Em outro momento de tensão, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) ocupou a tribuna e criticou a presença de policiais legislativos no Plenário. “Sou deputado há quatro mandatos. Nunca tivemos uma sessão do Congresso com 30 seguranças do Senado armados aqui dentro. Estou falando desta tribuna e há três pessoas da segurança do Senado. O presidente veio aqui, repetiu várias vezes que é corajoso, mas, para presidir a sessão, trouxe um batalhão armado para intimidar parlamentares aqui dentro. Isso é uma vergonha!”

    A senadora Ana Amélia (PP-RS) rebateu. Ela lembrou o episódio em que a Mesa do Senado foi ocupada por parlamentares contrárias à reforma trabalhista. “O orador que me antecedeu faz uma crítica ao presidente desta sessão, mas parece ter esquecido inteiramente do dia 11 de julho, quando a Mesa do Senado foi tomada por uma invasão desrespeitosa. O Brasil inteiro viu uma cena dantesca e, durante o dia inteiro, o Senado foi censurado, amordaçado, fechado autoritariamente, violentamente. Parece que a memória é muito fraca de certos líderes e de certos Parlamentares”.

    (Agência Senado)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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    View 1 Comment

    1 comentário

    1. Camila Goulart Rodrigues on 30 de agosto de 2017 16:36

      O Editor Chefe da Revista tem um problema sério com o nome do Líder do PDT, o Nome é WEVERTON ROCHA, meu caro, não é Wewerton, nem Ewerton!

      Guarde para publicações posteriores pois não é a primeira vez!
      Boa Tarde.

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    Demonstre sua humanidade: 3   +   4   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Apoio do presidente Lula nem sempre foi certeza de votos para seus aliados na política do Maranhão, como sonha o vice-governador Felipe Camarão no seu projeto para ser sucessor de Carlos Brandão.

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