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    Home»Negócios»Superintendente da ANTT debate na Fiema avanços no modal ferroviário
    Negócios

    Superintendente da ANTT debate na Fiema avanços no modal ferroviário

    Aquiles Emir9 de junho de 202202 Mins Read
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    São 27 contratos para a construção de estradas de ferro

    O superintendente de Transporte Ferroviário da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Ismael Trinks, visitou a Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), onde apresentou os avanços no modal de transporte por tens. Trinks foi um dos principais executores do Projeto de Ferrovias autorizadas pela Lei 14.273/2021, sancionada dezembro passado.

    O projeto estabeleceu uma série de mecanismos com o potencial de avançar ainda mais, no bom momento que o setor vive com as obras em curso de expansão e a modernização da malha.  O principal deles refere-se ao regime de outorgas de autorização para construção e operação de ferrovias pelo setor privado.

    Além do presidente da Fiema, Edilson Baldez, a reunião contou com a participação do secretário de estado de Desenvolvimento Econômico e Programas Estratégicos, José Reinaldo Tavares; do superintendente da Fiema, César Miranda; do diretor Operacional da GPM – Grão Pará Multimodal, Nuno Gustavo Martins; do subsecretário da Secretaria da Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Henrique Bogéa; e dos executivos da VLI, Eduardo Calleia e Moacir Araújo.

    Desde a viabilização do regime de autorizações ferroviárias no ano passado, já foram assinados 27 contratos para a construção de um total de 9.923 quilômetros de ferrovias, somando R$ 133,2 bilhões de potencial investimento, segundo dados repassados pelo representante da ANTT. Ainda existem mais de 50 requerimentos em análise pelo Ministério da Infraestrutura.

    O aumento da oferta de serviços de transporte ferroviário com esses empreendimentos tende a contribuir para um maior equilíbrio da matriz de transportes brasileira. Embora o país tenha condições geográficas favoráveis para a utilização das ferrovias, o modal ferroviário responde por apenas 4% da movimentação doméstica de cargas, excluindo minérios e combustíveis, enquanto o transporte rodoviário representa mais de 85% do total.

    O aumento do escoamento da produção nacional por meio das ferrovias é uma demanda antiga do empresariado brasileiro, especialmente o industrial, e demanda uma maior mobilização de recursos e articulação entre diferentes atores do setor produtivo e do governo, incluindo a ANTT, Ministério da Infraestrutura e Casa Civil.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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