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    Maranhão Hoje
    Home»Brasil»Mensagem de militar poderá ser usada no inquérito da morte de Marielle
    Brasil

    Mensagem de militar poderá ser usada no inquérito da morte de Marielle

    Aquiles Emir4 de maio de 202302 Mins Read
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    Ato Amanhecer por Marielle e Anderson na escadaria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) marca um ano da morte da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes.
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    Militar preso disse saber quem mandou matar a vereadora

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse nesta quinta-feira (04) que a mensagem enviada pelo militar sobre o assassinato de Marielle Franco poderá ser incluída nas investigações do crime. Preso nesta quarta-feira (03) por suspeita de envolvimento em fraudes de cartões de vacina, o militar da reserva do Exército Ailton Barros afirmou, em mensagem de aplicativo, saber quem foi o mandante do assassinato da vereadora, ocorrido em 2018.

    A afirmação de Barros foi feita durante uma conversa entre o militar e o então ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, também preso na operação. Em uma das conversas que foram captadas com autorização judicial pelos investigadores, Ailton Barros citou o nome do ex-vereador do Rio de Janeiro Marcelo Siciliano, eximindo-o de responsabilidade no assassinato de Marielle e Anderson Gomes, motorista da vereadora na noite do crime.

    Ao justificar que o ex-vereador não tem relação com o caso e que teria sido alvo de perseguição política, Barros citou que sabe quem foi o responsável pelo assassinato de Marielle.

    Em entrevista à imprensa, Dino afirmou que, após a perícia do material recolhido, a informação poderá ser usada no inquérito que investiga a morte da vereadora.

    “Essa alusão ao caso Marielle mostra que, muito provavelmente, teremos múltiplos objetos de investigação, a partir das apreensões realizadas. E isso não só pode, como dever ser feito”, disse.

    Em 14 de março de 2018, Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram baleados dentro do carro em que transitavam na região central do Rio de Janeiro. Há duas investigações em curso. A primeira apura quem são os mandantes dos assassinatos. Em outro processo sobre investigação, o policial militar reformado Ronnie Lessa deve ser levado a júri popular. Ele é acusado de ser um dos executores do assassinato.

    (Agência Brasil)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Eleitor deve desconfiar do político que ao fazer registro de sus candidatura mente à Justiça Eleitoral, omitindo informações sobre seus bens e não justificando sua evolução patrimonial. Esses dados deveriam servir como cartão de visita para a população saber com quem está se relacionando.

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