Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    Maranhão Hoje
    Assinar
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»Oposição venezuelana volta às ruas para exigir eleições
    Mundo

    Oposição venezuelana volta às ruas para exigir eleições

    Maranhão Hoje24 de janeiro de 201704 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Ao menos duas mil pessoas foram às ruas na Venezuela, nessa segunda-feira (23), para exigir a antecipação das eleições como caminho para tirar o presidente Nicolás Maduro do poder e resolver a grave crise política e econômica do país. A informação é da Agência France Presse (AFP).

    Agentes da Polícia Civil e Militar impediram a multidão de avançar até a sede do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), em Caracas. Na capital, as manifestações transcorreram sem incidentes graves, enquanto pequenos distúrbios foram registrados em outros pontos do país.

    “Viemos exigir o direito que os venezuelanos têm de votar. É a única maneira de mudar isso”, declarou o presidente do Parlamento, Julio Borges, ao entregar uma carta com esse pedido a Luis Emilio Rondón, único dos cinco reitores do CNE alinhado com a oposição.

    Rondón compareceu à marcha na avenida Libertador, ponto onde a multidão foi contida pela polícia. Ele prometeu encaminhar a solicitação, afirmando que a crise é “impossível de ser escondida” e “as instituições têm de responder”.

    Milhares de chavistas marcharam do centro de Caracas até o Panteão Nacional, em “defesa da revolução”. Com a faixa presidencial no peito, Maduro compareceu ao local para homenagear o dirigente político Fabricio Ojeda, assassinado em 1966 pela “oligarquia” e considerado um “mártir” pelo chavismo.

    “O povo está na rua apoiando o presidente. Não vamos permitir que acabem com nossa revolução, que nos dá tantos benefícios sociais“, defendeu Pedro Camargo.

    A tensão entre o governo e a Mesa da Unidade Democrática (MUD), frente de oposição, voltou a subir nas últimas semanas. Um grupo de opositores, entre eles um suplente de deputado, foi detido pelo recém-criado “comando antigolpe”, liderado pelo vice-presidente Tareck El Aissami, um chavista radical.

    As manifestações contra e a favor de Maduro ocorrerm em data simbólica. É em 23 de janeiro que se comemora a queda da ditadura militar de Marcos Pérez Jiménez.

    Essa é a primeira marcha organizada pela MUD, desde que o CNE suspendeu em outubro passado o processo sobre o referendo revogatório contra Maduro e a oposição iniciou um diálogo com o governo. Essa tentativa de diálogo desativou os protestos provisoriamente.

    “Vim porque quero eleições. É a melhor forma de sair um governo que nos faz tão mal”, disse à AFP Dora Valero, uma enfermeira aposentada de 63 anos, que segurava um cartaz com a frase “Eleições já”, na concentração no leste de Caracas.

    O CNE havia adiado para 2017 as eleições regionais, as quais deveriam ter sido realizadas em dezembro passado.

    “Neste momento, não há qualquer garantia de eleições no país. E não há democracia sem votos”, ressaltou o ex-candidato presidencial pela oposição Henrique Capriles, anunciando que os próximos protestos serão “surpresa”.

    Segundo pesquisas de institutos privados, oito em cada dez venezuelanos reprovam o governo, cansados da severa escassez de alimentos e de remédios e de uma inflação que chegou a 475% no ano passado – segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI) – e que deve pular para 1.660% em 2017.

    Na contramão dessas previsões, o governo prometeu que este será um ano de “recuperação”. Para isso, em parte, trocou o presidente do Banco Central no domingo.

    “O governo teme que uma reação em cadeia das ruas, pela terrível situação econômica, possa criar uma tempestade perfeita que saia do controle”, disse à AFP o analista Diego Moya-Ocampos, do IHS Markit Country Risk, de Londres.

    Dividida entre o diálogo e a estratégia para tirar Maduro do poder, a oposição congelou as negociações, em 6 de dezembro passado. A alegação é que o governo descumpriu acordos já feitos, entre eles a definição do cronograma eleitoral.

    Os dois lados se acusam de descumprir a palavra empenhada ao papa Francisco. No fim de semana, nos esforços para descongelar o processo, delegados do Vaticano e da Unasul propuseram um mecanismo para verificar o cumprimento dos acordos.

    A oposição respondeu que estudará a proposta, mas garante que não abrirá mão de eleições.

    “O povo vai continuar na rua até conseguir o voto”, garantiu Julio Borges, durante a manifestação.
    Agência Brasil

    FIEMA
    Previous ArticleRenda do Jogo da Amizade vai para a Família Chapecoense
    Next Article Inscrições para o Sisu podem ser feitas de hoje a sexta-feira
    Maranhão Hoje

    Você pode gostar

    Mundo


    Ao anunciar morte de Khamenei, Trump classifica ex-líder do Irã como “um dos homens mais mais perversos da história”

    1 de março de 2026
    Mundo


    Governo Brasileiro lamenta ataque ao Irã e manifesta preocupação com mais este conflito

    28 de fevereiro de 2026
    Mundo


    Gana reintroduz projeto que amplia criminalização de pessoas LGBT+ e mobiliza campanha global

    27 de fevereiro de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 2   +   3   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    A partir de abril, pela terceira vez, São Luís poderá ser governada por uma mulher, Esmênia Miranda, que assumiria o cargo numa possível desincompatibilização do prefeito Eduardo Braide, se decidir concorrer ao Governo do Estado.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    Eleições 2026

    Na sua opinião para onde deve ir o prefeito Eduardo Braide?

    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Rossi defende dois pênaltis e garante vitória do Flamengo sobre o Fluminense na decisão do Campeonato Carioca

    9 de março de 2026


    Flávio Bolsonaro e Lula estão tecnicamente empatados na disputa para presidente da República, segundo as pesquisas de intenção de votos

    8 de março de 2026


    Ratinho Jr., Eduardo Leite e Ronaldo Caiado debatem “Propostas para o Brasil” na Associação Comercial de São Paulo

    8 de março de 2026


    Operações do Governo do Brasil prendem 5.238 suspeitos de crimes contra mulheres e reforçam ações do Pacto contra o Feminicídio

    8 de março de 2026


    Presidente da Fiema, Edilson Baldez, representa presidente da CNI na abertura do Festival Sesi de Educação em São Paulo

    8 de março de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.