Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»FERNANDO CALMON»Estudo aponta caminhos para eletrificação veicular
    FERNANDO CALMON

    Estudo aponta caminhos para eletrificação veicular

    Aquiles Emir12 de agosto de 202104 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    signs for a power supply for electric cars
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Anfavea e Boston Consulting Group apresentaram estudo

    Como o Brasil se integrará ao esforço mundial para limitar as emissões de gás carbônico (CO2) foi o objetivo de um grande estudo que Anfavea e Boston Consulting Group (BCG) acabam de apresentar. A eletrificação tornou-se a saída mais objetiva na qual os três grandes polos da indústria automobilística mundial, China, EUA e União Europeia, estão empenhados

    Estes três representam cerca de 60% das vendas mundiais de veículos leves e pesados. Acrescentado o Japão, os países centrais respondem por algo próximo a dois terços da frota mundial e das emissões de CO2. Obviamente, o País não pode e nem deve ficar de fora deste esforço global. Atender esses objetivos, no entanto, exigem ações de curto, médio e longo prazos, além de investimentos bastante elevados tanto do governo quanto da própria indústria.

    Dos três cenários montados pelo BCG para 2030 e 2035, o que me parece mais perto da realidade brasileira do ponto vista de veículos leves é o protagonismo de biocombustíveis no caminho da descarbonização. É viabilizado por regulações já existentes, frota predominante de automóveis flex e ampla infraestrutura de produção e distribuição de etanol.

    Há, entretanto, outra alternativa classificada de cenário de convergência global. Neste caso o Brasil alcançaria nível de eletrificação maior e as fabricantes aqui instaladas seguiriam estratégias globais. Para isso seria necessário instalar 150.000 carregadores espalhados pelo País ao custo hoje estimado de elevados R$ 14 bilhões. Ainda assim, em 2035, a frota circulante de veículos leves teria 82% com motores só a combustão e o restante, elétricos e híbridos.

    Precisaria saber de onde viria o investimento nos carregadores: do governo, da iniciativa privada, da indústria automobilística ou do esforço coordenado. Do ponto de vista do consumidor não se trata apenas de localização fácil em ruas e estradas, mas do tempo de recarga. Já se observou, principalmente nos EUA, certo grau de rejeição. Não se sabe ainda o reflexo nas vendas futuras de elétricos pelo desconforto da espera mínima de 30 minutos, isso nos pontos de recarga de alta potência, para recuperar 80% do alcance declarado.

    O estudo reúne grandes méritos pois pode servir de referência para o governo federal implantar ações de estímulo que, já se sabe, serão tão necessárias quanto difíceis de enquadrar no apertado orçamento federal. As condições econômicas e sociais dificultam a criação de subsídio direto ao comprador de um veículo 100% elétrico ou híbrido recarregável em tomada, como acontece hoje e continuará nos próximos anos em países centrais.

    A cultura governamental de taxar veículos leves muito acima da média mundial atravessa mais de meio século. Seria aparentemente simples e faria sentido diminuir essa carga fiscal para combater o aquecimento global. Há também a alternativa de incentivar a renovação da frota atual, o que melhoraria muito as emissões de CO2. Mas, neste caso, deveria vir também a inspeção técnica veicular pelo menos nos principais centros urbanos do País. Coragem política para esta providência é difícil de acreditar.

    ALTA RODA

    • ESCASSEZ mundial de semicondutores permanece e há grande impacto na produção brasileira de veículos. Anfavea estima 120.000 unidades perdidas até agora. Isso explica os estoques totais de apenas 15 dias, menor volume desde 1999 quando começaram a ser calculados. As matrizes das fábricas continuam direcionando as peças para mercados mais rentáveis, que não parece ser o caso do Brasil. Cenário deve mudar no primeiro trimestre de 2022, mas há previsões de normalização só em meados do próximo ano.
    • BMW SÉRIE 3 domina com 70% de participação no segmento de sedãs médio-grandes. Uma das razões é a produção no Brasil (95% das vendas) e outra sua notável qualidade dinâmica: precisão de direção e atitude em curvas (50% de peso em cada eixo). Na linha 2022 adotou, finalmente, o Android Auto sem fio, mas o carregador por indução tem pouca potência. Para desempenho é melhor usar o modo de condução Sport porque os 184 cv do turbo flex têm que lidar com 1.460 kg em ordem de marcha.
    • VERSÃO elétrica do SUV médio T60 Plus, o E-JS4 amplia a escalada da JAC nesse mercado de nicho. Preço: R$ 249.990 ou 50% mais que o modelo convencional. No entanto, o elétrico oferece equipamentos adicionais como câmeras traseira e de visão 360 graus, faróis de neblina, teto solar panorâmico e banco do motorista elétrico. Potência, 150 cv, torque 34,7 kgf.m e aceleração de 0 a 100 km/h em 7,5 s.
    • MOTOCICLETAS e até bicicletas já podem contar com chamada de emergência em acidentes. Anunciado agora pela Bosch, na Alemanha, o algoritmo inteligente de colisão e sensores de aceleração do controle de estabilidade permitem, por meio de smartphone, transmitir informações aos serviços de socorro. Se a moto não tiver um sistema de detecção de colisão ou queda instalado permanentemente, dados do sensor do smartphone são usados ​​para iniciar a comunicação emergencial.

    www.fernandocalmon.com.br

    Previous ArticleApós tumulto, Omar Aziz encerra trabalhos da CPI e Barros é convocado a prestar novo depoimento
    Next Article Barroso divulga vídeo para rebater “eleição não se ganha, se toma”
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    FERNANDO CALMON

    Excesso de confiança nos recursos de segurança pode aumentar acidentes

    2 de agosto de 2026
    FERNANDO CALMON

    Fiat comemora 50 anos e anuncia cinco lançamentos em cinco anos

    24 de julho de 2026
    FERNANDO CALMON

    Importância do mercado brasileiro tanto para VW quanto para Fiat

    17 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 2   +   1   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Livro narra a história de um dos mais importantes importantes empresários do Maranhão, Luiz Noranha, que, além de outros negócios, foi representante da General Motors, pela Comave e Servepeças, sendo um dos responsáveis pela ampliação e dinamização do setor autorizo no mercado maranhense.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Poder Judiciário não vai funcionar na próxima segunda-feira, data em que se comemora o Dia do Advogado

    6 de agosto de 2026


    Maranhense Augusto Neto é campeão brasileiro Sub-18 em Beach Tennis

    6 de agosto de 2026


    Paciência no trânsito, pois há pessoas necessitando de mais atenção após mais uma colisão envolvendo motociclistas

    6 de agosto de 2026


    Roberto Alencar, vice-presidente da Fiema, é distinguido pela CNI com a Ordem do Mérito Industrial

    6 de agosto de 2026


    Dia dos Pais deve movimentar mais de R$ 106,2 milhões no comércio de São Luís, segundo pesquisa da Fecomércio

    6 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.