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    Home»Mundo»Sem poder conter manifestações após explosão de porto, primeiro-ministro do Líbano renuncia
    Mundo

    Sem poder conter manifestações após explosão de porto, primeiro-ministro do Líbano renuncia

    Aquiles Emir10 de agosto de 202003 Mins Read
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    Manifestantes carregam bandeiras nacionais durante um protesto contra o governo no centro de Beirute, Líbano, em 20 de outubro de 2019
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    O primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou nesta segunda-feira (10) a renúncia de seu governo, depois que uma explosão gigantesca no porto de Beirute gerou protestos públicos contra os líderes do país.

    Em pronunciamento na televisão, Diab afirmou que a detonação de material altamente explosivo que estava armazenado no porto da capital por sete anos foi “resultado de corrupção endêmica”.

    “Hoje seguimos a vontade do povo em sua demanda ao apontar os responsáveis pelo desastre que esteve oculto por sete anos, e seu desejo de uma mudança real”, disse ele. “Diante desta realidade anuncio hoje a renúncia deste governo.”

    O gabinete estava sob pressão para renunciar depois da explosão da semana passada que matou 163 pessoas, feriu cerca de 6 mil e deixou cerca de 300 mil sem moradias habitáveis. Vários ministros já haviam renunciado no fim de semana.

    Manifestações – Neste domingo (09), a polícia libanesa lançou bombas de gás lacrimogêneo para tentar dispersar manifestantes que jogavam pedras e bloqueavam uma via perto do Parlamento em Beirute, no segundo dia de protestos contra o governo pela explosão devastadora da última terça-feira (04) no porto da capital. As cenas voltaram a s repetir nesta segunda (10), com mais intensidade.

    O fogo irrompeu em uma entrada para a Praça do Parlamento, enquanto os manifestantes tentavam invadir uma área isolada, segundo imagens de TV. Os manifestantes também invadiram os escritórios de ministérios.

    A enorme explosão matou 158 pessoas e feriu mais de 6 mil além de destruir partes da cidade, num momento de crise política e econômica, gerando fortes apelos para que o governo renuncie.

    Policiais da tropa de choque entraram em confronto com os manifestantes, enquanto milhares de pessoas seguiam para a Praça do Parlamento e para a Praça dos Mártires, disse um correspondente da Reuters.

    “Demos a esses líderes tantas chances de nos ajudar e eles sempre falharam. Queremos todos eles fora, especialmente o Hezbollah, porque é uma milícia e apenas intimida as pessoas com suas armas”, disse Walid Jamal, um manifestante desempregado, referindo-se ao o grupo armado mais influente do país, apoiado pelo Irã, que tem ministros no governo.

    O patriarca cristão maronita, Bechara Boutros al-Rai, disse que o gabinete deveria renunciar, uma vez que não pode mudar a forma como governa. “A renúncia de um parlamentar ou ministro não é suficiente, todo o governo deveria renunciar, pois não é capaz de ajudar o país a se recuperar”, afirmou em seu sermão de domingo.

    A ministra da Informação, Manal Abdel Samad, disse hoje que estava renunciando ao cargo, citando a explosão e o fracasso do governo em realizar reformas.

    Os protestos de sábado foram os maiores desde outubro, quando milhares de pessoas foram às ruas para exigir o fim da corrupção e da má governança.

    Cerca de 10 mil pessoas se reuniram na Praça dos Mártires, que foi transformada em uma zona de batalha à noite entre a polícia e os manifestantes. Eles que tentaram romper uma barreira ao longo de uma via que leva ao Parlamento. Alguns manifestantes invadiram ministérios do governo e a Associação de Bancos Libaneses.

    Um policial foi morto e a Cruz Vermelha disse que mais de 170 pessoas ficaram feridas.

    O primeiro-ministro e a Presidência disseram que 2.750 toneladas de nitrato de amônia altamente explosivo, usado na fabricação de fertilizantes e bombas, foram armazenadas por seis anos sem medidas de segurança no depósito do porto.

    (Agência Brasil com foto de Ali Hashisho)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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