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    Home»Poder e Política»PGR denuncia Jair Bolsonaro e mais 33 por tentativa de golpe após as eleição de 2022
    Poder e Política

    PGR denuncia Jair Bolsonaro e mais 33 por tentativa de golpe após as eleição de 2022

    Aquiles Emir19 de fevereiro de 202505 Mins Read
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    Jair Bolsonaro e Braga Netto, que foi seu ministro e seu candidato a vice (Foto: Marcos Corrêa/PR)
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    Denúncia será julgada pela Primeira Turma do STF

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta terça-feira (18) o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. A acusação também envolve outros militares, entre eles Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Confira a íntegra da denúncia: 

    As acusações da procuradoria estão baseadas no inquérito da Polícia Federal (PF) que indiciou, em novembro do ano passado, o ex-presidente no âmbito do chamado inquérito do golpe, cujas investigações concluíram pela existência de uma trama golpista para impedir o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    A denúncia será julgada pela Primeira Turma do Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

    Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF.

    Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do Tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação será julgada pelo colegiado.

    A data do julgamento ainda não foi definida. Considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025.

    Conspiração – Na parte sobre Bolsonaro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que o ex-presidente e o general Braga Netto, ex-ministro e vice na chapa com Bolsonaro – derrotada nas eleições de 2022, exerceram papel de liderança para realização de uma “trama conspiratória armada e executada contra as instituições democráticas”.

    “A organização tinha por líderes o próprio presidente da República e o seu candidato a vice-presidente, o general Braga Neto. Ambos aceitaram, estimularam, e realizaram atos tipificados na legislação penal de atentado contra o bem jurídico da existência e Independência dos poderes e do Estado de Direito democrático”, afirmou Gonet.

    Gonet diz que a denúncia contra Bolsonaro narra os fatos cometidos por uma “organização criminosa estruturada” para impedir a concretização da vontade popular demonstrada com o resultado das eleições de 2022, quando Lula foi eleito presidente.

    Confira os 34 denunciados pela PGR por crime de golpe de Estado

    Procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresenta denúncia contra ex-presidente Jair Bolsonaro  (Foto – Marcelo Camargo/Agência)

    O procurador-geral da República, Paulo Gonet, detalhou a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais 33 acusados na denúncia do inquérito do golpe enviada nesta terça-feira (18) ao Supremo Tribunal Federal (STF).

    No documento, Gonet afirma que o grupo criminoso agiu com violência e grave ameaça para impedir o funcionamento dos Poderes da República e para tentar depor o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Conforme a acusação, Bolsonaro contou com o auxílio de aliados, assessores e generais para “deflagrar o plano criminoso”, que teria ocorrido por meio de divulgação de desinformação contra urnas eletrônicas, afronta às decisões do Supremo e incentivo ao plano golpista, entre outras acusações.

    Veja lista dos denunciados (por ordem alfabética):

    1.    Ailton Gonçalves Moraes Barros
    2.    Alexandre Rodrigues Ramagem
    3.    Almir Garnier Santos
    4.    Anderson Gustavo Torres
    5.    Angelo Martins Denicoli
    6.    Augusto Heleno Ribeiro Pereira
    7.    Bernardo Romão Correa Netto
    8.    Carlos Cesar Moretzsohn Rocha
    9.    Cleverson Ney Magalhães
    10.  Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira
    11.  Fabrício Moreira de Bastos
    12.  Filipe Garcia Martins Pereira
    13.  Fernando de Sousa Oliveira
    14.  Giancarlo Gomes Rodrigues
    15.  Guilherme Marques de Almeida
    16.  Hélio Ferreira Lima
    17.  Jair Messias Bolsonaro
    18.  Marcelo Araújo Bormevet
    19.  Marcelo Costa Câmara
    20.  Márcio Nunes de Resende Júnior
    21.  Mário Fernandes
    22.  Marília Ferreira de Alencar
    23.  Mauro César Barbosa Cid
    24.  Nilton Diniz Rodrigues
    25.  Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho
    26.  Paulo Sérgio Nogueira De Oliveira
    27.  Rafael Martins de Oliveira
    28.  Reginaldo Vieira de Abreu
    29.  Rodrigo Bezerra de Azevedo
    30.  Ronald Ferreira de Araújo Júnior
    31.  Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros
    32.  Silvinei Vasques
    33.  Walter Souza Braga Netto
    34.  Wladimir Matos Soares

    STF – A denúncia será julgada pela Primeira Turma do Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

    Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF.

    Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do Tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação será julgada pelo colegiado.

    A data do julgamento ainda não foi definida. Considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025.

    Leia nota da defesa de Bolsonaro:

    A defesa do Presidente Jair Bolsonaro recebe com estarrecimento e indignação a denúncia da Procuradoria-Geral da República, divulgada hoje pela mídia, por uma suposta participação num alegado golpe de Estado.

    O Presidente jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam.

    A despeito dos quase dois anos de investigações — período em que foi alvo de exaustivas diligências investigatórias, amplamente suportadas por medidas cautelares de cunho invasivo, contemplando, inclusive, a custódia preventiva de apoiadores próximos —, nenhum elemento que conectasse minimamente o Presidente à narrativa construída na denúncia, foi encontrado.

    Não há qualquer mensagem do Presidente da República que embase a acusação, apesar de uma verdadeira devassa que foi feita em seus telefones pessoais.

    A inepta denúncia chega ao cúmulo de lhe atribuir participação em planos contraditórios entre si e baseada numa única delação premiada, diversas vezes alteradas, por um delator que questiona a sua própria voluntariedade. Não por acaso ele mudou sua versão por inúmeras vezes para construir uma narrativa fantasiosa.

    O Presidente Jair Bolsonaro confia na Justiça e, portanto, acredita que essa denúncia não prevalecerá por sua precariedade, incoerência e ausência de fatos verídicos que a sustentem perante o Judiciário.

    (Agência Brasil)

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    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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