Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»Morre médico chinês que alertou para o perigo do coranavírus
    Mundo

    Morre médico chinês que alertou para o perigo do coranavírus

    Aquiles Emir7 de fevereiro de 202004 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    As autoridades chinesas vão abrir um inquérito sobre o caso do médico de Wuhan repreendido pela polícia, depois de ter feito um alerta sobre o novo coronavírus, em dezembro do ano passado. Li Wenliang morreu nesta quinta-feira (06) vítima do vírus para o qual alertou os colegas de profissão, em um grupo online. Nas redes sociais o médico é considerado um herói.

    O órgão do Partido Comunista Chinês encarregado de combater a corrupção anunciou, em comunicado, que vai enviar uma equipe a Wuhan “para realizar um inquérito exaustivo sobres as circunstâncias relativas ao caso do médico Li Wenliang”. O médico, de 34 anos, foi contagiado por um doente infectado com coronavírus e morreu em um hospital de Wuhan.

    Em dezembro, quando começou o surto na cidade de 11 milhões de habitantes, o médico oftalmologista enviou uma mensagem eletrônica aos colegas em que alertava para o surgimento de um coronavírus em Wuhan. Li Wenliang foi “infelizmente contaminado durante o combate à epidemia de pneumonia do novo coronavírus”, afirmou o hospital central de Wuhan, em sua conta na rede social Facebook.

    O alerta à comunidade médica de Wuhan, centro do surto do coronavírus, rendeu a Wenliang uma repreensão pela polícia, que o obrigou a assinar um documento no qual denunciava o aviso como um boato “infundado e ilegal”.

    Em 30 de dezembro, Wenliang foi convocado, juntamente com outras sete pessoas, pela polícia local que o repreendeu por espalhar rumores.

    Quando o médico avisou os colegas, o novo coronavírus não tinha ainda sido identificado, mas ele detectou semelhanças com a pneumonia atípica, ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), um coronavírus que abalou a China há quase duas décadas.

    Em entrevista à revista chinesa Caixin pouco tempo antes de morrer, Li defendeu maior liberdade de expressão no país. “Acho que uma sociedade saudável não devia ter apenas uma voz”, apontou.

    Em 20 de janeiro, dias antes de a China relatar os primeiros casos fora de Wuhan, a Tailândia e o Japão já tinham registrado infeções. Nas redes sociais chinesas, internautas comentaram que o vírus era “patriótico”, pois parecia só afetar estrangeiros.

    O presidente da câmara de Wuhan, Zhou Xianwang, sugeriu que a divulgação tardia do surto se deveu à crescente centralização do poder na China. “Espero que entendam porque é que não houve divulgação mais cedo”, disse.

    “Após ter sido informado sobre o vírus, precisava de autorização antes de tornar a informação pública”, completou.

    A morte do oftalmologista também expõe um aspecto preocupante sobre o surto que não é detalhado nas estatísticas: o número de funcionários de saúde infectados pelo vírus. No início, um especialista chinês em doenças infeciosas indicou que um único paciente tinha infectado 14 funcionários num hospital em Wuhan.

    Liberdade de Expressão – Wenliang, cuja mulher está grávida do segundo filho do casal, era um oftalmologista desconhecido, mas tornou-se, nas últimas semanas, num ícone para muitos chineses, à medida que o surto do coronavírus se alastra por toda a China, paralisando o país.

    A morte de Li Wenliang desencadeou uma onda de críticas nas redes sociais chinesas que o consideram um herói. Com o hashtag #woyaoyanlunziyou (eu quero liberdade de expressão) a tornar-se viral. O número de mortos provocados pelo novo coronavírus subiu para 636, com 31.161 pessoas infectadas. Desde o último balanço, na quinta-feira, registaram-se mais 73 mortes e 3.143 casos de infeção no surto que começou na cidade de Wuhan, na província central de Hubei.

    “O reacionário é quem mais teme a liberdade de expressão”, escreveu no Weibo um internauta, citando o fundador da República Popular da China, Mao Zedong. “Ele recorre a todos os tipos de métodos sujos e baixos para tapar os olhos, os ouvidos e a boca do povo”, acrescentou.

    Já o jornal oficial do Partido Comunista Global Times lamentou a morte do médico, mas instou a população a apoiar a luta do governo contra a epidemia. “O fato de Li Wenliang não ter escapado com vida mostra o quão árdua e complexa é esta batalha”, diz o editorial do Global Times. “Neste momento crítico, devemos mantermo-nos unidos”, sublinhou.

    (Agência Brasil com informações da RTP, de Portugal, e imagem do Financial Times)

    Previous ArticleBotafoguenses fazem festa em aeroporto para a recepção do meio-atacante Honda
    Next Article Número de infectados com coronavírus na China passa dos 30 mil
    Aquiles Emir

      Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

      Você pode gostar

      Mundo


      Médicos sem Fronteiras permanecem em Mocha no Iêmen mesmo após escalada da violência

      12 de setembro de 2026
      Mundo


      Padre impede Lavagem da Madeleine, celebração afro-brasileira em Paris

      11 de setembro de 2026
      Mundo


      Inundações e deslizamentos deixam ao menos 160 mortos e centenas de desaparecidos no Nepal e Tibete

      26 de agosto de 2026
      Add A Comment
      Leave A Reply Cancel Reply

      Demonstre sua humanidade: 2   +   3   =  

      Conversa Franca – Aquiles Emir

      A Federação do Comércio promove, a partir das 16h desta segunda-feira (14), debate com candidatos ao Governo do Maranhão. Apenas três - Eduardo Braide (PSD), Orleans Brandão (MDB) e Felipe Camarão (PT) - foram convidados a apresentar suas propostas.

      Compartilhar .share-buttons { display: flex; gap: 15px; margin-top: 10px; }.share-buttons .btn { width: 30px; /* Botões maiores */ height: 30px; border-radius: 50%; display: flex; justify-content: center; align-items: center; color: white; font-size: 22 px; /* Ícones maiores */ text-decoration: none; transition: transform 0.2s, opacity 0.2s; }.share-buttons .btn:hover { transform: scale(1.18); opacity: 0.9; }/* Cores dos botões */ .facebook { background: #1877F2; } .whatsapp { background: #25D366; } .x { background: #000000; } .telegram { background: #0088CC; }
      Compartilhe este vídeo:
      • Últimas notícias
      • Revista Maranhão Hoje


      Aprender Conectado supera marca de 30 mil escolas e amplia meta de conectividade

      14 de setembro de 2026


      Empregados da Caixa Econômica decidem manter greve por tempo indeterminado

      14 de setembro de 2026


      Registro Cidadão vai atender pessoas em situação de vulnerabilidade nos Lençóis Maranhenses

      14 de setembro de 2026


      Eduardo Braide não confirma participação no debate da Federação do Comércio com candidatos a governador

      14 de setembro de 2026


      Maranhão conquista dois lugares no Prêmio TOP 100 de Artesanato

      14 de setembro de 2026

      MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

      6 de fevereiro de 2024

      MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

      30 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

      7 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

      2 de novembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

      29 de setembro de 2023
      Facebook Instagram YouTube WhatsApp
      Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

      Política de Privacidade / Termos de Uso

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.