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    Home»Agronegócio»Rebanho bovino do Maranhão ultrapassa 8,5 milhões de reses, segundo pesquisa do IBGE
    Agronegócio

    Rebanho bovino do Maranhão ultrapassa 8,5 milhões de reses, segundo pesquisa do IBGE

    Aquiles Emir23 de setembro de 202208 Mins Read
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    Rebanho nacional aumentou 3,1% na comparação com 2020

    O rebanho bovino do Maranhão, em 2021, era de 8.561.509 reses. É o que revela Pesquisa Pecuária do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quinta-feira (22). Ainda de acordo com o levantamento, os bubalinos somam 95.811; equinos, 233.599; suínos, 996.815; caprinos, 360.155; ovinos, 299.019 e galináceos (galinhas e codornas), 13.130.918.

    De acordo com o IBGE, o rebanho bovino alcançou, ano passado, a nível nacional o número recorde da série histórica, com um crescimento de 3,1% na comparação com 2020, chegando a 224,6 milhões, ultrapassando o recorde anterior, de 2016 (218,2 milhões). Segundo Mariana Oliveira, analista da pesquisa, 2021 foi marcado pela retenção de fêmeas para produção de bezerros, devido à falta de animais prontos para o abate.

    Mato Grosso, como em 2020, foi líder no ranking estadual, com 32,4 milhões de cabeças, ou 14,4% do efetivo nacional. A seguir vinha Goiás (10,8%). No ranking municipal, a liderança segue com São Félix do Xingu (PA), como em 2020, alcançando 2,5 milhões de cabeças.

    Valor da produção – O valor de produção dos principais produtos pecuários chegou a R$ 91,4 bilhões. A produção de leite concentrou 74,5% deste valor, seguida pela produção de ovos de galinha (23,9%). No ranking municipal, mesma lista de 2020: Santa Maria de Jetibá (ES) apresentou o maior valor da produção, com R$ 1,4 bilhão, dos quais 94,1% da venda de ovos de galinha, produto no qual lidera o ranking. Bastos (SP) vem na sequência, com R$ 1,0 bilhão, 95,7% proveniente da mesma atividade que o anterior. Castro (PR) fecha o TOP3, como maior produtor nacional de leite de vaca, com 97,3% do valor de produção de R$ 901,9 milhões proveniente desse produto

    Produção de leite – A produção de leite foi estimada em 35,3 bilhões de litros em 2021, números que demonstram estabilidade na comparação com 2020.

    Entre as regiões, o Sul voltou a liderar, como tinha acontecido entre 2014 e 2018. Entretanto, apenas o Nordeste, terceiro no ranking, teve crescimento na produção (12,8%) e alcançou a marca de 5,5 bilhões de litros. Investimentos do setor e também das condições climáticas mais favoráveis nos últimos anos fazem a região aumentar a produção pelo quinto ano seguido, justifica a analista.

    Minas Gerais, apesar de queda de 0,8% no comparativo anual, continuou sendo a origem da maior produção estadual de leite, 27,2% ou 9,6 bilhões de litros. Entre os 5.502 municípios brasileiros que apresentaram alguma produção de leite, a liderança permanece de Castro (PR), com 381,7 milhões de litros, um acréscimo de 4,9% em relação a 2020.

    Carambeí (PR) ficou em segundo lugar, com 227,8 milhões de litros. O terceiro foi Patos de Minas (MG), 206,0 milhões de litros. Cabe destacar que sete dos 10 principais municípios em produção de leite foram mineiros.

    O preço médio nacional pago ao produtor pelo litro de leite subiu 21,0% em 2021, chegando a R$ 1,93 por litro. O valor de produção chegou a R$ 68,2 bilhões, com alta de 21,0%. “A variação foi principalmente uma tentativa de acompanhar o aumento dos custos de produção, comportamento que já havia sido observado em 2020”, relembra Mariana.

    Assim como na produção de leite e no ranking dos anos anteriores, Minas Gerais liderou no valor de produção de leite, com R$ 19,4 bilhões, um aumento de 21,4% em relação ao ano anterior.

    Criação de suínos – O rebanho de suínos cresceu 3,2% em 2021, chegou-se a 42,5 milhões de animais, o maior efetivo nacional de suínos da série histórica da pesquisa. Segundo Mariana, o ano registrou aumentos históricos nos preços dos insumos “Foi um cenário desafiador aos produtores, principalmente os independentes, mas o abate de suínos cresceu e as exportações de carne suína seguiram aquecidas, atingindo recordes em volume e faturamento”, ressalta.

    A Região Sul continua como a principal para a criação: 21,4 milhões de animais, metade do efetivo nacional.  Com 8,4 milhões de cabeças, crescimento de 7,8%, Santa Catarina seguiu liderando em nível estadual, seguido por Paraná e Rio Grande do Sul.

    Entre os municípios, mais uma vez Toledo (PR) apresentou o maior efetivo, seguido dessa vez de Uberlândia (MG) e Rio Verde (GO).

    Produção de ovos – Em 2021, a produção de ovos de galinha cresceu 1,7%, alcançando a marca de 4,8 bilhões de dúzias e batendo o recorde de 2020. Entre as regiões, o Sudeste continua liderando, mesmo com queda de 4% em relação ao ano anterior. A região é responsável por 40,4% do total nacional.

    Entre os estados, são do Sudeste o primeiro (São Paulo, com 24%), o terceiro (Minas Gerais, com 8,5%) e o quinto (Espírito Santo, com 7,6%). Completam o TOP5 das unidades da federação o Paraná, em segundo com 9,4%, e o Rio Grande do Sul, em quarto com 7,9%, deixando o Sul como segunda maior produção regional: 22,9%.

