Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Negócios»São Luís tem pior gestão fiscal entre capitais do país, segundo levantamento da Firjan
    Negócios

    São Luís tem pior gestão fiscal entre capitais do país, segundo levantamento da Firjan

    Aquiles Emir31 de outubro de 201905 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    São Luís é a capital de estado com pior situação financeira do país, segundo Índice de Gestão Fiscal da Firjan (IFGF) divulgado nesta quinta-feira (31) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Segundo o estudo, dos 5.337 municípios analisados, apenas Costa Rica (MS), Gavião Peixoto (SP), São Pedro (SP) e Alvorada (TO) receberam notas máximas em todos os indicadores: Autonomia, Gastos com Pessoal, Liquidez e  Investimentos.

    Do total de municípios analisados,  47% estão em situação crítica de gestão fiscal e usam menos de 3% do orçamento em investimentos. Apenas 419 municípios, cerca de 15% das cidades usaram mais de 12% da receita total em investimentos.

    “O topo do ranking este ano surpreendeu porque teve a presença de municípios pequenos e grandes, o que é positivo, porque acaba com a ideia de que município pequeno não consegue gerir bem o seu orçamento”, destacou a analista de estudos econômicos da Firjan, Nayara Freire.

    A analista enfatizou que no caso de Alvorada, a prefeitura reduziu gastos, entre eles, os de aluguel de veículos. As quatro cidades apresentam menos de 30 mil habitantes e se destacam principalmente pelo agronegócio e pelo potencial turístico. “Essas prefeituras, mesmo tendo passado por um período longo de queda de receita, conseguiram se adaptar ao cenário”, disse.

    A analista chama atenção para o fato desses municípios terem conseguido o resultado apesar da crise econômica. “Mesmo em situação de crise, esses municípios conseguiram administrar de forma eficiente. Cortar custos que fazem diferença no orçamento, conseguir destinar um pouco mais de recursos, usar de outras medidas políticas para arrecadar mais. Então, nesses municípios, os gestores foram mais conscientes e não penalizaram tanto em investimento. Conseguiram administrar de forma mais eficiente a alocação dos recursos”, apontou.

    Para Nayara Freire, entre as medidas políticas que podem ser adotadas pelas prefeituras para aumentar a arrecadação está a melhoria na estrutura de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). “Tem muito município no Brasil que não tem estrutura de IPTU e de ISS. Cortar custos como deixar de ter um veículo, e achar que alugar tem custo menor. Todas essas medidas que parecem pequenas tem resultado significativo no orçamento”, acrescentou.

    Autonomia dos municípios

    Capitais – Entre as capitais, os destaques ficaram com Salvador (BA), em primeiro lugar, com nota máxima em três indicadores, sendo a exceção em Investimentos e em segundo lugar Rio Branco (AC), que teve nota máxima em Liquidez. Nos últimos lugares do ranking de capitais, ficaram o Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA). |Os dois até conseguiram nota máxima em Autonomia, mas não passaram de zero em Liquidez.

    “A gente observa que até as capitais, que podem ser colocadas no grupo de municípios grandes, penalizaram mais os investimentos que o restante do país. Ser município grande não significa ter uma gestão fiscal eficiente, a gente está em um cenário de grandes questões estruturais, que têm atingido todos os portes de município e potencializado as más gestões”, afirmou.

    Veja o ranking da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro:

    MunicípioIFGFAutonomiaGastos com PessoalLiquidezInvestimentos
    Salvador0,86211,00001,00001,00000,4485
    Rio Branco0,84500,89560,91881,00000,5655
    Manaus0,80221,00000,91660,62810,6642
    Fortaleza0,78891,00000,85230,87160,4319
    Vitória0,78251,00001,00000,78890,3411
    Curitiba0,76921,00001,00000,94490,1321
    Boa Vista0,75440,52340,81471,00000,6794
    São Paulo0,73711,00001,00000,65960,2888
    Belo Horizonte0,73131,00001,00000,61140,3137
    Palmas0,69510,88630,68220,64000,5718
    Recife0,68861,00000,72260,56050,4715
    João Pessoa0,67151,00000,54490,90230,2389
    Teresina0,63751,00000,59580,47990,4742
    Goiânia0,63591,00000,95200,46760,1238
    Aracaju0,63381,00000,30651,00000,2288
    Macapá0,62750,52880,55961,00000,4214
    Porto Alegre0,60341,00000,60020,49330,3201
    Florianópolis0,59431,00000,40560,45560,5161
    Maceió0,55010,66080,84380,60180,0941
    Porto Velho0,54910,62200,56090,74440,2693
    Belém0,54091,00000,59700,00000,5667
    Campo Grande0,54081,00000,35350,42280,3869
    Natal0,52771,00000,58460,46560,0604
    Cuiabá0,49311,00000,40230,00000,5702
    Rio de Janeiro0,42271,00000,45590,00000,2349
    São Luís0,35821,00000,25580,00000,1770

