Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    7, novembro, 2026 Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Negócios»Presidente do Banco Central nega viés político e defende taxa básica de juros

    Presidente do Banco Central nega viés político e defende taxa básica de juros

    Aquiles Emir25 de abril de 20230
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Share
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Se não tivesse aumentado a Selic, inflação em 2022 seria de 10%

    A redução da taxa básica de juros (Selic) e, consequentemente, a diminuição do seu impacto sobre os mais pobres foram alguns dos questionamentos dos senadores da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que nesta terça-feira (25) ouviram explicações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Desde agosto de 2022, a taxa tem se mantido em 13,75%.

    “Nunca na história desse país, nem na história do mundo, foi feito um movimento de aumento de juros tão grande no período eleitoral”, como em 2022, devido à previsão de crescimento da inflação, disse Campos Neto,  que negou viés político nas decisões do BC.

    Mesmo no período eleitoral, entendeu que a inflação ia subir, e antes de grande parte dos outros países, fez uma subida muito grande no ano eleitoral. Para ele, se não tivesse aumentado a Selic, a inflação em 2022 seria de 10%, e não de 5,8% e, para controlar a inflação precisaríamos estar com juros de 18,75%.

    Acompanhe nosso canal do YouTube!

    Autonomia – O presidente do Banco Central, que também integra o Conselho Monetário Nacional (CNM), defendeu a autonomia da entidade monetária, tratou de questões referentes ao regime de metas; processo de autonomia; inflação no mundo e no Brasil; atividade econômica; política fiscal; taxas de juros, mercado de capitais; e “agenda inclusiva”.

    Campos Neto reconheceu que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, tem direito de se manifestar sobre as taxas de juros, mas salientou que Banco Central não é culpado pelas mazelas que o país enfrenta. Ele afirmou ainda que as reformas (em especial a fiscal, a tributária e, como defendeu, também a administrativa); o equilíbrio fiscal; e as “contas públicas em dia” ajudam a diminuir os juros e que não “há nenhuma mágica, nenhuma bala de prata”.

    Para o presidente do BC, o combate à inflação é o melhor instrumento social —  “porque a inflação é um elemento muito corrosivo para os rendimentos dos mais carentes” — e não há definição de uma data para a queda dos juros, que acontecerá a partir de uma decisão técnica.

    Causas da taxa de juros – Segundo Campos Neto, entre as causas para os juros altos estão a “baixíssima taxa de recuperação de crédito pelos bancos” (alta inadimplência); “baixa taxa de poupança”; “dívida bruta acima da média”; “percepção de risco”; e “alta proporção de crédito direcionado” a grupos específicos (em vez de um crédito geral, a partir do mercado de capitais).

    Ele explicou que, para definir a taxa de juros, o BC considera a inflação, a capacidade de crescimento do país e as expectativas inflacionárias.

    “A gente olha a inflação corrente: ou seja, como está a inflação hoje em dia, quais são as características da inflação corrente, ou seja, a gente olha a inflação, o que tem acontecido na inflação, qual é o aspecto qualitativo da inflação, qual é o tipo de inflação que a gente está vendo, o que dá para extrair da inflação corrente em termos de expectativa futura. A gente olha o hiato do produto, que é basicamente a capacidade de o país crescer sem gerar inflação. Então, eu tenho espaço para crescer sem gerar inflação? Eu não tenho espaço? Como é que funciona isso? E a gente olha as expectativas de inflação. Então, na parte de expectativas de inflação, o que a gente faz é tentar ver qual é a expectativa de inflação à frente, e a expectativa de inflação é muito importante no sistema de metas, porque as pessoas reajustam o preço baseadas nas expectativas. Então, a gente tem que ter certeza de que as expectativas de inflação estão dentro da meta, estão ancoradas.

    Segundo ele, há mais de 14 semanas há piora nas expectativas de inflação e ainda “não se viu uma melhora nessa expectativa desde novembro”.

    Fluxo cambial – Campos Neto também tratou da revisão das estatísticas de câmbio, a partir do requerimento do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE), que questionou o erro ocorrido na série de câmbio contratado nas estatísticas do setor externo do Banco Central, no período de outubro de 2021 a dezembro de 2022, referente ao total de US$ 14,5 bilhões. O erro na compilação dos dados do fluxo cambial (ou seja, o volume de dólares que entram e saem do país) foi constatado em janeiro de 2023, já durante o novo governo.

    (Agência Senado)

     

    Previous ArticleSem acordo entre patrões, empregados e poder público, greve continua
    Next Article Aposta de Presidente Dutra ganha R$ 12 mil na Quina, que está acumulada
    Aquiles Emir
    • Website
    • Facebook
    • Instagram

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar


    Papai Noel chega ao São Luís Shopping neste sábado para abrir a temporada natalina

    6 de novembro de 2026


    Primeira loja Malwee Active do Brasil será inaugurada nesta sexta-feira em São Luís

    6 de novembro de 2026


    Instituto Euvado Lodi oferece cursos de educação empresarial no mês de novembro

    3 de novembro de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 6   +   9   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Dois dos temas mais debatidos no Brasil na atualidade - violência contra mulher e redução da maior idade penal- trazem para o centro das discussão as mesmas personalidades, que na maioria das vezes agem de forma contraditória.

    Compartilhe este vídeo:
    ```
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Estação do Conhecimento de Arari recebe seminário sobre educação em tempo integral

    7 de novembro de 2026


    Ritmo do crescimento de vendas perdeu força no mês de outubro

    7 de novembro de 2026


    No Mundo Senai instituições se reúnem para debater inovações aos desafios do setor indústria maranhense

    7 de novembro de 2026


    Fluminense vence Vitória no Barradão ho fechamento da rodada e se garante no G4 da Série A do Brasileirão

    6 de novembro de 2026


    Turismo registra crescimento de 20,3% nos empregos formais no Maranhão desde 2023

    6 de novembro de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.