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    Home»Brasil»Brasil registra mais de 1,6 milhão de acidentes rodoviários numa década
    Brasil

    Brasil registra mais de 1,6 milhão de acidentes rodoviários numa década

    Aquiles Emir4 de junho de 201804 Mins Read
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    Acidentes de trânsito são uma das principais causas de óbitos no Brasil. Somente nas rodovias federais policiadas, no período entre 2007 e 2017, o país registrou 1.652.403 acidentes e 83.481 mortes. Diversos são os fatores que causam esse tipo de ocorrência, tais como humanos, veiculares, institucionais/sociais, socioeconômicos, ambientais e viários.
    Os números estão no estudo Transporte rodoviário: acidentes rodoviários e a infraestrutura divulgado nesta segunda-feira (04) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), que analisa o impacto das condições da infraestrutura rodoviária na ocorrência e na gravidade dos acidentes.
    O estudo relaciona dados sobre as características da infraestrutura viária apresentadas na Pesquisa CNT de Rodovias 2017 com a base de dados da PRF (Polícia Rodoviária Federal), considerando todos os acidentes registrados em rodovias federais.

    A partir disso, a Confederação desenvolve uma análise aprofundada a respeito do perfil dos acidentes e da influência das características do Pavimento, da Sinalização e da Geometria da via – variáveis da Pesquisa CNT de Rodovias – na frequência e na intensidade dos acidentes. A CNT identifica, ainda, os 100 trechos mais perigosos das rodovias federais brasileiras. Trata-se de um rico conjunto de dados capaz de balizar estratégias e políticas públicas para o enfrentamento do problema.

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    O exorbitante número de acidentes e de mortes causa prejuízos a toda a sociedade. Um país que busca desenvolvimento necessita de políticas capazes de minimizar esses graves danos. É certo que diversos fatores influenciam essas ocorrências.
    Entretanto a insuficiência de investimento em infraestrutura é fator que contribui decisivamente para a insegurança nas rodovias do país. A CNT acredita que os acidentes poderiam, em sua maioria, ser evitados caso houvesse ações efetivas de manutenção, adequação e construção, além de fiscalização eficiente da malha rodoviária brasileira.
    Principais conclusões do estado:
    • O trânsito é a principal causa de mortes entre pessoas de 15 a 29 anos;
    • Média de óbitos causados por acidentes de trânsito no Brasil (urbanos e rodoviários): 40.373/ ano (entre 1996 e 2016);
    • Entre 2007 e 2017, apenas em rodovias federais policiadas: 1,65 milhão de acidentes (média de 411,3 por dia) e 83.481 mortos (média de 20,8 por dia);
    • O atual índice de mortos no Brasil (aproximadamente 19 por 100 mil habitantes) equivale aos índices do ano de 1982 de países desenvolvidos (35 anos de atraso!);
    • Em 2017, os custos decorrentes de acidentes e mortes registrados em rodovias federais foram de R$ 10,7 bilhões. Nesse mesmo ano, os investimentos federais em rodovias totalizaram apenas R$7,9 bilhões;
    • O número de acidentes diminuiu 30,3% de 2007 para 2017, passando de 128.440 para 89.396. Entretanto, as ocorrências ficaram mais violentas. A taxa de óbito, que avalia a gravidade dos acidentes, passou de 5,5 mortes a cada 100 acidentes em 2007 para 7,0 mortes a cada 100 acidentes em 2017. Importante ressaltar que a partir de 2013, os registros de ocorrências de acidentes sem vítimas passaram a ser feitos pelos usuários, o que pode ter gerado um número oficial de acidentes inferior às ocorrências reais;
    • A maioria das mortes por acidente entre 2007 e 2017 envolveu automóveis e motos (65,1%, 54.350) – sendo 41,9% automóveis e 23,2% motos. O percentual envolvendo caminhões foi de 10,3% (8.635). Já os casos com bicicleta representaram 4,6% (3.868) e ônibus, 2,9% (2.442);
    • Metade dos acidentes com vítimas ocorre aos finais de semana – no domingo (17,1%), aos sábados (17,3%) e às sextas (15,2%). Os dados são de 2007 a 2017;
    • Tipos de acidentes (2007 a 2017): Colisão (57,3%), Saída de pista (14,5%), Capotamento (11,8%), Atropelamento (8,4%), Queda de ocupante (7,6%)
    • Acidentes em pistas simples representam 58,1%; • Maioria dos acidentes (61,9%) ocorre em retas. Os acidentes em curvas correspondem a 17,1% do total;
    • 53,4% dos acidentes ocorrem em pleno dia. Em seguida, estão os acidentes em plena noite (35,0%);
    • Acidentes com vítimas em feriados sobem de 2008 para 2017, passando de 3.281 para 3.303. As ocorrências envolvem os períodos de Carnaval, Semana Santa, Corpus Christi, Natal, Ano Novo;
    • Carnaval é o feriado que mais registra acidentes com vítimas. As ocorrências subiram de 911 acidentes, em 2008, para 1.145 em 2017 (+25,7%); • Carnaval (média de 152 óbitos de 2008 a 2017) e Corpus Christi (média de 118 óbitos no mesmo período) são os feriados em que mais se morre nas rodovias;
    • Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina concentram acidentes com vítimas nas rodovias. Minas registra 14,6% dos acidentes do país; Santa Catarina, 12,0% e Paraná, 11,6%. Amazonas, Amapá e Roraima são os estados com menos registros. Juntos somam menos de 1% do total. Em 2017, Minas registrou 8.574 acidentes com vítimas nas rodovias federais. Importante lembrar que é o estado com a maior malha.
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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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