     

    Avanços – Na avaliação geral dos municípios, segundo a analista, a série histórica do IFGF mostra alguns avanços temporários, mas que não se sustentaram diante do efeito cristalizado da gestão fiscal crítica muito relacionada com uma gestão estrutural. “Boa parte dos municípios não consegue cortar gastos com pessoal e acaba penalizando muito os investimentos”, disse.

    Na visão da analista, o fato de grande parcela dos municípios, inclusive os grandes, não conseguirem gerar receita local e não terem atividade econômica que sustente a sua própria estrutura, influencia a vida dos moradores. “Penaliza o bem-estar da população, do cidadão, que é o principal objetivo de uma prefeitura, conseguir gerar bem-estar porque está mais perto do cidadão, e tudo isso está sendo penalizado nos últimos anos, principalmente, por um problema estrutural e potencializado de gestões que não são eficientes”, avaliou.

    A quantidade de municípios que não se sustentam, quase 35% dos 5.337 avaliados, foi o que mais surpreendeu o gerente de estudos econômicos da Firjan, Jonathas Goulart no resultado do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) 2019.Para a analista Nayara Freire isso mostra a baixa capacidade das prefeituras em gerar renda com receita de atividades locais. “O gasto com pessoal é cristalizado e as prefeituras têm pouco espaço para poder reduzir. Nesse cenário de 2013 até agora, em que a economia enfrenta crise, poucos municípios aumentaram gastos com pessoal. Muitos municípios estão pagando a conta agora de um aumento de gastos com pessoal que ocorreu no período de bonança e crescimento econômico”, revelou.

    (Com informações da Agência Brasil)

    Previous ArticleBolsonaro repreende filho por pregar volta do AI5 para enfrentar “radicalismo” da esquerda
    Next Article Cuidar dos dentes é benéfico para todo o corpo
    Aquiles Emir

      Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

      Você pode gostar

      Negócios


      Prêmio IEL 2026 reconhece jovens e empresas que transformam desafios em inovação

      18 de agosto de 2026
      Negócios


      Feira do Empreendedor é encerrada neste domingo com mensagem de Roberta Miranda sobre coragem e esperança

      17 de agosto de 2026
      Negócios


      Vale abre inscrições para Programa de Estágio Técnico com vinte vagas para o Maranhão em São Luís e Açailândia

      17 de agosto de 2026
      Add A Comment
      Leave A Reply Cancel Reply

      Demonstre sua humanidade: 0   +   3   =  

      Conversa Franca – Aquiles Emir

      O candidato mais rico ao Governo do Maranhão , acredite é do Partido dos Trabalhadores (PT), Felipe Camarão, que não é operário, segundo informações dadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Três dizem não ter nada a declarar.

      Compartilhar
      Compartilhe este vídeo:
      • Últimas notícias
      • Revista Maranhão Hoje


      Produção industrial maranhense registra queda de 6,2% entre janeiro e maio, segundo levantamento da Fiema

      19 de agosto de 2026


      Instituto Lojas Renner e Vale fortalecem organizações e impulsionam criação de bazares sociais no Maranhão

      19 de agosto de 2026


      Fafá de Belém, o Musical estreia nesta quinta-feira em São Luís no Teatro Arthur Azevedo

      19 de agosto de 2026


      Congresso de Educação Sesc/Senac será realizado em São Luís em setembro

      19 de agosto de 2026


      São Luís sedia nesta quinta-feira Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes

      19 de agosto de 2026

      MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

      6 de fevereiro de 2024

      MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

      30 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

      7 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

      2 de novembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

      29 de setembro de 2023
      Facebook Instagram YouTube WhatsApp
      Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

      Política de Privacidade / Termos de Uso

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.