    Entre os municípios, os cinco primeiros são: Santa Maria de Jetibá (ES), com 339,5 milhões de dúzias, seguida por Bastos (SP), Primavera do Leste (MT), São Bento do Una (PE) e Itanhandu (MG).

    Já o total de galináceos, que inclui galos, galinhas, frangos, frangas, pintinhos e pintainhas, aumentou 3,5% (52,2 milhões de animais) entre 2020 e 2021, chegando a 1,5 bilhão de cabeças.

    Cascavel (PR) chegou, pela primeira vez, à liderança do ranking municipal dentre os 5.486 municípios que registraram presença de galináceos. O município paranaense teve aumento de 17,8% em seu efetivo em 2021, enquanto o antigo líder da lista, Santa Maria de Jetibá (ES), caiu para a 2ª posição. Itaberaí (GO) e Cianorte (PR) ultrapassaram Bastos (SP), completando o TOP5.

    No que diz respeito somente a galinhas, Santa Maria de Jetibá (ES) manteve a liderança, seguido por Bastos (SP), São Bento do Una (PE), Primavera do Leste (MT) e Itanhandu (MG).

    Produção de mel – A produção nacional de mel atingiu 55,8 mil toneladas, um aumento de 6,4% em relação a 2020. O crescimento foi impulsionado, principalmente, pela alta nas regiões Sul, Nordeste e Sudeste, com participação de 39,7%, 36,3% e 18,8% respectivamente. O valor de produção chegou a R$ 854,4 milhões, com aumento de 34,8%.

    O preço médio nacional do mel, por quilo, foi de R$ 12,07 para R$ 15,30. “Esse é um mercado com demanda e espaço de crescimento. Há um potencial produtivo a ser explorado, e isso vem acontecendo, com alta do dólar e o aumento no preço”, explica Mariana.

    O Rio Grande do Sul é o maior estado produtor de mel do Brasil, responsável por 9,2 mil toneladas, seguido pelo Paraná (8,4 mil) e o Piauí (6,9 mil). O ranking tem sido liderado por esses Estados desde 2017, que, juntos, representam 43,9% da produção total brasileira.

    Dentre os 3.991 municípios que registraram alguma produção de mel em 2021, a liderança é de Arapoti (PR), com produção estimada de 925,6 toneladas, seguido de Santiago (RS), Ortigueira (PR), Bagé (RS) e Botucatu (SP).

    Sul e Centro-Oeste – A criação de peixes em cativeiro (piscicultura) cresceu 0,9%, totalizando 559 mil toneladas em 2021, recorde da série. Esse aumento foi puxado pela Região Sul, maior produção nacional (35,4%) e com crescimento de 4,2% em relação à 2020, e pelo Centro-Oeste, que tem a menor participação (13,2%), mas apresentou o maior crescimento em 2021, de 7,5%.

    Entre os estados, destacam-se, mais uma vez, Paraná (25,9%), São Paulo (9,3%) e Rondônia (7,7%). Entre os municípios, Nova Aurora (PR), com 20,1 mil toneladas (3,6% da produção nacional) seguiu liderando. Logo atrás, Morada Nova de Minas (MG), com 2,3%, e Ariquemes (RO), com 2,2%.

    Desde o início da série histórica, a tilápia segue liderando entre as espécies. Em 2021, foram 361,3 mil toneladas, ou 64,6% da produção total de peixes. A região Sul foi a principal produtora, com Paraná liderando o ranking estadual da espécie e, em nível municipal, Nova Aurora (PR).

    A segunda espécie mais produzida foi tambaqui, que apresentou queda (5,9%) e chegou a 94,6 mil toneladas (16,9% do total da piscicultura). Essa espécie concentra-se principalmente no Norte, origem de 71,6% da produção nacional. Somando-se ao Nordeste (22,6%), ambas acumularam se 94,2% do total nacional.

    Rondônia segue liderando o ranking estadual, com 36,7% da produção total de tambaqui. Em seguida tem-se o Maranhão (12,1%) e Roraima (12,1%). Nos municípios, Ariquemes (RO), Amajari (RO) e Almas (TO) fazem o TOP3.

    Na terceira posição da piscicultura figura o grupo tambacu e tambatinga (7,7% de toda a produção), que teve leve queda, de 0,5%, de 2020 para 2021. Sua produção se distribui praticamente entre o Centro-Oeste (58,6%), o Nordeste (25,4%) e o Norte (14,7%), mas está concentrada principalmente no Mato Grosso, origem de 54,8% da produção nacional dessas espécies. O Maranhão também se destaca, tendo produzido 21% do total estimado.

    Ceará lidera produção de camarão – A produção de camarão criado em cativeiro chegou a 78,6 milhões de quilos em 2021, número 18,1% maior que em 2020. A expansão da criação, focada no Nordeste (99,7% da atividade nacional), é a quarta seguida. “A cada edição da pesquisa, o setor mostra ter superado de forma consistente a crise da incidência do vírus da mancha branca”, diz Mariana.

    O Ceará é o principal produtor. Com um aumento de 38,3% na produção, o estado se distanciou do Rio Grande do Norte, estado com a segunda maior produção, e alcançou 33,7 mil toneladas ou 42,9% do total nacional.

    Entre os 192 municípios produtores, novamente Aracati (CE), com 11,1% da produção nacional, lidera, seguido agora por Acaraú (CE) e Pendências (RN).

    FIEMA
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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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