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    Home»Mundo»Mercosul pedirá à Venezuela para suspender a eleição constituinte
    Mundo

    Mercosul pedirá à Venezuela para suspender a eleição constituinte

    Aquiles Emir21 de julho de 201702 Mins Read
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    O vice-chanceler argentino, Daniel Raimondi, disse nesta quinta-feira (20) que o Mercosul fará um pedido para que o governo da Venezuela suspenda a convocatória para a eleição de uma Assembleia Constituinte e restitua a ordem democrática, na abertura da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados e a 50ª Reunião Ordinária do Conselho do Mercado Comum, que se realiza na cidade de Mendonza, na Argentina.

    “Nos preocupa especialmente que as autoridades venezuelanas se abstenham ou desistam de realizar a eleição prevista para o dia 30 deste mês para a Assembleia Constituinte”, disse Raimondi à imprensa no Hotel Intercontinental, onde acontece a cúpula. “Convocar essa eleição é  um passo na direção errada”, explicou o diplomara, que reclamou mais “diálogo entre as partes em disputa”.

    Renúncia – Nesta quinta-feira (20), o diplomata venezuelano Isaías Medina, conselheiro na missão do seu país na ONU, anunciou que deixará seu cargo por discordar das ações do governo de Nicolás Maduro, acusando o presidente de violar os direitos humanos. Medina disse que a Venezuela deveria ser um país onde a vida, as garantias processuais e o devido processo penal fossem respeitados. A informação é da agência EFE.

    O diplomata comunicou sua saída em uma carta, na qual expressou sua “divergência irreconciliável com as atuações do governo Maduro”. Medina acusa as autoridades da Venezuela de “reiteradas e sistemáticas violações aos direitos humanos” e de “crimes contra a humanidade e contra os civis durante os últimos cem dias”.

    “Sem sectarismo, (a Venezuela deveria ser um país) onde impere o Estado de direito, a honestidade, a transparência e o direito de ter opiniões diferentes. Um país livre de censuras, livre de presos políticos, com separação de poderes e alternância democrática”, explicou ele na carta de demissão.

    No fim do documento, Medina diz que não recebe salários da missão da Venezuela na ONU há três meses e diz que espera que o governo pague os custos de seu retorno para o país, incluindo a passagem aérea e as bagagens, como manda a lei.

    O embaixador da Venezuela na ONU, Rafael Ramírez, condenou no Twitter a postura de Medina e a carta. “Imediatamente o substituiremos. Não nos representa. Atuou de maneira desonesta”, disse.

    (Agência EFE)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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